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domingo, 9 de septiembre de 2012

1993 - MARCIANITA







 

 
 







1993 - CAETANO VELOSO
MARCIANITA [Compilación]

1. MARCIANITA (José Imperatore Marconi/Galvarino Villota Alderete - Versión en portugués: Fernando César) Con Os Mutantes *

2. OURO DE TOLO (Raul Seixas)
del LP/CD “O início o fim e o meio” (Epic, 1991)

3. FERA FERIDA (Roberto Carlos/Erasmo Carlos)

4. SONHOS (Peninha)

5. PECADO ORIGINAL (Caetano Veloso) *
Philips CD maxi single nº M 862 397–2

* Inéditas en LP - K7 o CD





El "fox - fantasía" Marcianita fue grabado en 1959 por el cantante argentino Billy Caffaro y en octubre del mismo año en Brasil, por Sergio Murilo con Lyrio Panicalli y Orquesta, en 78 rpm, Columbia 3104)











sábado, 8 de septiembre de 2012

1968 - CAETANO VELOSO e OS MUTANTES - AO VIVO


26/9/1968

JORNAL DO BRASIL
Mônica Soutelho















 


























 














Revista Veja - 12/10/1968



"... A beleza desta música é a face visível da lua
O mistério das máscaras de chumbo
Há muita kriptonita no ar
Verde e vermelha também...
Mas Deus está solto!!! ..."



[1968, Caetano Veloso, improvisación en Marcianita.]



Hélio Oiticica - Cara de Cavalo












































Jornal do Brasil - 13/10/1968










17/10/1968











Noviembre / 1968
CAETANO VELOSO E OS MUTANTES Ao Vivo
Grabado en la boite Sucata, Rio de Janeiro en octubre de 1968.
A.1. A VOZ DO MORTO (Caetano Veloso)
A.2. BABY (Caetano Veloso)
B.1. SAUDOSISMO (Caetano Veloso)
B.2. MARCIANITA (José Imperatore Marconi/Galvarino Villota Alderete - Versión en portugués: Fernando César)
Philips EP nº 441.429 PT




COM ELES, BRIGA NA CERTA. Veja, 16 out. 1968, n. 6, p. 58-59.





MARCIANITA
Música: José Imperatore Marcone
Letra: Galvarino Villota Alderete
© 1959 Fermata/Sadaic
Versión en portugués: Fernando César

Esperada Marcianita
asseguram os homens de ciência
que em dois anos mais tu e eu
estaremos bem juntinhos
e nos cantos escuros do céu
falaremos de amor


Tenho tanto, te esperado
mas serei o primeiro varão
a chegar até onde estás
pois na terra, sou logrado
e em matéria de amor
eu sou sempre passado pra trás


Eu quero uma mina de Marte
que seja sincera,
que não se pinte, não fume
não saiba sequer o que é iê-iê-iê

Marcianita, branca ou negra
gorduchinha, magrinha, baixinha ou gigante
serás meu amor
a distância nos separa
mas no ano 70 felizes seremos
os dois

. . . .

“... o tiro saiu pela culatra...

A beleza de esta música é a face visível da lua
O mistério das máscaras de chumbo
Há muita kriptonita no ar
Verde e vermelha também
Mas Deus está solto!”















1968

Revista VEJA

Edição n° 6

16 de outubro de 1968

Editora Abril