Mostrando entradas con la etiqueta Censura. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta Censura. Mostrar todas las entradas

jueves, 21 de agosto de 2025

1969 - UM HOMEM, UMA MULHER - CLÓVIS BORNAY / MARIA BETHÂNIA

 


1969
Revista “êle ela”
Ano I - n° 5
Setembro de 1969

 

 

UM HOMEM, UMA MULHER

 

Texto: Flávio de Aquino
Fotos: Nelson Santos e Sebastião Barbosa

 




1969









domingo, 25 de mayo de 2025

1969 - A ÚLTIMA CEIA SEGUNDO ZIRALDO





O painel de Ziraldo, que estampou uma das paredes do Canecão entre 1967 e 1972






Maria Bethânia e Ziraldo

O mural foi tema de um curta-metragem dirigido por Rodolfo Felipe Neder em 1968. 

"A última ceia segundo Ziraldo" apresenta uma paródia sobre o Gênesis e conta com um diálogo bem humorado entre Ziraldo e Maria Bethânia.



1969

Categoria: Curta-metragem/Sonoro
Material original: 35mm, COR, 10min, Eatsmancolor
Gênero: Documentário


ESTE FILME FOI PREMIADO
PELO INSTITUTO NACIONAL
DE CINEMA

ZAP Produções Cinematográficas Ltda

A ÚLTIMA CEIA SEGUNDO ZIRALDO
Um filme de Rodolfo Neder

Feito sobre o mural de Ziraldo - No Canecão – Rio – Brasil

Câmera: Afonso Viana
Assistente: Fabrizio Napolitani Jr.
Chefe Produção: Stella Bastos Tigre
Eletricista: Lidio Rocha
Letreiros: Belmiro Pires
Som: Rivatom
Tecnico: Carlos de la Riva
Efeitos Especiais: Walter Goulart
Conversa: Maria Bethânia e Ziraldo
Roteiro & Fotografia: Rodolfo Neder
Montagem: Manoel Oliveira
Assistente: Antonio Oliveira

Cancão “BABY” de Caetano Veloso

Agradecemos a Mario H. Priolli S.A. - Canecão



Festivais

- Participou do II FIF - Festival Internacional do Filme do Rio de Janeiro. Março/1969.

- INC - Instituto Nacional de Cinema. 2° lugar em curta-metragem. Maio/1969.

- Participou do “V Festival de Brasilia do Cinema Brasileiro". Brasília - DF. Novembro/1969.
- XI Festival Internacional de Filmes Documentários, Bilbao. 24-29 novembro/1969. Apresentado fora do concurso






























































martes, 24 de septiembre de 2024

1971 - VINÍCIUS DE MORAES / TOQUINHO / MARÍLIA MEDALHA - TEATRO DO PAIOL - Curitiba

 

O paiol de pólvora que virou teatro


“No dia 26 de dezembro de 1971, um domingo, o poeta e seus amigos chegaram a Curitiba. Com atraso de dois voos, para aflição de todos… Rosto vermelho, garrafa de Chivas Regal debaixo do braço e boné cobrindo seus cabelos brancos, o poeta desceu do avião, perguntando por Jaime Lerner, com que havia falado duas vezes ao telefone…”.

Aramis Millarch (1943/1992) 




Batizado por Vinícius, Teatro do Paiol é símbolo cultural de Curitiba


Batizado com uísque por Vinicius de Moraes, o Teatro do Paiol é o símbolo de uma transformação cultural que a cidade de Curitiba pôs em marcha no começo da década de 1970. 

O pequeno teatro de arena instalado num antigo paiol de pólvora, construído em 1874, pode ser considerado o marco zero do período em que a administração pública passou a transformar a geografia da cidade para criar espaços culturais, boa parte deles em atividade até hoje.

Inaugurado em 27 de dezembro de 1971, em um show histórico com Vinícius, Toquinho, Marília Medalha e o Trio Mocotó, o Paiol ainda é um dos palcos mais queridos por artistas de todo o país pela proximidade que o artista tem do público e todas as circunstâncias que envolveram a sua criação.



ch



1971
Revista inTerValo 2000
Ano IX – n° 468
Dezembro de 1971
 
Capa: Tarcísio Meira
Foto de Joel Maia
 
Editora Abril

 








27 de dezembro de 1971 - Show com Vinícius de Moraes, Toquinho, Marília Medalha e o Trio Mocotó - Foto: Gazeta do Povo



Para inaugurar o Teatro Paiol, foi realizada uma apresentação de Vinícius de Moraes, Toquinho, Marília Medalha e Trio Mocotó — Foto: Acervo/FCC

 



PAIOL DE PÓLVORA

Compositores: Toquinho e Vinícius de Moraes

1971

Censurada na época

 

Nas palavras de Vinicius, a nova casa de espetáculos é “maravilhosa e não deveria apenas ser chamada de Teatro do Paiol, mas sim ‘Paiol de Pólvora’, pois é um nome muito mais quente”. Inclusive, em homenagem ao teatro, Vinicius compôs uma música - de título “paiol de pólvora” - que foi apresentada no teatro em 30 de dezembro de 1971. A ditadura militar achou a letra ofensiva e censurou a música, que teve sua gravação e apresentação pública proibidas. 

O único registro fonográfico da canção está no LP com a trilha sonora da novela 'O Bem Amado', de Dias Gomes. 


De acordo com os censores, havia uma comparação entre o Brasil dos militares e um paiol de pólvora. Apenas a versão instrumental estava liberada.

 

 

Estamos trancados no paiol de pólvora

Paralisados no paiol de pólvora

Olhos vedados no paiol de pólvora

Dentes cerrados no paiol de pólvora

 

Só tem entrada no paiol de pólvora

Ninguém diz nada no paiol de pólvora

Ninguém se encara no paiol de pólvora

Só se enche a cara no paiol de pólvora

 

Mulher e homem no paiol de pólvora

Ninguém tem nome no paiol de pólvora

O azar é sorte no paiol de pólvora

A vida é morte no paiol de pólvora

 

São tudo flores no paiol de pólvora

TV a cores no paiol de pólvora

Tomem lugares no paiol de pólvora

Vai pelos ares o paiol de pólvora

 

São tudo flores no paiol de pólvora

TV a cores no paiol de pólvora

Tomem lugares no paiol de pólvora

Vai pelos ares o paiol de ... 











Curitiba, 24 de abril de 1973


Vinicius de Moraes e Gal Costa tiveram um encontro casual em Curitiba.

Ele para um show no Teatro do Paiol e depoimento para o MIS e ela para dois shows (25 e 26 de abril), no Colégio Estadual do Paraná.



























Foto: Irandy Ferreira