viernes, 6 de abril de 2018

1966 - POIS É















Teatro Grupo Opinião, Rio de Janeiro
Direção Geral: Nelson Xavier

Com: Vinícius de Moraes, Maria Bethânia e Gilberto Gil


Produção: Suzana de Moraes
Direção musical: Francis Hime

Edson Machado (bateria)
Osmar Milito (piano)
Dório (baixo) 
Paulo Moura (flauta/sax soprano/sax alto)
Jards Macalé: violão.

Texto de: Capinam, Caetano Velloso e Torquato Neto








7/9/1966

9/9/1966 - Caetano Veloso, Suzana de Moraes, Vinicius de Moraes e Jards Macalé


13/9/1966






 
 
 





 






























 






 




23/9/1966



23/9/1966





 



28/9/1966











Foto: Pedro de Moraes




1966
Revista Manchete
Rio de Janeiro - n° 754
Ano 14 - 1 de outubro de 1966





 













1966
Revista O CRUZEIRO
17 de dezembro de 1966
n° 12





O PROGRAMA






























FOLHA DE S. PAULO/UOL


Francis Hime fala de Vinicius, Gil, Caetano...

. . .

Eu seguiria cruzando com outros baianos nas minhas andanças musicais. Como na ocasião em que fiz a direção do show "Pois É", que reunia Vinicius de Moraes, Maria Bethânia e Gilberto Gil.

Gil tinha aqueles sambas sensacionais da fase pré-tropicalista: "Roda", "Louvação", "Ensaio Geral". E Vinicius, maravilhado, dizia: "Pessoal, tem que prender este baiano, que ele é bom demais!". De quebra, Gil ainda cantava um samba meu e do poetinha, "Tereza Sabe Sambar", com ginga e balanço tão envolventes que parecia música dele mesmo.

Nesta época, fiquei muito próximo de Caetano Veloso, para quem já havia feito três arranjos no seu antológico disco "Domingo", com outra baiana, Gal Costa, que na época ainda se chamava Gracinha.
. . . 
[Francis Hime, 5/12/2017]



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