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miércoles, 12 de agosto de 2020

2020 - "... OS FILHOS, FILMES, DITOS, LIVROS ..."



“… como um vendaval / Espalham-no além da ilusão do seu ser pessoal / Mas ele dói e brilha único, indivíduo, maravilha sem igual / Já tem coragem de saber que é imortal…”

[Caetano Veloso, 1984, O HOMEM VELHO, álbum “Velô”]




Ensaio

7/8/2020 -  Reprodução








MORENO
ZECA
TOM

MARIA BETHÂNIA [6]
GILBERTO GIL [4], [5], [9]
GUILHERME ARAÚJO [5]
CHICO BUARQUE [1]
TOM JOBIM [8]


TARSILA [12]
JOÃO UBALDO RIBEIRO
SERGUEI EINSESTEIN
TUNGA
GLAUBER ROCHA

PINA BAUSCH [13]
MARIO DE JANEIRO TESTINO [10]
SANTO ANTÔNIO [2]
BÍBLIA SAGRADA [3]

THE NEW BRAZILIAN FLAG [7]
CORTEJO AFRO [11]

CAETANO VELOSO [14]
PAULA LAVIGNE [15]



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CHICO BUARQUE [1]






20 CDs lançados numa parceria da Gandra Editorial com a Abril Coleções



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GILBERTO GIL [4], [5], [9]


 Foto: Lita Cerqueira



1968 - Gilberto Gil, Guilherme Araújo e Caetano Veloso




Caixa “A Conspiração de Gilberto Gil”, com sete DVDs


Lula Buarque de Hollanda dirige os documentários “Pierre Verger: Mensageiro entre Dois Mundos” (narração de Gil), “Filhos de Gandhy” e “Kaya N’Gan Daya”.

Andrucha Waddington assina os musicais “Banda Dois” e “Viva São João”, o filme “Eu, Tu, Eles” (trilha de Gil) e o documentário “Tempo Rei”, codirigido por Hollanda. 


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GUILHERME ARAÚJO [5]


1968 - Gilberto Gil, Guilherme Araújo e Caetano Veloso


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 MARIA BETHÂNIA [6]



Dois CDs lançados separadamente por Maria Bethânia em 2009






28/11/1968




“Me prenderam por conta de um livro, escrito em minha homenagem, por Reynaldo Jardim. Eles queriam saber por que este cara escreveu este livro para mim. O livro é um poema lindo. Um gesto de amor. E Reynaldo já tinha sido preso. Eles me mostraram o depoimento dele. Que coincidia com o que eu dizia. Sou uma mulher de palco. Ele, um intelectual, poeta. Quis escrever um poema. E foi publicado. Depois, proibido”. 

[Maria Bethânia, 14/6/1992, Programa Cara a Cara]


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THE NEW BRAZILIAN FLAG [7]



Foto: Reprodução / Internet



“Essa bandeira é um gesto de desconstrução, uma sutil intervenção física num objeto de tecido criando uma obra que tem a síntese de um cartum”

[Maio 2019, Raul Mourão]





O artista plástico Raul Mourão integra o line-up do Festival Multiplicidade com a obra The New Brazilian Flag, uma bandeira do Brasil na qual o círculo azul, onde habitualmente vemos estrelas e a frase ”Ordem e Progresso”, é substituído por um recorte vazado. 
[26/9/2019]


“É um objeto-cartoon que comenta o momento político social do País. Um rombo no meio da bandeira de um país pouco republicano. Uma ação artística que subtrai a frase-lema, o azul e as estrelas que representam os estados”

[14/11/2019, Raul Mourão]


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TOM JOBIM [8]






Edição comemorativa dos 60 anos do compositor e maestro Antônio Carlos Jobim (1927/1994). 
São 2 LPs com 24 canções (1987), textos do jornalista Sérgio Cabral e prefácio de Dorival Caymmi.
Distribução gratuita para amigos e clientes da Companhia Brasileira de Projetos e Obras [Fundação Emilio Odebrecht]



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MARIO DE JANEIRO TESTINO [10]




2009 - Livro de fotos 


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CORTEJO AFRO [11]




Salvador, Domingo 11 de fevereiro de 2018
Caetano Veloso canta no Cortejo Afro com o Ofá de Oxóssi [11]
Crédito: Jackson Martins-agfpontes 

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TARSILA [12]

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PINA BAUSCH [13]

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CAETANO VELOSO [14]


Projeto “Olha Pra Mim” do fotógrafo Thiago Santos
Olhar de humanização e igualdade social

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PAULA LAVIGNE [15]

Projeto “Olha Pra Mim” do fotógrafo Thiago Santos
Olhar de humanização e igualdade social


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JOÃO UBALDO RIBEIRO

SERGUEI EISENSTEIN

GLAUBER ROCHA

PAULO COELHO

MORAES MOREIRA

TUNGA


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AUGUSTO DE CAMPOS
CID CAMPOS



AUGUSTO DE CAMPOS


O poema PULSAR ["é uma partitura", diz Caetano]




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MILTON NASCIMENTO


APIB – Articulação dos Povos Indígenas do Brasil


RIO DE JANEIRO

SAMPA

SALVADOR

BALÉ FOLCLÓRICO DA BAHIA

SANTO AMARO

CÉZAR MENDES

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OS SAPATOS: presente da Pretinha Gil



O PRATO E A FACA DE MORENO: erro da Rolling Stone Brasil 



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 MORENO VELOSO
 ZECA VELOSO



TOM VELOSO










A Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) divulgou nesta terça-feira (19/1/2021) a lista de premiações do ano de 2020.

A Associação decidiu trocar a categoria “Melhor Show Musical” por “Melhor Live Show”, prêmio que foi para a produção e performance de Caetano Veloso em sua “Live de Natal”, realizada quando comemorou seus 78 anos, no dia 7 de agosto de 2020.



Prêmio APCA tem cerimônia online em sua 64ª edição

Artistas receberam previamente a estatueta criada por Francisco Brennand e enviaram mensagens gravadas


Ubiratan Brasil

29 jun 2021 

 

A Associação Paulista dos Críticos de Arte, a APCA, promoveu a festa de entrega de prêmios de sua 64ª edição na noite da segunda, 28, aos melhores do ano passado. Na verdade, foi uma cerimônia não presencial e previamente gravada, com as apresentadoras (as atrizes Cris Rocha e Nilceia Vicente e a vice-presidente da entidade Edianez Parente) falando desde o Teatro Sérgio Cardoso. Os artistas premiados também receberam seus troféus com antecedência e gravaram mensagens de agradecimento, que foram apresentadas tão logo seus nomes foram citados pelas mestres de cerimônia.

 



A premiação provocou ainda momentos de grande felicidade, como o de Caetano Veloso, autor da melhor live de 2020. "Ela foi linda por causa dos meus três filhos, Moreno, Zeca e Tom, que participaram. Assim, quero que o prêmio passe pelas mãos de cada um deles, que o troféu fique na casa de cada um deles durante um período", afirmou.













sábado, 12 de enero de 2019

1968 - 2011 - MARIA BETHANIA GUERREIRA GUERRILHA




























Revista Veja





















“Teatro Opinião. Rio de Janeiro, 1968. 
Bethânia no palco substituindo Nara Leão. Ninguém a conhecia. Chegara da Bahia trazida por Vianinha. Aquela quase menina, na arena do Opinião, parecia, pela potência dramática, postura corporal, força emotiva, uma deusa-mulher adultamente deslumbrante e sedutora. 
Quando acabou de cantar Carcará, a plateia entrou em delírio. A baianinha tornara- se a musa de toda uma geração romântica, audaciosa e revolucionária. Em uma das apresentações, subi ao palco e li o início de um poema que escrevi em sua homenagem. 
Posteriormente desenvolvi o tema e nasceu o polifônico ‘Maria Bethânia Guerreira Guerrilha’.
Era véspera do AI -5. Com a publicação do livro, considerado justamente
subversivo, fui processado. E deixei minha musa em uma posição muito delicada. A edição foi apreendida, retirada das livrarias. Minha casa, invadida”.

[Reynaldo Jardim, SP, 13/12/1926 — Brasília, 1/2/2011]



JARDIM, Reynaldo. Maria Bethania guerreira guerrilha. Rio de Janeiro: Cooperativa Editoral da GB – Poder Jovem, 1968. s. p. formato 35x18 cm. Seleção tipográfica: Analuce Estrella. Foto da capa: Humberto Franceschi. Composto e paginado no Correio da Manhã. Impresso na Companhia Editora Fon-Fon e Seleta. Folhas de gramatura bem encorpada, sem informação sobre o papel. Col. A.M. (EE)











 















 














 
 



 



 




























1968
Revista inTerValo
Ano VI - n° 310
Semana de 15 a 21 de dezembro

Capa: Taiguara
Foto de Cynira Arruda
















Natal de 1969, María Bethânia dedica o livro a Bibi Ferreira.










































1992 








“O período da Ditadura Militar foi terrível. Duas horas da manhã, eles invadiram minha casa. Me levaram para um quartel, depois de rodarem por muitas horas. Fui interrogada até amanhecer. Já tinham presos Caetano e Gil, em São Paulo. Achavam que eu sabia do Vandré. Me prenderam por conta de um livro, escrito em minha homenagem, por Reynaldo Jardim. Eles queriam saber por que este cara escreveu este livro para mim. O livro é um poema lindo. Um gesto de amor. E Reynaldo já tinha sido preso. Eles me mostraram o depoimento dele. Que coincidia com o que eu dizia. Sou uma mulher de palco. Ele, um intelectual, poeta. Quis escrever um poema. E foi publicado. Depois, proibido”.

“Aquele foi um período horrível. Caetano e meus amigos, exilados. E, pela dificuldade de ele sobreviver ao exílio, por causa de sua sensibilidade diante da maneira grosseira como isto tudo aconteceu, eu sentia uma dor muito grande. Sofri demais. Meu pai se acabou, neste período. Eu fiquei no Brasil. E a maneira que eu tinha de manter o meu trabalho era receber as canções que eles faziam no exílio. Não só Caetano, mas também os amigos. Aqui, eu cantava para dar alguma notícia deles, mantendo um sentimento por eles. Mas foi o período mais triste que passei em minha vida. Foi horrível. Caetano sofreu demais também”

[14/6/1992, Maria Bethânia, em entrevista a Marília Gabriela]



























Oswaldo Coimbra: A prisão de Bethânia, na Ditadura

27/9/2017
Por Oswaldo Coimbra

O poeta alemão, de origem judaica, Christian Johann Heinrich Heine morreu sem saber que, com uma única frase, ele havia anunciado o que iria ocorrer no país dele, 77 anos depois, como desdobramento do destino dado a seus livros e a de outros intelectuais também descendentes de membros do mesmo grupo étnico e religioso. Entre os quais Thomas Mann, Walter Benjamin, Bertold Brecht, Erich Maria Remarque, Sigmund Freud, Albert Einstein e Karl Marx.

Heine morreu em 1856. Havia dito que “onde se queimam livros, acaba-se queimando pessoas”. Em 1933, na pátria dele, foram queimados, em praça pública, livros escritos por ele e aqueles outros autores, a mando dos representantes do governo nazista. Que, depois, mataria 6 milhões de pessoas em fornos crematórios.

Entre os livros incinerado de Heine havia um ligado ao Brasil. Em “Das Sklavenschiff”, poema concluído em 1854, portanto dois anos antes da morte do poeta, Heine trata de negros aprisionados na África, e, transportados, como escravos, num navio, para o Rio de Janeiro. Temática apropriada, cinco anos mais tarde, por Castro Alves, num poema com o mesmo título do de Heine, traduzido: “O Navio Negreiro”.

À queima de livros, em maio e junho de 1933 – um ritual tenebroso de culto ao ódio à liberdade de pensamento e criação, próprio dos regimes totalitários -, ficaria para sempre associada a peça de um poeta e dramaturgo nazista, Hanns Johst, intitulada “Schlageter”. Na qual, um personagem, estudante, declara: “Quando ouço falar em cultura, saco logo meu revólver”.

O “Navio Negreiro” de Castro Alves nunca foi queimado em praça pública, no Brasil. Mas, durante a Ditadura Militar Pós-1964, aconteceu algo pior. O livro de outro poeta, Reynaldo Jardim, escrito em homenagem a Maria Bethania, teve seus exemplares confiscados pelo Governo Militar. Reynaldo foi preso. E a cantora, supreendida com a invasão de seu apartamento, no Rio de Janeiro, por 20 policiais. Depois, ela foi levada para a sede do DOPS, centro de tortura a presos políticos, onde a submeteram a longo interrogatório. Durante três meses, Bethânia ficou obrigada a se apresentar no DOPS, duas vezes por semana.

Ela, era, então, uma jovem de 22 anos de idade. Reynaldo escreveu “Maria Bethânia, Guerreira, Guerrilheira”, após conhecê-la como simples espectador de teatro.

Hoje, no Youtube há uma antiga entrevista dada pela cantora à Marília Gabriela, no programa “Cara a Cara”, em que, Bethânia conta como, já abalada pelo exílio do irmão, Caetano Veloso, e, pelo abatimento profundo causado em seu pai, ela entrou em depressão. Tomou doses crescentes de tranquilizantes, até ser conduzida para um hospital, desacordada, onde sofreu lavagem estomacal. Seus amigos acharam que ela havia tentado se matar.

No programa, ela detalhou este acúmulo de sustos e inquietações. Relatou: “O período da Ditadura Militar foi terrível… Duas horas da manhã, eles invadiram minha casa…. Me levaram, depois de rodarem por muitas horas, para um quartel. Fui interrogada até amanhecer…. Já tinham presos Caetano e Gil, em São Paulo. Achavam que eu sabia do Vandré. Me prenderam por conta de um livro, escrito em minha homenagem, por Reynaldo Jardim. Eles queriam saber por que eu causei este livro. Por que este cara escreveu este livro para mim. O livro é um poema lindo. Um gesto de amor. E Reynaldo já tinha sido preso. Eles me mostraram o depoimento dele. Que coincidia com o que eu dizia. Sou uma mulher de palco. Ele, um intelectual, poeta. Quis escrever um poema. E foi publicado, depois, proibido…. Um período horrível. Caetano e meus amigos foram exilados. E, pelo jeito de Caetano, pela dificuldade de ele sobreviver ao exílio, por causa de sua sensibilidade diante da maneira grosseira como isto tudo aconteceu, eu sentia uma dor muito grande.. Sofri demais. Meu pai se acabou, neste período…. Eu fiquei, aqui, no Brasil. E a maneira que eu tinha de manter o meu trabalho era receber as canções que eles faziam no exílio. Não só Caetano, mas também os amigos. Aqui, eu cantava para dar alguma notícia deles, mantendo um sentimento por eles. Mas foi o período mais triste que passei em minha vida. Foi horrível. Caetano sofreu demais”

Em 2011, estava em preparação o lançamento da 2ª edição do livro, quando Reynaldo morreu. Marcio Debellian e Ramon Mello. os responsáveis pela iniciativa, contam num texto da nova edição: “O desejo de reeditar “Maria Bethânia: Guerreira, Guerrilha”, surgiu da vontade de ler esta obra. Lançada em 1968. Mas que nunca, propriamente, chegou ao público. Da tiragem de cinco mil exemplares impressos na gráfica Fon- Fon, poucos restaram. Lançado às vésperas do AI -5 — o ápice do regime ditatorial que barbarizava o País —, este livro entrou na lista negra do Governo Militar. Foi considerado subversivo e pornográfico, confiscado, e retirado das livrarias. Reynaldo Jardim conseguiu salvar algumas cópias, que enviou às pressas para a casa de sua cunhada. Maria Bethânia teve a sua cópia queimada. Os exemplares que restaram adquiriram status de raridade e passaram a ser comercializados a preços exorbitantes em sebos e sites na internet”.

O próprio Reynaldo, num texto que já tinha preparado para esta outra edição, deixou o registro de como conheceu Betânia, em 1968, e do que aconteceu depois: “Teatro Opinião. Rio de Janeiro, 1968. Bethânia no palco substituindo Nara Leão. Ninguém a conhecia. Chegara da Bahia trazida por Vianinha. Aquela quase menina, na arena do Opinião, parecia, pela potência dramática, postura corporal, força emotiva, uma deusa- mulher adultamente deslumbrante e sedutora. Quando acabou de cantar “Carcará”, a plateia entrou em delírio. A baianinha tornara- se a musa de toda uma geração romântica, audaciosa e revolucionária. Em uma das apresentações, subi ao palco e li o início de um poema que escrevi em sua homenagem. Posteriormente desenvolvi o tema e nasceu o polifônico Maria Bethânia Guerreira Guerrilha. Era véspera do AI -5. Com a publicação do livro, considerado justamente subversivo, fui processado. E deixei minha musa em uma posição muito delicada. Teve que prestar depoimento no DOPS. A edição foi apreendida, retirada das livrarias. Minha casa, invadida”.

No final, ele revelou por que autorizou a republicação do poema: “Republico aqui o livro só para reverenciar essa que, sendo a melhor atriz da canção brasileira, é um padrão de soberba dignidade”.





22/10/1969


Relatório inquérito policial militar (ipm) referente a apreensão de livro sobre Maria Bethânia, chamado “MARIA BETHANIA GUERREIRA GUERRILHA”, considerado de caráter subversivo.









1975






2011




Foto: Rodrigo Amaral


Foto: Rodrigo Amaral



Maria Bethânia, Elias Andreato e Jaime Alem







Foto: Helen Miranda



























Em 2014, na ocasião do lançamento da segunda impressão da obra, Maria Bethânia realizou mais dois recitais no Theatro NET, em São Paulo, nos dias 21 e 22/10/2014.

Presença do publicitário Washington Olivetto.



Fotos: Léo Franco








Washington Olivetto



Eliana - Foto: Léo Franco/ Agnews