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viernes, 22 de diciembre de 2023

2023 - CIÚME

 

Caetano Veloso participa do álbum tributo a Carlos Lyra.


Letra e Música: Carlos Lyra
1960 

© Copyright by Editora de Música Lyra Ltda


Tenho razão
Em proceder assim
De vez em quando reclamando
De quem anda com você
Há coisas que eu nem posso ver
Como esse telefone azucrinando
Só chamando por você
Esses seus parentes que lhe beijam tanto assim
E esses seus amigos que só falam mal de mim
Se eu zango
Você pega a rir
Argumentando que eu já estou ficando
Com ciúme de você
Ciúme eu não lenho não
O que eu quero é respeito
Da um jeito senão eu paro com você







2023 - CAETANO VELOSO
Álbum "AFETO - Homenagem Carlos Lyra - 90 Anos"
[Vários intérpretes]

Sesc CD 7898444702375

Lançado em 1º de dezembro de 2023


Músicas

1. SAUDADE FEZ UM SAMBA (Carlos Lyra/Ronaldo Bôscoli) Gilberto Gil
2. INFLUÊNCIA DO JAZZ (Carlos Lyra) Joyce Moreno e Ivan Lins
3. MINHA NAMORADA (Carlos Lyra/Vinicius de Moraes) Edu Lobo
4. QUANDO CHEGARES (Carlos Lyra) Wanda Sá
5. SAMBA DO CARIOCA (Carlos Lyra/Vinicius de Moraes) Fernanda Abreu
6. E ERA COPACABANA (Carlos Lyra/Joyce Morenao) Mônica Salmaso
7. MARIA NINGUÉM (Carlos Lyra) Lulu Santos e Marcos Valle
8. SABE VOCÊ (Carlos Lyra/Vinicius de Moraes) Paula Morelenbaum e Roberto Menescal
9. CIÚME (Carlos Lyra) Caetano Veloso
10. O NEGÓCIO É AMAR (Carlos Lyra/Dolores Duran) Marcos Valle e Patrícia Alví
11. ALÉM DA BOSSA (Carlos Lyra/Daltony Nóbrega) Leila Pinheiro
12. LOBO BOBO (Carlos Lyra/Ronaldo Bôscoli) Mart'nália
13. CANÇÃO QUE MORRE NO AR (Carlos Lyra/Ronaldo Bôscoli) Ney Matogrosso
14. VOCÊ E EU (Carlos Lyra/Vinicius de Moraes) Djavan




lunes, 18 de diciembre de 2023

2023 - MEU COCO - Concha Acústica do Teatro Castro Alves

 

“Chego à minha Bahia e logo faço série de três shows do Meu Coco na Concha. Tenho 81 anos e venho de uma série de atividades super puxada. Peço aos meus amigos, colegas, conhecidos e desconhecidos que considerem minha decisão de descansar o que me é necessário. Depois dos shows na Concha entrarei em período de férias radicais. Peço que não me convidem para atividades públicas, participações, conceder entrevistas ou emitir opiniões, gravar vídeos, escrever releases e outros textos ou qualquer outra atividade, sobretudo àqueles que sabem que mais me tocariam com seus chamados. Que tenhamos um feliz verão.”

Caetano Veloso, 14 de dezembro de 2023



Alô Alô Bahia

15/12/2023 


rafael.freitas@redebahia.com.br


TURNÊ ‘MEU COCO’


Caetano Veloso lota a Concha em 1° de três shows que fará em Salvador antes das férias

Depois da apresentação de domingo, o artista entra de férias e só volta a se apresentar no dia 1 de março, em Porto Alegre


Com capacidade para 5 mil pessoas, a Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA) ficou pequena para os milhares de fãs de Caetano Veloso, que foram ao espaço conferir a primeira das três apresentações que ele faz na cidade, nesta sexta-feira (15/12), trazendo de volta a turnê ‘Meu Coco’, que estreou nacionalmente no ano passado. Vestido todo de branco, Caetano subiu no palco por volta das 19h10, cantando Avarandado. Em seguida, veio a canção que dá nome a turnê. Mas foi com Reconvexo que ele mostrou que tem ginga, sambou miudinho e fez todo mundo cantar junto: "Quem não rezou a novena de Dona Canô/ Quem não seguiu o mendigo Joãozinho Beija-Flor/ Quem não amou a elegância sutil de Bobô/ Quem não é recôncavo e nem pode ser reconvexo".

Durante o concerto, a plateia voltou com os gritos de 'senta, senta'. Em resposta, Caetano brincou: "eu não vou sentar". Depois, o artista saiu do tom de brincadeira e falou que, se alguém estivesse atrapalhando algum dos presentes que estivesse sentado atrás, ele não sabia como resolver esse problema da Concha.

Inicialmente, o cantor faria só uma apresentação no sábado (16) e outra no domingo (17), mas após os ingressos esgotarem, ele acabou ampliando a apresentação em mais um dia. Os ingressos começaram a ser vendidos em junho, com valores entre R$ 110 e R$ 370, a depender do setor e se é meia ou inteira. Ano passado, o show foi realizado em apresentação única, no dia 5 de novembro. 

Caetano Veloso traz ao público uma experiência única com o show "Meu Coco", indo além do novo álbum. Com detalhes cinematográficos, a performance une peças marcantes e obras que registram momentos históricos de sua carreira. “No show 'Meu Coco', procuro juntar peças marcantes do álbum com obras que registrem momentos históricos do meu trabalho. Mas, com o caráter de roteiro quase cinematográfico que nunca me abandona quando projeto um espetáculo. Penso na sequência de canções como quem está diante de uma moviola - ou de um aplicativo de 'edição', que é como se chama hoje a montagem”, informou Caetano, na divulgação da turnê. No início de junho, o artista comentou que a turnê pode ser a última que ele fará ao redor do mundo. 

Depois da apresentação de domingo, o artista entra de férias e só volta a se apresentar no dia 1 de março, em Porto Alegre, depois seguirá com a turnê para os Estados Unidos. Até lá, quer descansar bastante na Bahia. Antes mesmo das férias começarem, ele já mandou um recado: quer sossego. "Tenho 81 anos e venho de uma série de atividades super puxada. Peço aos meus amigos, colegas, conhecidos e desconhecidos que considerem minha decisão de descansar o que me é necessário", avisou, em postagem no Instagram. 

Caetano, que costumava ser presença certeira numa tarde de sol no Porto da Barra, em ensaios de Verão, ou enchia a casa de amigos na festa de Iemanjá, promete ficar recluso nesse Verão. "Depois dos shows na Concha, entrarei em período de férias radicais. Peço que não me convidem para atividades públicas, participações, conceder entrevistas ou emitir opiniões, gravar vídeos, escrever releases e outros textos ou qualquer outra atividade, sobretudo àqueles que sabem que mais me tocariam com seus chamados. Que tenhamos um feliz verão", anunciou.




15/12/2023 - Foto: Elias Dantas  / Alô Alô Bahia



Vestido todo de branco, Caetano subiu no palco por volta das 19h10, cantando Avarandado

Em seguida, veio a canção que dá nome a turnê. 

Mas foi com Reconvexo que ele mostrou que tem ginga, sambou miudinho e fez todo mundo cantar junto: "Quem não rezou a novena de Dona Canô/ Quem não seguiu o mendigo Joãozinho Beija-Flor/ Quem não amou a elegância sutil de Bobô/ Quem não é recôncavo e nem pode ser reconvexo".

 



Foto: Elias Dantas - Alô Alô Bahia

Foto: Elias Dantas - Alô Alô Bahia

Foto: Elias Dantas / Alô Alô Bahia








"Eu vi a notícia de que Carlos Lyra tinha morrido hoje aos 90 anos. Então esse show é dedicado a ele", disse Caetano ao público, antes de cantar e tocar ao violão "Quando chegares", um dos clássicos do repertório de Lyra.



 16/12/2023 - Foto: Rafaela Paixão / g1 BA






Foto: Arisson Marinho / CORREIO

Foto: Arisson Marinho / CORREIO

Foto: Arisson Marinho / CORREIO

Foto: Arisson Marinho / CORREIO





viernes, 9 de junio de 2017

1987 - AHORA BRASIL - España



1970, Barcelona - Pere Fages amb Pau Riba i Caetano Veloso


: ¿Cuál es su relación con España? ¿Cómo se siente con el público español?
R: Pues me siento sobre todo en casa. Mi relación con España empezó en Barcelona, en 1970, cuando Gilberto Gil y yo estábamos exiliados en Londres. Glauber Rocha estaba dirigiendo en Cataluña la película 'Cabezas Cortadas' y me llamó para conversar. El productor era Pere Fages, que conocía a un montón de cineastas y músicos de la ciudad y me presentó a Pi de la Serra, Pau Riba y Joan Manuel Serrat. Recuerdo una cena con García Márquez y una ciudad que me encantó. De modo que cuando, años después, fui a conocer Madrid, me proclamaba catalán.
[Entrevista: Germán Aranda, 29/5/2014, Diario El Mundo, España]







Toquinho: guitarra y voz
Caetano Veloso: voz y guitarra
Nana Caymmi: voz
Fecha: 27/4/1987
Palau d’Esports - Barcelona - España 



20/4 - 5/5/1987 - Projeto “Ahora Brasil” em Madrid, Barcelona, Bilbao e Pamplona.




LA VANGUARDIA

Espectáculos

Domingo, 26 abril 1987, página 62

La música brasileña vibrará mañana en el Palau d’Esports 
Caetano Veloso, Nana Caymmi,
Toquinho y, tal vez, Serrat

Mañana por la noche, en el Palau d’Esports, la propuesta de la música brasileña congregará nuevamente la participación popular y con ello se confirmará el fenómeno curioso de la profunda implantación de esta música en amplias capas sociales de nuestro país, lo que se traduce en una positiva diversificación de preferencias que diluye la preponderancia anglosajona en la música pop.


Toquinho, de verdadero nombre Antonio Pecci actuará mañana en Barcelona por primera vez, al frente de su conjunto en el que figuran Luis Lopes (teclados), Ivani Sabino (bajo), Mutinho (batería), Papete (percusión), Consiglia y Adi Santos (coros) y el mismo Toquinho actuando como cantante y consumado guitarrista.

También será el debut barcelonés para Nana Caymmi, hija de la cantante Stella Maris y del famoso compositor Dorival Caymmi, dos figuras relevantes de la canción popular “del nordeste”, como allí se llaman a los artistas de la región autónoma de Bahía. Nana Caymmi actuará también con su conjunto integrado por Guilhermo Vergueiro (piano), Claudio Guimarães (guitarra), Danilo Caymmi (flauta), Novelli (bajo) y Ricardo Costa (batería).

Caetano Veloso, que ofreció un concierto memorable (22/9/1984) en la plaza de la Catedral, en el marco de las fiestas de la Mercè de 1984 (*), vuelve ahora para dar su medida de la contemporaneidad con el “backing” dinámico de su conjunto regular.
Algunos espíritus morbosos se preguntan todavía si no “torna”, además, y piensan concretamente en Joan Manuel Serrat, que ha grabado un disco “larga duración” en el Brasil, cantando brasileño y precisamente con alguno de los rutilantes artistas en cartel. O en Francesc Pi de la Serra, que presentó a Caetano Veloso en la catedral de Barcelona y llegó a cantar con él. Nada está escrito al respecto pero se sabe que alguno de los más significados artistas de la “cançó” han pedido un “pase de escenario” para la noche de mañana. Si estarán delante o detrás de las “bambalinas” es algo que sólo se sabrá en el último momento.

Por de pronto, tres importantes exponentes de la canción pop brasileña, los que figuran en el programa, son ya más que suficientes para garantizar una velada de singularizada vibración sobre todo teniendo en cuenta las diferencias de estilo que se manifiestan entre ellos y el hecho de que cada uno ofrecerá un recital completo.

La fiesta empezará moderadamente temprano, a las 10 de la noche. No está todavía decidido en qué orden actuaran los tres artistas porque poseen una relevancia muy pareja y se descarta totalmente un orden preferencial. Serán otras circunstancias, más de tipo operativo y logístico, las que influyan en la determinación. De todos modos, sea cual fuera el artista que empiece o que termine el festival, el interés se sostendrá idéntico de principio a fin, de manera que es aconsejable estar pronto en el Palau d’Esports, no sólo para evitar aglomeraciones de último minuto sino para disponerse a disfrutar del concierto en toda su extensión.

A. M.


(*)  
Festes de la Mercè 1984, Barcelona - Autor: Miquel Vilà


Programa



























 
 













 
 
 



















Jueves 16 de enero de 2014.

Rueda de prensa y presentación del Año Pi de la Serra
del DVD documental L'home del carrer de Guillem Vidal y Sergi Martí
17.00 horas
Club Social

El 2014 es el Año Pi de la Serra, coincidiendo con el quincuagésimo aniversario de la trayectoria de Quico Pi de la Serra como pionero de la Nueva Canción y referente indiscutible de la música moderna catalana. Para conmemorarlo, Grup Enderrock edita y presenta el documental L’home del carrer, codirigido por Guillem Vidal y Sergi Martí, que cuenta con la colaboración de Fundación SGAE, Televisió de Catalunya, Instituto de Cultura del Ayuntamiento de Barcelona y el apoyo para la financiación de varios mecenas mediante Verkami.

Realizado por Clack Produccions y con la coproducción de TVE, el DVD se distribuye con un número especial de la revista Enderrock del mes de enero dedicado a la Generación del 48, la generación mágica de la Canción de los años cuarenta, que se complementa con una portada de Pau Riba y Pascal Comelade. 
El objetivo de L’home del carrer es reivindicar la figura de Quico Pi de la Serra a un primer plano de la música del país. Repasa la carrera del cantautor, aporta opiniones de destacados músicos y amigos como Joan Manuel Serrat, Lluís Llach, Maria del Mar Bonet, Joaquín Sabina y Luis Eduardo Aute, e incorpora versiones en directo de artistas como Roger Mas, Cesk Freixas, Sanjosex y La Terrasseta de Preixens, además de Paolo Conte, Caetano Veloso y John Martyn.
El documental no será el único homenaje del Año Pi de la Serra: El festival Barnasants 2014 ha programado el espectáculo Si els fills de puta volessin... el Quico es faria caçador (11 de abril, Teatre Juventut de L’Hospitalet), en el que las generaciones más jóvenes versionarán a Pi de la Serra y se grabará un disco. También se editará una biografía realizada por el periodista argentino Alejandro Crimi, Jo no hi era però me'n recordo (Comangera, 2014), se reconocerá su trayectoria en la gala de los Premis Enderrock 2014 y se estrenará un espectáculo antológico en el festival Strenes de Girona que mostrará su cara más blues y eléctrica, entre otros homenajes que se darán a conocer en esta rueda de prensa. 

Al acto de presentación participarán el propio Quico Pi de la Serra, cantautor; Guillem Vidal y Sergi Martí, directores del documental; Pere Camps, director del festival Barnasants; Jordi Freixes, director de Batall Produccions; Ramon Muntaner, director de la SGAE en Catalunya y Balears, y Lluís Gendrau, director editorial de Grup Enderrock. 
Después de la presentación, a las 18.00 horas, tendrá lugar la proyección del documental L’home del carrer para los mecenas que han colaborado.










        2014 - Revista Enderrock nº 219                                  DVD

Es presenta 'Pi de la Serra: l'home del carrer'

Al documental hi apareixen Paolo Conte, Caetano Veloso, Joan Manuel Serrat, Lluís Llach, Sabina, Aute, Roger Mas.

Redacció | 15/01/2014 a les 15:00h

l Grup Enderrock presenta el documental Pi de la Serra: L'home del carrer, que reivindica per primera vegada la figura i obra del cantautor pioner d’Els Setze Jutges. Al DVD, que s’encarta amb la revista de gener, hi han participat Paolo Conte, Caetano Veloso, Joan Manuel Serrat, Lluís Llach, Sabina, Aute, Roger Mas i molts altres. La roda de premsa i la projecció del documental serà dijous 16 de gener a la seu de la SGAE a Barcelona, amb la presència dels directors del documental, Guillem Vidal i Sergi Martí, i el mateix Francesc Pi de la Serra. Sortegem entrades per a aquesta estrena.

El 2014 serà l’Any Pi de la Serra coincidint amb el cinquantè aniversari de la seva trajectòria com a pioner de la Nova Cançó i referent indiscutible de la música moderna catalana. Per tal de commemorar-ho, el Grup Enderrock edita i presenta el documentalL’home del carrer, codirigit per Guillem Vidal i Sergi Martí, realitzat per Clack Produccions i amb la coproducció de TVE i la col·laboració de TVC, la Fundació SGAE, l’ICUB i el suport per al finançament de Verkami.

El DVD es distribueix amb un número especial de la revista Enderrock del mes de gener dedicat a la Generació del 48, la generació màgica de la Cançó dels anys quaranta, que es complementa amb una portada de Pau Riba i Pascal Comelade. L'objectiu del documental és reivindicar la figura de Pi de la Serra en un primer pla de la música del país: repassa la carrera del cantautor, aporta opinions de destacats músics i amics –Joan Manuel Serrat, Lluís Llach, Maria del Mar Bonet, Joaquín Sabina, Luis Eduardo Aute– i incorpora versions en directe d’artistes com Roger Mas, Cesk Freixas, Sanjosex i La Terrasseta de Preixens, a més de Paolo Conte, Caetano Veloso i John Martyn.







ANY PI DE LA SERRA

El documental no serà l'únic homenatge de l’Any Pi de la Serra. El festival BarnaSants 2014 programa l'espectacle Si els fills de puta volessin... el Quico es faria caçador (11 d’abril, Teatre Joventut de l’Hospitalet), on les generacions més joves versionaran temes de Pi de la Serra, amb la idea de fer-ne un disc. També se n'editarà una biografia a càrrec del periodista argentí Alejandro Crimi, Jo no hi era però me'n recordó (Comangera, 2014), se li farà un reconeixement a la trajectòria als Premis Enderrock 2014, s’estrenarà un espectacle antològic al festival Strenes de Girona que en mostrarà la cara més blues i elèctrica, i es farà un concert al Jamboree de Barcelona el 20 de febrer, entre altres homenatges que s’anunciaran a la roda de premsa.




2014
PI DE LA SERRA – L’home del carrer
[Barcelona]

Documental
Extras:


● L'HOME DEL CARRER [El hombre de la calle] (Francesc Pi de la Serra) Sanjosex
● NOCTURNA (Francesc Pi de la Serra) Roger Mas
● EL BURRO I L'ÀGUILA REIAL [El burro y el águila real] (Letra y música: Francesc “Quico” Pi de la Serra, 1974) Cesk Freixas
SI ELS FILS DE PUTA VOLESSIN NO VEURÍEM MAI EL SOL [Si los hijos de puta volasen nunca veríamos el sol] (Francesc Pi de la Serra) La Terrasseta de Preixens
● REBUS (Paolo Conte, 1979) Quico & Paolo Conte
● VACA PROFANA (Caetano Veloso) Quico & Caetano Veloso
● THE EASY BLUES (John Martyn) Quico & John Martyn













TV3 presenta

EL VICI DE CANTAR

Director: Pi de la Serra, 1986.
Sinopsis: Serie de doce capítulos monográficos dedicados a doce cantautores internacionales, además del primer capítulo de presentación. En cada programa, Francesc Pi de la Serra mantiene una conversación con el protagonista y éste interpreta algunas de sus composiciones.

La motivación de la serie es acercar el fenómeno del cantautor al gran público y demostrar su vigencia. Algunos se han grabado en los países donde viven los artistas y nos muestran el ambiente cotidiano y el público, otros se han hecho aprovechando la visita de algunos de estos cantautores en Cataluña.




LA VANGUARDIA
Domingo 6/4/1986

TV3
19.45 El vici de cantar.
Presentador Francesc Pi de la Serra.
En este primer programa se ofrece un “collage” de la serie, en la que intervienen: Paolo Conte, Silvio Rodrigues, José Alfonso, Daniel Viglietti, Pino Daniele, Francis Lalane, Wolf Bierman, Caetano Veloso, Boulat Akudlava, Milton Nacimiento, Rubén Blades y Jony Mitchel.


TV3 estrena hoy la serie musical “El vici de cantar”

Barcelona. (Redacción)


TV3 estrena esta tarde una seríe de programas musicales producidos por la firma Ovideo, que lleva por título “El vici de cantar”, dirigida y presentada por el cantautor catalán Quico Pi de la Serra. Para esta serie de trece programas de media hora aproximadamente, Pi de la Serra ha contado sobre Lodo con aquellos cantantes de su propia línea, a la mayoría de los cuales ha conocido en sus viajes por el extranjero. Ello ha facilitado el tono coloquial de la conversación, que se integra junto a las canciones que interpretan los artistas invitados.

Cada programa tiene un carácter monográfico —se dedica a un solo artista— con excepción del primero, que es una miscelánea a manera de presentación de la serie, realizada por Xavier Manich. Los cantantes seleccionados son Dionissys Savopoulos (Grecia), Silvio Rodríguez (Cuba), José Afonso (Portugal), Paolo Conti (Italia). Claudi Marti (Occitania), Gilberto Gil (Brasil), Daniel Viglietti (Uruguay), Pino Daniele (Italia). Francis Lalanne (Euskadi Norte), Wolf Biermann (Alemania), Caetano Veloso (Brasil) y John Martyn (Escocia).

Se trata, en consecuencia, de una antologia dedicada a artistas que emplean la canción como un medio de expresión y de comunicación. Algunos han alcanzado cierta popularidad — los brasileños, por ejemplo— y otros son casi desconocidos para nuestro público. Ahora tendremos ocasión de conocerles mejor


LA VANGUARDIA
Domingo 15/6/1986

TV3
19.45 El vici de cantar.
Dirección y presentación. Francesc Pi de la Serra.
Hoy: Caetano Veloso (Brasil, 1942)


El famoso cantautor brasileño protagoniza el programa de Pi de la Serra

Caetano Veloso, esta tarde en “El vici de cantar”


Caetano Veloso a su paso por Barcelona el año 1984. (Velô)

Si la fulgurante actuación de Caetano Veloso y su conjunto en la plaza de la Catedral de Barcelona, el 22 de septiembre de 1984, se debió a los buenos oficios de Francesc Pi de la Serra, es perfectamente coherente que ahora el mismo cantautor catalán le presente esta tarde en la serie “El vicio de cantar”, esta tarde, en TV3.

Caetano Veloso, con Maria Bethânia, Gilberto Gil, Gal Costa y otros de su misma casta, encabezaron el grupo de “baianos” que primero restablecieron la legitimidad de la música autóctona frente a la comercialización de la “bossa nova” que se había generado en Rio de Janeiro.

Caetano Veloso evolucionó con el tiempo hacia un estrado de alta exigencia artística sin abdicar en sus pronunciamientos iniciales y, en el cenit de su carrera, nos dio a todos en aquel memorable recital de Barcelona una serie de lecciones magistrales que se podrían resumir en los siguientes puntos:
a) Un cantautor capaz de proclamar ideas de sólido contenido combativo y de notoria significación sociocultural no necesita forzosamente rodear su actuación de un ambiente aflictivo y acongojado.
b) No es cierto que rodearse de un conjunto instrumental de sonido radiantemente actual vaya a desvirtuar el rigor del mensaje.
c) Comunicar alegría desde el escenario o incluso saltar y bailar durante el “show” no tiene por qué frivolizar la postura comprometida del cantautor frente a la sociedad.
d) Si se dispone de un conjunto instrumental, es poco justificable que los músicos permanezcan sentados, inmóviles y depositando todo su afán en la ávida lectura de las partituras que tienen delante. ¡Mucho menos pertinente es que hasta el mismo cantante necesite un atril!

Aquella noche, Caetano Veloso pulverizó en estos pagos la profesión y la militancia del cantautor. Saltó y bailó en abundancia y supo cantar solo, con su guitarra, cuando el tema lo requería. Si no, actuó con su sexteto trepidante y, pese a que en aquella ocasión había tenido tiempo de ensayar, no se necesitaron atriles en ningún momento. La perspectiva de volver a tener contacto con Caetano Veloso nos recuerda todo esto, mientras rememoramos también el grado elevadísimo de participación que suscitó en la ingente multitud que se agolpaba en la plaza de la Catedral.

Como compositor, las canciones de Caetano Veloso poseen un encanto singular, porque dicen siempre cosas importantes, certeras, oportunas, y él mismo les da vida con una especie de ternura emocionada a flor de piel, con una sensibilidad exquisita apenas paliada por un talante desenvuelto una simpatía contagiosa que imparte una alegría perfectamente colectivizada y jubilosamente compartida.

Son aires brasileños en una catalogación genérica, pero estrechamente vinculados a las vías actuales de la expresión juvenil universal, como perfiles de la nueva cultura que está evolucionando ante nosotros.

ALBERT MALLOFRE