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jueves, 27 de mayo de 2021

2021 - NELSON SARGENTO


NELSON MATTOS [Rio de Janeiro (RJ), 25/7/1924 – Rio de Janeiro (RJ), 27/5/2021]

Compositor, cantor, ator, escritor, artista plástico.


“Desde 1965 que Nelson Sargento entrou em minha vida: vi várias vezes o show Rosa de Ouro, onde ele estava, ao lado de Elton Medeiros, Paulinho da Viola, Anescar e Jair do Cavaquinho, em roteiro de Hermínio Bello de Carvalho e direção de Kleber Santos, mostrando a vitalidade do samba - os quatro (cinco!) crioulos abrindo alas para os velhos sambas-canções na voz de Aracy Cortes e os cantos da formação de nossa Americáfrica na voz da extreante Clementina. Os sambas de Nelson Sargento são eternos. "Agoniza mas não morre" é seu testemunho de longa vida acompanhando a resistência do samba. Tenho a honra de tê-lo conhecido e de ter estado perto dele em tantas abençoadas oportunidades. Nelson morreu aos 96 anos. Estava, entre outras coisas, infectado por covid, mesmo tendo sido vacinado. Tempos cheios de tristezas. Mas o samba não morreu nem morrerá: deixa a malvada da língua do povo falar.”

 

[Caetano Veloso, 27/5/2021, Instagram]




7/8/2017 - Nelson Sargento presenteia Caetano Veloso












1965
























































Diário de Notícias - 16/5/1965




martes, 12 de noviembre de 2019

2019 - PAULINHO DA VIOLA


"Nasci em 1942. Se tenho uma razão para me orgulhar nesta vida, esta é o ano em que nasci. Hoje, por exemplo, @paulinhodaviola completa a mesma idade que atingi em agosto. Somos @miltonbitucanascimento, @gilbertogil, @paulmccartney, uma pá de gente mágica. Mas Paulinho sempre mereceu um lugar especial em meu Olimpo.

Quando eu o vi e ouvi pela primeira vez, tínhamos 23 anos. Em artigo que escrevi em 1965 para uma revista universitária de Salvador, em resposta aos argumentos um tanto reacionários de Tinhorão, eu já convidava quem quisesse entender o que estava acontecendo com a música brasileira que escutasse Paulinho. Depois, na ventura de ser seu vizinho de porta com porta no Solar da Fossa, foi a ele que mostrei minha primeira canção tropicalista: "Paisagem Útil". A reação de Paulinho foi uma lição de justiça e elegância. "Coisas do Mundo, Minha Nega", "Sinal Fechado", "Para Um Amor no Recife", "Coração Leviano", "14 Anos", só para mencionar as que me vieram à cabeça agora, as canções desse gênio discreto e deslumbrante são a riqueza do Brasil.

Faz muitos anos que só vejo rara e finalmente. Não faz mal. Meu amor por tudo o que ele significa é e será sempre igual: ilimitado. Feliz aniversário!"

[12/11/2019, Caetano Veloso, Facebook]





1967

1981

6/4/1987 - Semana Caetano Veloso - Paulinho da Viola e Gereba

28/2/2015











 
 
 


 
 






























Solar da fossa