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sábado, 31 de enero de 2026

2026 - ORAÇÃO AO TEMPO




30 de janeiro de 2026

Primeiro single do novo álbum de António Zambujo. “Oração ao Tempo”, um dueto com Caetano Veloso, autor da canção original. 

O lançamento nas plataformas digitais antecipa o disco homónimo, cuja edição está prevista para a primavera de 2026.

“Gravar com o Caetano é gravar com um cantor que achas que é o melhor cantor do mundo e que idolatras há tanto tempo, ainda por cima uma música dele que tem tanto a ver com aquilo que eu pensei para este disco”.

António Zambujo











1/9/2025 - "Tive a alegria de gravar para o novo disco de António Zambujo aqui no meu estúdio. Depois sentamos na sala e relembramos coisas bonitas da vida!"




 

miércoles, 25 de noviembre de 2020

2020 - GAL 75 - Os singles



7/10/2020


Projeto de duetos -o novo álbum de Gal Costa- a ser lançado em fevereiro de 2021, com António Zambujo [Portugal], Criolo, Jorge Drexler [Uruguay], Rodrigo Amarante, Rubel, Seu Jorge, Silva, Tim Bernardes, Zé IbarraZeca Veloso.


23/10/2020 - Gal gravando no estúdio Space Blues, na cidade de São Paulo
Foto: Giovana Chanley







13/11/2020


2020 – GALCOSTA com RODRIGO AMARANTE
Single
Lançamento: 13/11/2020
Biscoito Fino

AVARANDADO

(Caetano Veloso)

2020 – GALCOSTA com ZECA VELOSO
Single
Lançamento: 13/11/2020
Biscoito Fino

NENHUMA DOR

(Caetano Veloso/Torquato Neto)



27/11/2020



27/11/2020





2020 – GALCOSTA com SEU JORGE
Single
Lançamento: 27/11/2020
Biscoito Fino

JUVENTUDE TRANSVIADA

(Luiz Melodia)




2020 – GALCOSTA com ZÉ IBARRA
Single
Lançamento: 27/11/2020
Biscoito Fino


MEU BEM, MEU MAL

(Caetano Veloso)






NEGRO AMOR
CORAÇÃO VAGABUNDO

Lançamento: 18/12/2020










2020 – GALCOSTA com JORGE DREXLER
Single
Lançamento: 18/12/2020
Biscoito Fino


NEGRO AMOR

[It's all ver now, baby blue (Bob Dylan) Versão em português: Caetano Veloso/Péricles Cavalcanti]




 


2020 – GAL COSTA com RUBEL
Single
Lançamento: 18/12/2020
Biscoito Fino

 CORAÇÃO VAGABUNDO

(Caetano Veloso)









2021 – GALCOSTA com CRIOLO

Single
Lançamento: 8/1/2021
Biscoito Fino

PAULA E BEBETO

(Caetano Veloso/Milton Nascimento)



2021 – GALCOSTA com TIM BERNARDES
Single
Lançamento: 8/1/2021
Biscoito Fino

BABY

(Caetano Veloso)





OS SINGLES



AVARANDADO
NENHUMA DOR

Lançamento: 13/11/2020




JUVENTUDE TRANSVIADA
MEU BEM, MEU MAL

Lançamento: 27/11/2020





NEGRO AMOR
CORAÇÃO VAGABUNDO

Lançamento: 18/12/2020





PAULA E BEBETO
BABY

 Lançamento: 8/1/2021









domingo, 20 de agosto de 2017

2016 - ATÉ PENSEI QUE FOSSE MINHA - ANTÓNIO ZAMBUJO


O Estado de S. Paulo

Caetano Veloso:
Encontrei o Zambujo mais metálico e ibérico que se possa imaginar
Músico escreve sobre "Até Pensei que Fosse Minha", disco do português António Zambujo com versões de canções de Chico Buarque

Caetano Veloso, Especial para O Estado de S. Paulo

17 Outubro 2016

António Zambujo - Foto: Thiago Cação/Divulgação

Suponho que este seja o primeiro álbum de um cantor português composto apenas de canções brasileiras. Estou seguro de que ele é o primeiro disco lusitano dedicado a um só autor brasileiro de canções. Isso já seria notícia de ampla repercussão em minha alma americana e mestiça. Mas é muito mais: trata-se de canções de Chico Buarque cantadas por António Zambujo. Muito da elegância do estilo desse moderno fadista se deve a sua atenção à música popular do Brasil (ele já nos deu belíssimas versões de Lábios que Beijei, de Último Desejo, de músicas de Caymmi e de Noel). Quando me informaram da existência de tal coletânea, cheguei a sonhar que os aspectos Dick Farney que se pode encontrar tanto em certas composições de Chico quanto em algumas interpretações de Zambujo viessem a se potencializar mutuamente num ou noutro momento. Mas as coisas interessantes sempre surpreendem – e encontrei o Zambujo mais metálico e ibérico que se possa imaginar redesenhando as palavras e as notas de Chico. A delicadeza dos arranjos (a começar pelo belo fraseado líquido dos contrapontos de Futuros Amantes) abraça um Zambujo cortante, os harmônicos agudos de sua voz brilhando por entre as marolas. Algumas vezes entra-se no samba (não sem que as sonoridades de choro e de fado se façam notar), mas são as canções ternárias e as que se transformam em prelúdios que parecem dar o tom. As participações de Roberta Sá (brasileiríssima) e Carminho (superfadista), ambas de refinada musicalidade, trazem mais beleza para dentro da cúpula sonora. E a entrada da voz do próprio Chico (em Joana Francesa) leva o ouvinte a grande exaltação, como se a geografia e a história dos nossos países se encarnassem, unificadas, no canto duplo (que é o único em todo o disco onde se ouve outra língua – o francês), como que iluminando a força de Tanto Mar, faixa em que Chico, não estando a cantar, parece mais pessoalmente presente. Mas, para além das particularidades de cada interpretação, é a imensidão da obra de Chico que arrebata quem ouve. Essa obra tão deslumbrante que cada um de nós até pensa que é sua. Zambujo evita algumas próclises, brasileiríssimas, certamente para não se sentir inautêntico ou pouco à vontade: faz questão de manter a verdade do tom coloquial português. Mas a nossa língua só se engrandece com esse trabalho. No timbre e na prosódia lusitana de António as canções de Chico (escolhidas em períodos diferentes das muitas décadas de composição) parecem postas numa perspectiva que dá ao brasileiro uma tomada de distância – no espaço e no tempo – que o leva às lágrimas, assustado que fica com a nova evidência da sua grandeza.





sábado, 24 de septiembre de 2016

2015 - ANTÓNIO ZAMBUJO - Rua da Emenda



Comparado a João Gilberto por Caetano Veloso, o português António Zambujo lançou, ontem (25/4/2015), no Vivo Rio, seu novo CD, Rua da Emenda. Da plateia, foi prestigiado por Chico Buarque, Milton Nascimento, Roberta Sá e pelo próprio Caetano, entreoutras personalidades.





26/4/2015

Caetano, Milton e Chico Buarque prestigiam lançamento do CD, no Rio

O português Zambujo apresentou seu trabalho

Por: Luigi Civalli

O Vivo Rio, no Rio de Janeiro, na noite do último sábado (25), contou com uma presença de peso, quando o assunto é MPB. Caetano Veloso, Chico Buarque e Milton Nascimento foram conferir o lançamento do CD Rua Da Emenda, do cantor português Antônio Zambujo.


Zambujo, ou Zamba como chamam os amigos, é um dos cantores de maior sucesso em Portugal, está em uma turnê internacional que inclui shows marcados até 2016, graças ao lançamento de seu novo trabalho.




 
 



Fotos: Divulgação/Cristina Granato

2009 - ANTÓNIO ZAMBUJO - Outro Sentido



18/6/2009
 
Fadista português António Zambujo lança álbum no Rio

Rio de Janeiro, 18 jun (Lusa) - O fadista português António Zambujo lança, nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro, o álbum "Outro Sentido" (MPB/Universal), considerado como um melhores de 2008 no segmento World Music pela revista britânica Songlines.



Zambujo, de 34 anos, fará um show de lançamento do seu terceiro CD no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico.

O CD, publicado em 2007 em Portugal, será lançado no Brasil com três faixas extras trazendo duetos com Ivan Lins ("Bilhete", de Lins e Vitor Martins), Roberta Sá (em "Fado partido", de Pedro Luís com Ricardo Cruz, baixista de Zambujo) e Zé Renato (em "Se tu soubesses", de Cristóvão Alencar e Georges Moran).

No disco original estão fados clássicos e recentes, além de duas antigas canções brasileiras "Quando tu passas por mim", de Vinicius de Moraes e Antônio Maria, e "Lábios que beijei", de J. Cascata e L. Azevedo.

Para a apresentação desta noite, Zambujo vai contar com a participação de Roberta Sá e dos violonistas Yamandú Costa, Marcello Gonçalves e Ronaldo do Bandolim.

Referências

Numa entrevista concedida ao jornal O Globo, Zambujo afirmou que algumas de suas referências musicais no Brasil são João Gilberto, Caetano Veloso e Chico Buarque.

O próprio Caetano Veloso, no blog "Obra em progresso", já o tinha citado como um "jovem cantor de fado que faz pensar em João Gilberto e em tudo que veio à música brasileira".

"Ouvir o CD do António Zambujo me prendeu à necessidade de ouvir de novo, de novo e de novo. É a língua portuguesa. É a história do fado. É o fato de eu ter sempre só gostado de cantoras de fado, nunca verdadeiramente de cantores", ressalta Caetano Veloso.

"Não é que o Zambujo me pegou de jeito? Há nele dois elementos que - para além do prazer imediato de ouvir-se uma voz naturalmente musical e relaxada - compõem para mim um grande passo: que seja um homem a cantar fado tão lindamente - e que o diálogo com a música brasileira se apresente tão orgânico".

Para o cantor brasileiro, "o que se ouve em Zambujo é algo já que vai mais fundo". É de arrepiar e fazer chorar. Sentimos a força da cultura de língua portuguesa", escreveu Caetano.

Carreira

Nascido em Beja, em 1975, cresceu ouvindo os cantares alentejanos. Aos oito anos, iniciou seus estudos de clarinete no Conservatório Regional do Baixo-Alentejo e desde muito jovem se apaixonou pelo fado.

Em Lisboa, foi contratado pelo Clube do Fado, no bairro de Alfama. Pouco depois, passou nos testes para o musical "Amália", dirigido por Filipe La Féria.

Em 2002, lançou o primeiro trabalho discográfico, "O mesmo fado". Em 2004, lançou o segundo disco, "Por meu cante".

Zambujo ganhou o prêmio Amália Rodrigues em 2006,atribuído pela Fundação Amália Rodrigues, na categoria de "Melhor Intérprete Masculino de Fado".


Yamandu Costa, Pedro Luis e Roberta Sá - Rio de Janeiro - 2009


Show do cantor português António Zambujo, 
no Teatro Tom Jobim, no Jardim Botânico


19/6/2009 
 


Caetano Veloso curtiu ao lado de Paula Burlamaqui e  Ildi Silva o show de Antônio Zambujo, na noite desta quinta-feira (18). O cantor português se apresentou no teatro Tom Jobim, no Rio de Janeiro.









19/6/2009
Caetano Veloso e Paula Burlamaqui jantam juntos
Depois de assistirem a show, os dois esticam a noite em restaurante