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sábado, 23 de junio de 2018

1981 - DEIXA ESCORRER




“… E a presença de Caetano... A música me foi apresentada por Luis Antonio Correa, e foi feita para a peça O percevejo de Maiakovski. É Caetano, um jeito novo de cantar, que a gente tenta, ousa e pode. …” 
[Elba Ramalho]


"... e a gente escuta coisa como Deixa escorrer, de Caetano, e se surpreende de ser Elba e ser Caetano – alguma alquimia misteriosa tirou tudo do lugar. ..."
[Ana Maria Bahiana]















Gravado e mixado no período de 15 de março a 15 de abril de 1982 nos estúdios Sigla - RJ 
Lançamento: maio de 1982



9/10/1982 - Tárik de Souza - Jornal do Brasil



























 
 


22/10/1982 - Correio Braziliense











1982
Revista FATOS E FOTOS – GENTE
N° 1.108
Rio de Janeiro, 18 de novembro de 1982

Fotos: Rui de Campos

















1982
Revista Amiga – TV Tudo
Novembro - n° 652
Editora Bloch





CAETANO NEM SE LEMBRA DA MÚSICA PROIBIDA
Durante show em São Paulo Caetano falou da censura.


“Não me lembro da letra… disse Caetano”. Teria que ler novamente. Chamou a mulher Dedé Gadelha e perguntou: “Quando é que eu fiz aquela letra para a peça tal?”. Dedé respondeu que foi em abril desse ano para a peça O Percevejo. Mesmo demonstrando total dessinteresse pelo fato de ter mais uma letra proibida, Caetano que tem sido um dos compositores mais visados pelo orgão censor ainda esclareceu “Até agora não me interessei na letra como canção. Quem sabe para o futuro?”.


Para dar por encerrado o assunto, negou-se a dar sua opinião sobre a censura brasileira, preferindo falar sobre o show que realizou para as crianças da Febem (Fundação Estadual do Bem Estar do Menor) … “Eu achava que ia ser um show normal, pois já havia cantado para crianças carentes em Porto Alegre. Aconteceu o contrário. Foi um negócio emocionante. A meninada cantou e dancou comigo…







“… A Censura proibiu Deixa Escorrer em nome da “moral e dos bons costumes”. Foi proibida para gravação por ter sido considerada “indecorosa” (“Deixa escorrer, deixa melar, deixa crescer… que o amor nao dá para compartimentar”. Na peça, porém, tal letra não causou problemas…”

[Folha de S.Paulo, 19/12/1982]






DEIXA ESCORRER
Letra e música: Caetano Veloso
Da peça teatral “O Percevejo”
Intérprete: NEY COSTA SANTOS

Deixa escorrer
Deixa melar
Deixa bater
Deixa sangrar
O amor não dá pra compartimentar

Deixa subir
Deixa crescer
Deixa cair
Deixa voar
A vida deixa-se contaminar

Pra que viver sem vodca, sem fumo e sem amor
Melhor morrer de vodca, do que de tédio e dissabor

Deixa esquecer
Deixa lembrar
Deixa esconder
Deixa mostrar
A luz, a sombra, o sonho, o sol e o mar

Deixa meter
Deixa tirar
Deixa acender
Deixa pra lá
Não cabe numa estrofe pra cantar
















martes, 3 de febrero de 2015

1981 - O PERCEVEJO


Luís Antonio Martinez Corrêa (1950/1987)



1981 - Cartelera de Teatro - Jornal do Brasil
"Comédia feérica",  según el propio Maiacóvski





“Para nós, brasileiros, que vivemos abaixo do equador e no sistema capitalista, acreditamos que somente haveria sentido montar essa peça se tivéssemos com ela uma relação oswaldiana, antropofágica, procurando evidenciar sua universalidade".


[1981, Grupo Klop,  do programa da peça]




O GLOBO

10/4/1981












 
















Programa - CORRÊA, L. A. M. e KLOP, O Percevejo, Rio de Janeiro, s/d

El 5 de junio de 1981, se estrena en Rio de Janeiro (Teatro Dulcina) la obra teatral O percevejo (Клоп, 1929 / Klop / The Bedbug / La chinche), del poeta ruso Vladimir Maiakóvski, dirigida por Luís Antonio Martinez Corrêa (Araraquara SP, 1950 / Rio de Janeiro RJ, 1987) [Premio Mambembe al Mejor Director, 1981] y escenografía de Hélio Eichbauer (Rio de Janeiro RJ, 1941) [Premio Moliere a la Mejor Escenografía, 1981].

En 1983, por invitación de la Federación Nacional de Teatro Universitario (*), participó en dos festivales internacionales de teatro uno en Lyon y otro en Caen, y fue presentada tambien en Paris durante doce días en el Palais des Glaces. 

En agosto del mismo año, se representó en San Pablo en el Teatro do SESC-Pompéia (24/8 al 30/10). 

La pieza, fue traducida por el propio Martinez Corrêa y el guión teatral adaptado por el mismo, con Guel y Maurício Arraes y algunos poemas musicalizados por Caetano Veloso, integraba el lenguaje teatral con el cine, la poesía y la danza.

El cine participando en tres niveles, como documental en el que aparecen Trotski, Lenin, Isadora Duncan y el propio Maiacóvski; el segundo con escenas filmadas por Guel Arraes y Ney Costa Santos, con Paulo Autran, Rodrigo Santiago y otros y un tercer nivel integrado a la acción desarrollada en el escenario.

Con la participación de Cacá Rosset (Prissípkin, el personaje principal), Telma Reston y Dedé Veloso como actriz, entre otros.

Una de las canciones de la banda sonora, O amor, interpretada por Caetano, se convirtió en suceso en la voz de Gal Costa. 





O GLOBO

1/6/1981






 
 
 
 


1981, Elenco da peça O percevejo







Revista TV Contigo n° 333 - Junho 1981



Cacá Rosset
Escena de O Percevejo en el Teatro Dulcina de Rio de Janeiro


"Una representación frenética, viva, tropical: música, filmaciones en una excelente utilización (sean históricas o de ficción), inserción de números circenses, danza. Comediantes alegres, llenos de vida, sin miedo a nada y sobretodo sin miedo de llorar el buen gusto! Bajo la apariencia caótica de la representación, un bello teatro, repleto de referencias y citaciones. Un teatro límpido y claro, fácil de acompañar (la representación es en portugués, pero se entiende todo); un teatro que divierte, mas recrea poéticamente al mundo, sus ficciones y sus implacables realidades."
[Armelle Héliot, para Le Quotidien de París, abril de 1983]




(*) El Grupo Klop (percevejo en ruso), no tenía nada que ver con la estructura universitaria brasileña.






1981
Revista Veja
N° 666 – 10 de junho

Anarquia feliz: 
Maiakósvki renasce ao som de Caetano Veloso

por Ana Cristina César








1981
Revista Manchete
Rio de Janeiro - n° 1520 – Ano 30

6 de junho de 1981

















1981
Revista fatosefotos GENTE
Brasília, 15 de junho de 1984
N° 1.034
































26/2/1983 - Ultima Hora







18/8/1983








26/10/1983