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domingo, 4 de mayo de 2025

1968 - OS DEBATES TROPICALISTAS

 

Gilberto Gil, Geraldo Casé, Torquato Neto, Zé Celso, Rogério Duprat, Caetano Veloso, Flávio Império e Roberto Palmari.




“Com o estado-maior da Tropicália (Rogério Duprat, Capinan, Gil, entre outros) preparando a explosão que mudaria para sempre a história da música popular brasileira”





























Revista A CIGARRA


















domingo, 23 de junio de 2024

1973 - CONCERTO PARA OFICINA

 


Gil comanda o show para mudar Oficina



5/2/1973














































































1973
Revista Amiga
n° 143
15 de fevereiro de 1973












1973
Revista Amiga
n° 144
20 de fevereiro de 1973




















1979



José Celso Martinez Corrêa, conhecido como Zé Celso

[30/3/1937 - 6/7/2023]

"Não posso falar sobre Zé Celso morto. Em 1967, tendo acabado de gravar "Tropicália", vi O Rei da Vela e me vi ali. A revelação de Oswald, os cenários de Eichbauer, o Brasil nu e fantasiado, as pessoas sobre o palco atuando como nunca se fizera. Depois, Roda Viva. Nos anos 70 reagi com frieza às malcriações dos atores aos espectadores. Mas logo isso cresceria para a estrada estreita e imensa imaginada por Lina Bardi em que se transformara o teatro Oficina, por onde fluiriam Cacildas e Sertões. Zé Celso era um artista, não meramente um "diretor de teatro". Um artista intenso, imenso. Precisamos de tempo para dimensionar seu legado. Ele estava orientando o começo de um espetáculo baseado na Queda do Céu de Davi Kompenawa. O fogo, não consigo continuar o pensamento sobre o fogo."

Caetano Veloso, 6/7/2023