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miércoles, 11 de abril de 2018

2016 - CORAÇÕES VAGABUNDOS




2/8/2016 - Teresina

CORAÇÕES VAGABUNDOS

Por Redação Entrecultura - 04/08/2016


Figuras mais que conhecidas no mundo da música e do teatro: Zezé Motta, Maria Alcina e Cida Moreira estrearam o espetáculo Corações Vagabundos na noite de ontem (3/8) no Teatro 4 de Setembro.

Eminentemente político, o show levantou o clima da plateia com um repertório doce de Caetano Veloso. Da bossa nova ao lírico, os diferentes estilos de Caetano conseguiram ser uniformizados na performance brilhante de cada uma das artistas.

“Coração Vagabundo”, “Pecado Original” e “Tropicália”, foram alguns dos sucessos cantados no show. A música Cajuína foi um espetáculo à parte. Interpretada por Cida Moreira, a canção levantou o clima nostálgico do público, que depois vibrou gritando o nome de Teresina.


Sobre o trio

Zezé Motta tem 50 anos de atividade artística se alternando entre cinema, teatro, televisão e música. Gravou discos antológicos e lançou canções que Caetano Veloso, Rita Lee, Luiz Melodia, Moraes Moreira; Johnny Alf e Leci Brandão fizeram exclusivamente para ela. Seu trabalho mais recente é Negra Melodia (2012), álbum dedicado a Luiz Melodia e Jards Macalé.

Maria Alcina celebrou recentemente seus 40 anos de carreira com o elogiado CD e DVD “De normal bastam os outros”. O projeto revisitou seus clássicos (entre eles, Fio Maravilha e Kid Cavaquinho) e abriu parcerias com artistas da nova geração, como Karina Buhr, Felipe Cordeiro, além de músicas feitas exclusivamente para ela por Zeca Baleiro e Arnaldo Antunes.

Cida Moreira é cantora e atriz. Seus álbuns sempre foram elogiados pela crítica e se transformaram em shows que marcaram sua trajetória. O trabalho mais recente é “Soledade” um álbum/show que reúne compositores consagrados e novos nomes da nova geração da MPB.








10/12/2016 - Sesc Pinheiros - Teatro Paulo Autran – São Paulo


Música Estática


Maria Alcina roubou a cena na estreia de Corações Vagabundos, show que reverenciou a obra de Caetano Veloso

11 DE DEZEMBRO DE 2016
POR ALEXANDRE EÇA


Show Corações Vagabundos
Com Cida Moreira, Maria Alcina e Márcia Castro
10.12.2016
Teatro Paulo Autran – São Paulo
Review: 1/2


Espetáculo armado em torno do cancioneiro de Caetano Veloso, Corações Vagabundos estreou ontem na capital paulista protagonizado pelas cantoras Cida Moreira, Maria Alcina e Márcia Castro. O show, que apostou nos sucessos dos 50 anos de carreira do compositor baiano, poderia até ter caído na mesmice não fosse a ambientação eletrônica dos arranjos e o toque preciso da guitarra de Rovilson Pascoal – mesmo sem grandes ousadias, a banda eficiente abriu caminho para o brilho das cantoras.

Primeira a se apresentar, logo após o número de abertura em que as cantoras deram vozes a Oração do Tempo, a baiana Marcia Castro mostrou intimidade – e até exagerada reverência – com a porção romântica e sincrética da obra de Caetano, mantendo o tom cool em Queixa e Milagres do PovoNa sequência, com a sua insuspeita carga dramática, Cida Moreira surgiu personalíssima abordando um lado mais reflexivo de Caetano. Subvertendo andamentos, a dama indigna deu show de interpretação ao sublinhar as intenções políticas em Um Índio, buscar a branda resignação amorosa em Ela e Eu, e seguir com O Amor, Cajuína e Eu Não Peço Desculpas.

Mas foi Maria Alcina que roubou a cena em noite de reverência à obra do compositor baiano. Ao subir ao tradicional palco do Teatro Paulo Autran, já nas primeiras notas de Os Mais Doces Bárbaros, Alcina mostrou que seria a única a sair do script trazendo contornos alegóricos a canções cujas versões originais são quase sempre superiores a tentativas de atualizações modernosas. Tons graves, distorções de guitarras e beats eletrônicos contrastavam com a expansiva performance da cantora que mostrou total entedimento  de temas como Tropicália– ponto alto da noite, que arrancou longos aplausos da plateia em cena aberta -, Língua e a carnavalesca Atrás do Trio Elétrico. Foi a deixa para o bis que juntou o trio em Eclipse Oculto e Chuva Suor e Cerveja em momento menos sedutor e um pouco desencontrado. Com repertório que privilegiou músicas muito conhecidas e executadas de Caetano Veloso, Corações Vagabundos cumpriu bem o papel de abordar em ambiência contemporânea uma obra que já está no inconsciente coletivo do brasileiro, como mostrou a total adesão do público que cantou em coro quase todas as músicas do espetáculo.


Foto: Alexandre Eça 

Foto: Alexandre Eça 

Foto: Alexandre Eça 



6 e 7 de maio de 2017

Corações Vagabundos: As Canções de Caetano Veloso

Duas intérpretes, cada uma à sua maneira, apresentam músicas de todas as fases de Caetano: da fase de composições influenciadas pela Bossa Nova ("Coração Vagabundo"), ao Caetano lírico ("Luz do sol"), passando pelo movimento tropicalista ("Tropicália"), o romântico ("Queixa"), o criador de trilhas antológicas para cinema ("Pecado Original"), o carnavalesco ("Chuva Suor e Cerveja") e o filósofico ("Oração ao Tempo").

Em comum, Cida Moreira e Maria Alcina têm a paixão pela obra de Caetano, que já foi diversas vezes gravado por elas em momentos diferentes de suas carreiras. Entre solos e duos, as cantoras fazem um show com muitas nuances musicais e se revezam com instrumentos, produzindo sonoridades que se alternam entre o tradicional e o contemporâneo.

Com Rovilson Pascoal (diretor musical, violões de 6 e 7 cordas e cavaquinho), Ricardo Prado (teclado, baixo e violão), e Felipe Roseno (percussão e programações eletrônicas).




37º FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DE LONDRINA [FIML]
9 a 22 de julho de 2017


Corações vagabundos

A esfuziante Maria Alcina divide o microfone com o canto visceral de Cida Moreira em show com repertório de Caetano Veloso neste domingo (16/7) em Londrina

O show “Corações Vagabundos” com as cantoras Cida Moreira e Maria Alcina acontecerá , no Cine Teatro Ouro Verde, no dia 16 de julho (domingo), às 20 horas, no evento de abertura do Festival de Música de Londrina. No repertório das duas divas da música popular brasileira canções de Caetano Veloso. Esta é a notícia de primeiríssima mão do nosso colunista de música, o jornalista Rogério Cavalcante.


16/7/2017 - 37° FIML - Londrina




10/4/2018 - Rio de Janeiro

JORNAL DO BRASIL
Cultura

10/04/2018

Duas vozes para Caetano
Cida Moreira e Maria Alcina fazem shows juntas com repertório do cantor e compositor

MÔNICA LOUREIRO  

Em “Corações vagabundos”, as cantoras Cida Moreira e Maria Alcina se reúnem no palco para interpretar um repertorio que revela a marca deixada por Caetano Veloso em suas carreiras. “Meu primeiro disco, de 1972, foi um compacto com a regravação de ‘Mamãe, coragem’, uma composição emblemática do disco ‘Tropicália’, do Caetano”, cita Alcina. O show acontece hoje, às 19h, na Sala Municipal Baden Powell, em Copacabana.

Com personalidades artísticas distintas e, em comum, as vozes graves e poderosas, além da admiração pela obra do baiano, Cida e Alcina já levaram o show a algumas cidades, como São Paulo, Londrina e Teresina. 

“É a primeira vez que apresentamos no Rio e já aproveito para fazer um convite aos cariocas: venham assistir ao nosso show. É lindo, para cima, vocês não irão se arrepender!”, garante Alcina. Ela fará outro show, amanhã, no Imperator, às 15h: “Esse será solo, com repertório de meu disco ‘Espírito de tudo’, lançado ano passado, com dez canções de Caetano”.



Foto: Murilo Alvesso


Duas vozes para Caetano

A apresentação da dupla, que tem direção artística de Thiago Marques Luiz, começa com elas juntas no palco, depois segue em blocos solo para, por fim, se encontrarem novamente. “Eu canto faixas do ‘Espírito de tudo’, como ‘Fora da ordem’, ‘O estrangeiro’ e ‘Os mais doces bárbaros’, enquanto a Cida interpreta algumas composições que já gravou de Caetano, como ‘Cajuína’ e ‘O amor’, além de outras que ela nunca havia cantado, tipo ‘Um índio’ e ‘Diamante verdadeiro’. Fazemos juntas ‘Oração ao tempo’ e ‘Coração vagabundo’”, entrega Maria Alcina.

Elas são acompanhadas por um trio, que se reveza entre vários instrumentos: Rovilson Pascoal, diretor musical, guitarra e violão, Ricardo Prado, no teclado e no baixo, e Gustavo Souza, na bateria e programação eletrônica. Depois do show no Rio, elas seguem para Salvador e Porto Alegre.




lunes, 16 de octubre de 2017

2014 - PIPOCA MODERNA - 3ª edição








Música

09/02/2014 

Marcia Castro e convidados levam público à loucura em 3ª edição do Pipoca Moderna
Caetano Veloso, Ney Matogrosso e Otto se apresentaram juntos pela primeira vez; evento reuniu mais de 2 mil pessoas
Virgínia Andrade
Com orientação e supervisão de Marcia Luz


Ney Matogrosso e Marcia Castro

O Clube Fantoches ferveu. Casa lotada. Se é mesmo verdade que todo mundo se encontra no verão de Salvador, a noite do último sábado, 8 de fevereiro, por si só faria valer a máxima. Capitaneado pela cantora Marcia Castro, o projeto Pipoca Moderna chegou à sua terceira edição tão bem sucedido quanto às edições anteriores. Na arena central, mais de duas mil pessoas pipocaram ao som da baiana e de seus ilustríssimos convidados em aproximadamente duas horas de show.

Com os versos de saudação a Iansã, Marcia Castro abriu a noite. Não demorou para que recebesse no palco seus dois primeiros convidados, a cantora paulistana Iara Rennó e o pernambucano Otto. De passagem por Salvador, além de apresentar uma canção inédita do seu repertório, Iara entoou "Todo Dia Era Dia de Índio", hit de Baby do Brasil, que será uma das convidadas do último Pipoca Moderna de 2014.

Elétrico e visceral, Otto fez o público dançar frevo ao som de 'Ciranda de Maluco' e aproveitou para homenagear o cantor Chorão, morto em março do ano passado, cantando 'Cuba', uma parceria dos dois. O ex-Mundo Livre S/A cantou ainda 'Filha', do álbum 'Certa Manhã Acordei de Sonhos Intranquilos', e 'História de Fogo', regravada por Marcia Castro no seu mais recente disco 'De Pés no Chão' (2012).

As duas atrações mais esperadas da noite não decepcionaram. No melhor estilo
Secos e Molhados, Ney Matogrosso interpretou 'Homem Com H' e carnavalizou com 'Não Existe Pecado ao Sul do Equador', de Chico Buarque. No repertório couberam ainda 'Por que a Gente é Assim' e 'Samba do Blackberry'. Caetano Veloso, por sua vez, deixou o público em estado de graça ao cantar 'Milagres do Povo' e 'Força Estranha', clássico eternizado na voz de Maria Bethânia. Não ficaram de fora do setlist do baiano 'Abraçaço' e 'Lua de São Jorge'. Muito aplaudidos, cantaram ao lado de Marcia Castro a canção 'Qualquer Coisa', embalados pelo público que, com astral lá em cima, cantou em coro todo o repertório do show. Para selar o raro encontro, Caetano e Ney se beijaram e eternizaram o momento como um dos mais belos da noite.



Para Marcia Castro, tocar em casa é sempre mais especial. "A Bahia é de um calor e uma vibração incríveis. Quando eu entro no palco do Pipoca eu sinto uma comunhão com o público. Não é um show meu para eles é um show da gente, juntos"declarou. "Todos os artistas que participaram desta noite estão encantados, em êxtase. A receptividade é muito diferente aqui e não é porque sou baiana e estou puxando a sardinha para o meu lugar", brincou a artista.

Acompanhada pela banda, Marcia aproveitou para homenagear o mestre do reggae no Brasil, Edson Gomes, com a releitura de "Malandrinha" e comemorou o encontro da noite. "Espero que o Pipoca Moderna tenha uma vida longa para que a gente tenha noites especiais como esta", disse a baiana após cantar "De Pés no Chão", lançada originalmente em 1974 por Rita Lee e faixa-título do seu último álbum.

Apesar de já ter cantado com Otto, esta foi a primeira vez que a cantora esteve
com Caetano e Ney Matogrosso em um mesmo palco. Ao tentar mensurar a importância da experiência, a baiana não encontrou uma palavra que pudesse descrever a sensação. Para Marcia, o Pipoca Moderna muito além de ser um show dela com convidados é um projeto que propõe estabelecer encontros e conexões com artistas que se gostam e se admiram, mas que por diversos motivos não conseguem se encontrar e fazer algo juntos.

"Desde que consegui confirmar esse line-up de Caetano, Ney e Otto, fiquei muito excitada, ansiosa e nervosa com o encontro, que é muito raro", e continuou: "Quando esses encontros se realizam, se concretiza para mim a verdadeira alma do Pipoca Moderna". Vale lembrar que o único encontro entre Ney Matogrosso e Caetano Veloso aconteceu há 25 anos e do baiano com Otto ainda não havia acontecido.


Marcia Castro, Caetano Veloso e Otto cantando 'Tieta' no encerramento do show

Para 2014, Marcia Castro reserva novidades. Em maio, ela deve lançar seu novo
álbum, que já esta pronto e se chamará 'Das Coisas Que Surgem'. Pela primeira
vez, lançará um disco de inéditas e autoral. Apesar dos projetos pessoais, Marcia não pensa em aposentar o Pipoca Moderna. "O projeto existe independente dos meus outros projetos", pontua a cantora e acrescenta: "Pelo menos enquanto eu tiver fôlego, porque tem que ter muita dedicação para montar um show inteiramente novo a cada semana".

No próximo dia 22, acontece o último show da temporada. Na ocasião, a anfitriã
receberá as cantoras Baby do Brasil, Karina Buhr e Gaby Amarantos, três mulheres performáticas com as quais já dividiu o palco e experiências musicais. "Vai ser uma explosão", comemorou Marcia Castro.



9/2/2014 

Caetano Veloso e Ney Matogrosso dão selinho em show na Bahia

Os cantores se apresentaram no espetáculo da cantora Márcia Castro.

do EGO, no Rio

Caetano Veloso e Ney Matogrosso levaram o público a loucura em Salvador ao darem um selinho após suas apresentações no show da cantora Márcia Castro. O trio cantou junto no evento Pipoca Moderna, na Bahia, na noite deste sábado, 8.


Caetano Veloso e Ney Matogrosso (Foto: Fred Pontes/Photorionews)

Caetano Veloso e Ney Matogrosso (Foto: Felipe Souto Maior/Agnews)

Caetano Veloso, Márcia Castro e Ney Matogrosso (Foto: Felipe Souto Maior/Agnews)


Caetano Veloso e Ney Matogrosso (Foto: Felipe Souto Maior/Agnews)

Caetano Veloso e Ney Matogrosso (Foto: Felipe Souto Maior/Agnews)




sábado, 25 de febrero de 2017

2017 - 50 ANOS DA TROPICÁLIA



24/2/2017 - Claudia Cunha, Alexandre Leão e Moreno Veloso recebem Gil e Capinan





Circuito Batatinha [Pelourinho]

Sexta - 24 de fevereiro de 2017

Largo do Pelourinho

20h|23h – Alexandre Leão | Claudia Cunha | Moreno Veloso | Gilberto Gil | Capinan




 Foto: Adilton Venegeroles / A Tarde / Futura Press

Foto: Ricardo Fontes

Capinan - Foto: Ricardo Fontes



 
25/2/2017

Caetano e Gil celebram 50 anos da Tropicália e levam multidão ao Pelô

Ícones tropicalistas cantaram canções do movimento nesta sexta-feira (24).
Artistas participaram de show do grupo Viramundo, no Largo do Pelourinho.

Juliana Almirante
Do G1 BA

Os 50 anos da Tropicália, completados neste ano, ganharam uma homenagem especial com dois ícones do movimento, na noite desta sexta-feira (24). E público que foi ao Largo do Pelourinho, em Salvador, cantou, vibrou e se emocionou com a participação de Gilberto Gil e Caetano Veloso no palco durante show da banda Viramundo.

 
Caetano Veloso também participou de show em Salvador (Foto: Max Haack/Ag Haack)


Caetano foi o primeiro a cantar, emocionando o público com a música “Chão da Praça”, com os conhecidos versos “Olhos negros cruéis, tentadores da multidão sem cantor”. Ele dividiu os vocais com filho Moreno Veloso e os cantores Claudia Cunha e Alexandre Leão – que compõem o projeto Viramundo.
"Sem lenço e sem documento", o grupo ainda cantou com Caetano um dos hinos tropicalistas, a música “Alegria, Alegria”.
Aos poucos os foliões foram descendo ao largo, em frente à Fundação Jorge Amado, e lotando ainda mais o espaço. Além da apresentação em homenagem à Tropicália, o Pelourinho também recebe, na noite desta sexta-feira, fanfarras e bloquinhos no chamado "Circuito Batatinha", que percorre as ruas do Centro Histórico.
Em seguida, foi a vez do escritor e poeta Capinan subir ao palco e convidar Gil para encantar o público. “Estamos comemorando a Tropicália. Viemos aqui, eu e Capinan, e Caetano resolveu vir também. Então, são os velhos guerreiros da Tropicália aqui mais uma vez. Eu e Capinam compusemos juntos e misturamos nossas vidas artísticas aqui”, comentou Gil, em conversa com a imprensa.
Depois de passar por tratamento de saúde, Gil diz que está aos poucos voltando a cantar. Na madrugada desta sexta-feira, ele já tinha participado do show da filha, Preta Gil, em um trio no Circuito Dodô. “Aos poucos estou retomando e está dando para o gasto”, brinca.
No repertório, Gil levou ao palco ainda os personagens de "Domingo no Parque": José - o rei da brincadeira, João - o rei da confusão e Juliana, que completa o trio da canção. O ícone tropicalista também entoou os versos de "Soy Loco por ti, América", animando o público no largo do Centro Histórico.

 
Gil se apresentou no Pelourinho nesta sexta de carnaval (Foto: Marcelo Guedes/ Ag Haack)
 
Gil e Capinam homenageram os 50 anos da Tropicália com show no Pelô (Foto: Marcelo Guedes/ Ag Haack)
 
Uma multidão acompanhou a participação de Gil no show da Viramundo, no Largo do Pelourinho (Foto: Marcelo Guedes/ Ag Haack)

Amigos de longa data, os tropicalistas Gil e Capinan dividiram o palco e levaram o público ao delírio, no Pelourinho (Foto: Max Haack/Ag Haack)

Gilberto Gil relembrou canções que marcaram o movimento Tropicalista (Foto: Max Haack/Ag Haack)
O também tropicalista Caetano Veloso apareceu de última hora e participou da homenagem à Tropicália (Foto: Juliana Almirante/G1)

Foto: Max Haack/Ag Haack

 
Gil, Capinan e integrantes do projeto Viramundo no palco do Pelourinho (Foto: Max Haack/Ag Haack)






25 Fevereiro 2017

Gil e Caetano surpreendem, cantam juntos e esquentam carnaval baiano

Apresentação de Caetano Veloso não estava programada e levou multidão ao delírio

Cleusa Duarte
Especial para o Estado


No Palco do largo do Centro Histórico, uma homenagem aos cinquenta anos da Tropicália - Foto: Carol Garcia|GOVBA
 


Foto: Carol Garcia|GOVBA

Foto: Carol Garcia|GOVBA




SALVADOR - O circuito multicultural de Salvador, o Pelourinho viveu no final da desta sexta-feira, 24, o melhor do carnaval. No Palco do largo do Centro Histórico uma homenagem aos cinquenta anos da Tropicália reuniu José Carlos Capinam, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Alexandre Leão, Claudia Cunha e Moreno Veloso no mesmo palco.


Uma das maiores expressões do tropicalismo, Caetano não estava programado oficialmente para se apresentar. Ele disse, que não havia ensaiado e seria tudo no improviso, mas o delírio da multidão presente foi geral. Para encerrar o cantor e compositor cantou “Alegria, Alegria” acompanhado pelo publico e recebeu de volta “Fora Temer, Fora Temer”.


“Eu agradeço muito por estar aqui, nem me organizei para tocar, mas vim. Dei uma passadinha porque eu adoro carnaval e tenho orgulho do Tropicalismo. Meu filho vai tocar e Gil vai cantar e pronto, tá perfeito”, disse Caetano, antes de subir ao palco.Depois de mais alguns ritmos Gilberto Gil foi chamado e ovacionado pelo público formado de uma mistura de fãs nativos, de outros estados e internacionais. Em seguida cantou “Soy Louco por ti América”, uma parceria de Gil/Capinam e interpretada primeiramente por Caetano. No repertório ainda constaram Marginália II, Domingo no Parque e Toda Menina Baiana.


“A Tropicália deu espaço para muitas vertentes no carnaval baiano, como os blocos afros, a axé music. É maravilhoso receber essas homenagens e participar dessas homenagens” disse Gil. Após a participação de Gil, Moreno Veloso, filho de Caetano, deu continuidade à apresentação, executando, ao lado de Cláudia Cunha, músicas em homenagem ao Olodum e ao Ilê Aiyê.
 

  


Claudia Cunha e Alexandre Leão (Projeto Viramundo), Caetano e Moreno
 
Foto : Aristeu Chagas




Caetano e Gil celebram os 50 anos do Tropicália com show no Pelourinho  

Caetano Veloso e Gilberto Gil || Créditos: Reprodução Instagram


Caetano Veloso e Gilberto Gil se reuniram no fim de tarde desta sexta-feira no Pelourinho, em Salvador, por motivo muito especial: comemorar os 50 anos do Tropicalismo, movimento musical do qual ajudaram a criar. Os ícones da música baiana fizeram show em trio elétrico na presença de amigos e familiares. O mais fofo da plateia? Nino, netinho de Gil, filho de Bela Gil e JP Demasi, que ainda nem completou um ano. “Será que teremos mais um músico na família?”, tietou Bela Gil em seu Instagram em foto que reúne três gerações: pai, marido e filho.

 
Gilberto Gil entre o genro J.P. Demasi e o neto Nino || Créditos: Reprodução Instagram






Ja chegando em Ondina 
em frente ao camarote 
do Othon o cantor Caetano 
Veloso sobe no trio da 
pipoca de Márcio Vitor 
no carnaval de Salvador 
e canta com Márcio





De cima do trio, Caetano Veloso acompanha Psirico no circuito Dodô



Músico também apareceu no show de Gil e Capinam no Pelourinho, onde fez um participação especial



Redação iBahia

25/02/2017


Não foi só no show de Gilberto Gil e Capinam que Caetano Veloso apareceu. O cantor aproveitou a noite sexta-feira (24) para acompanhar a passagem da banda Psirico no 'Arrastão do Psi' no circuito Dodô (Barra/Ondina). O desfile desta noite homenageou Iemanjá. 
 

Foto: Aline Caravina / iBahia


Antes de começar o percurso, Márcio Victor, vocalista da banda, participou de um encontro de trios com Preta Gil, Gilberto Gil e Alavontê. 



Fotos: Fred Pontes – Divulgacão


Caetano Veloso participa de show do Psirico no carnaval de Salvador



Caetano é muito fã de Psirico. Ele já declarou em entrevista que considera a banda melhor que Beyoncé







BAHIA NOTICIAS

Sexta, 24 de Fevereiro de 2017 - 20:25
Caetano confere show de filho e de Gil no Pelô; artista se solidariza a Márcia Castro
por Jamile Amine / Francis Juliano


Foto: Ramsés Moura / Ag Haack


Caetano Veloso, um dos ícones da Tropicália, tema do Carnaval do Centro Histórico de Salvador deste ano, confere a participação do filho Moreno Veloso na noite desta sexta-feira (24). Além do show de Moreno, junto com Alexandre Leão e Cláudia Cunha, o santamarense vai pintar também na mais aguardada apresentação do dia no Circuito Batatinha, que terá o parceiro tropicalista Gilberto Gil e o poeta e compositor Capinam, outro nome surgido na época da Tropicália. Questionado sobre a presença das cordas no carnaval, Caetano declarou que não tem problema com o formato. "Eu gosto de trio, de bloco, do carnaval da Bahia de todo jeito, sempre gostei. Corda é negócio de bloco. Filhos de Gandhy tem. As escolas de samba do Rio viraram construçoes concretas", avaliou. Na conversa com os jornalistas, Caetano também falou sobre a polêmica que envolveu a cantora Márcia Castro, que foi substituída do trio "Respeita as Mina" por ter supostamente ficado em cima do muro em relação a uma acusação de estupro contra o músico Fael Primeiro. "Visto [a camisa do bloco], mas com Márcia", resumiu Caetano.




Sexta, 24 de Fevereiro de 2017 - 21:10
Caetano dá 'selinho' em Márcia Castro e reforça solidariedade à cantora
por Jamile Amine / Francis Juliano


Foto: Jamile Amine  / Bahia Notícias
Depois de afirmar que só vestiria a camisa do trio "Respeita as Mina" – iniciativa de empoderamento feminino que sai na segunda de carnaval – se Márcia Castro fosse incluída novamente, Caetano Veloso deu outra demonstração de apoio à cantora. Logo após dar uma canja no Carnaval do Pelourinho, na noite desta sexta-feira (24), o BN flagrou o artista na plateia dando um "selinho" na própria Márcia Castro. Caetano Veloso, que não constava na programação da folia soteropolitana, subiu antes ao palco e fez uma pequena apresentação no show do filho Moreno Veloso, que divide o palco com Alexandre Leão e Cláudia Cunha. Os três ainda recebem Gilberto Gil e Capinam.