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| Walter Franco, José Celso Martinez Corrêa e Caetano Veloso |
Acervo digitalizado de la obra de Caetano Veloso, organizado por Evangelina Maffei [Buenos Aires, Argentina] Fecha de inicio: 2/12/2010. Sitio oficial de Caetano Veloso: http://www.caetanoveloso.com.br
Gilberto Gil, Geraldo
Casé, Torquato Neto, Zé Celso, Rogério Duprat, Caetano Veloso, Flávio Império e Roberto Palmari.
“Com
o estado-maior da Tropicália (Rogério Duprat, Capinan, Gil, entre outros)
preparando a explosão
que mudaria para sempre a história da música popular brasileira”
Gil comanda o show para
mudar Oficina
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| 5/2/1973 |
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| 1979 |
"Não posso falar sobre Zé Celso morto. Em 1967, tendo acabado de gravar "Tropicália", vi O Rei da Vela e me vi ali. A revelação de Oswald, os cenários de Eichbauer, o Brasil nu e fantasiado, as pessoas sobre o palco atuando como nunca se fizera. Depois, Roda Viva. Nos anos 70 reagi com frieza às malcriações dos atores aos espectadores. Mas logo isso cresceria para a estrada estreita e imensa imaginada por Lina Bardi em que se transformara o teatro Oficina, por onde fluiriam Cacildas e Sertões. Zé Celso era um artista, não meramente um "diretor de teatro". Um artista intenso, imenso. Precisamos de tempo para dimensionar seu legado. Ele estava orientando o começo de um espetáculo baseado na Queda do Céu de Davi Kompenawa. O fogo, não consigo continuar o pensamento sobre o fogo."
Caetano Veloso, 6/7/2023