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sábado, 3 de febrero de 2024

2012 - ADEUS À MÃE DE CAETANO E BETHÂNIA

 














1962 - TEATRO DOS NOVOS

 










1962 - Na primeira fila, Dona Canô, Minha Daia e Maria Bethânia


No ano de 1961, o governo da Bahia cede um terreno no Passeio Público e é iniciada a construção do Teatro Vila Velha com projeto arquitetônico de Alberto Fiúza e Silvio Robatto.

Enquanto isso, os ensaios e reuniões da companhia aconteciam na Galeria Oxumaré, vizinha ao terreno e nova sede da Sociedade Teatro dos Novos, onde estrearam as leituras de três textos de Bertold Brecht, OS FUZIS DA SENHORA CARRAR, TERROR E MISÉRIA DO TERCEIRO REICH e CABEÇAS REDONDAS E CABEÇAS PONTUDAS. A primeira delas estreou em 20 de dezembro e as duas últimas, em 17 de maio de 1962.

As leituras também aconteceram na Faculdade de Arquitetura, Faculdade de Direito e no Clube Filhos de Apolo em Santo Amaro.

Adson Lemos, Antonio Carlos Martins, Carlos Petrovich, Carmem Bittencourt, Échio Reis, João Augusto, Maria Francisca, Martha Overbeck, Olga Maimone, Othon Bastos, Sonia Robatto, Maria Manuela, Waldemar Nobre e Wilson Mello interpretavam os papéis sob direção de João Augusto e sonoplastia de Carmem Bittencourt.



1964 - Caetano Veloso e os atores Wilson Melo, Echio Reis e Carlos Petrovich




1964 - Inauguração do Teatro Vila Velha

O primeiro espetáculo estreado na casa foi ELES NÃO USAM BLAQUETAI, texto de Gianfrancesco Guarnieri, direção de João Augusto, cenografia de Calazans Neto e figurino de Maria Francisca. A peça ainda contou com a participação da Batucada da Escola de Samba Juventude do Garcia.

Integravam o elenco: Adson Lemos, Carmem Bittencourt, Échio Reis, Fernando Barros, Fernando Lona, Iacina Oliveira, Lourival Paris, Maria Adélia, Maria Manuela, Mário Gadelha, Mário Gusmão, Martha Overbeck, Olga Maimone, Othon Bastos, Passos Neto, Robernival Ribeiro (Pitti), Roberto Santana, Rodrigo Veloso, Sonia Robatto, Waldemar Nobre e Wilson Melo.







jueves, 16 de septiembre de 2021

2021 - Dona CANÔ - 114 anos



2005 - Foto: Maria Sampaio

"Hoje é dia de aniversário de nascimento de minha mãe! Sempre um sentimento de festa. Calhou de ficar pra hoje o lançamento do single do meu primeiro álbum de inéditas em 9 anos. Se ela ouvisse Anjos Tronchos certamente diria com um sorriso alegre e balançando a cabeça em ‘não’: “…as maluquices de seu Caetano…”. Saudade sem dor."

[Caetano Veloso, 16 de setembro de 2021 / Instagram]





domingo, 14 de marzo de 2021

1994 - LULA E DONA CANÔ

 






O candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva, embarcou para Minas Gerais, ponto de partida da caravana que fará a partir de hoje pelo Vale do Rio São Francisco.

O roteiro começa na nascente do rio, na cidade de Pinhui (MG), e será feito em grande parte de barco, terminando no dia 12, em Juazeiro (BA).











miércoles, 12 de febrero de 2020

2020 - A CASA DE DONA CANÔ



25/3/1988

1986 - Caetano e Rodrigo


23/1/2014 - Roberto José e Rodrigo Velloso - Foto: Ascom Ficc

A Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) e a Secretaria de Cultura de Santo Amaro da Purificação, firmaram um contrato de intenção de intercâmbio cultural entre as duas cidades. O Presidente da FICC, professor Roberto José e o Secretário de Cultura santoamarense Rodrigo Velloso, oficializaram a parceria na residência de Dona Canô, filha ilustre e representativa da cidade, na última quinta-feira, 23/1/2014.


CORREIO BRAZILIENSE
O GUARDIÃO DE

RODRIGO VELLOSO, IRMÃO DE CAETANO E BETHÂNIA, FALA AO CORREIO SOBRE
A IMPORTÂNCIA DA CASA DE DONA CANÔ PARA PRESERVAR A CULTURA BAIANA

SANTO AMARO


Irlam Rocha Lima

12/02/2020

Com a foto de Dona Canô, uma das figuras mais emblemáticas do Recôncavo Baiano - Foto: Iugh Mattar / Divulgação 

Rodrigo Antônio Viana Telles Velloso é uma das pessoas mais conhecidas e queridas de Santo Amaro da Purificação, no Recôncavo Baiano. Integrante do clã ao qual pertencem dois ícones da música popular brasileira, os irmãos Caetano Veloso e Maria Bethânia, ele foi, por oito anos, secretário de Cultura da cidade, que é berço do samba de roda.

Aos 85 anos, recém-completados, Rodrigo é, desde a morte da matriarca, Dona Canô, em dezembro de 2013, o guardião da mítica casa dos Velloso. É lá onde, em algumas oportunidades, durante o ano, os familiares se reúnem. A mais recente foi no último dia 2, data que marca o encerramento dos festejos comemorativos da padroeira Nossa Senhora da Purificação, iniciados em 24 de janeiro.

Lugar aconchegante, a edificação com várias dependências tem como parte mais importante a sala de jantar. Ali, se destaca uma grande mesa, onde são servidos quitutes à família, com base no livro O sal é um dom — Receitas de Mãe Canô, escrito por Mabel Velloso, a irmã mais velha. Foi naquele espaço que Rodrigo recebeu o Correio, para um papo saboroso.

» ENTREVISTA // Rodrigo Velloso

Caetano Veloso e Maria Bethânia, expoentes da MPB, Mabel Velloso, poeta e escritora, e você, ex-secretário de Cultura de Santo Amaro. O que os levou a ter um grande envolvimento com a arte?
Acredito que foi a forma como fomos educados. Minha mãe, sempre ligada à arte, vivia cantando. Meu pai, atento à literatura, gostava de recitar poemas. Aqui em casa ouvíamos muito rádio. Graças à minha mãe e ao rádio, Caetano pode formar seu vasto conhecimento sobre a história da música brasileira.

Nas reuniões da família, a arte é um dos assuntos predominantes?
Quando nos reunimos à mesa, para o almoço e o jantar, conversamos sobre arte, mas o assunto mais presente são recordações da família. Bethânia, por exemplo, gosta de tirar dúvidas sobre fatos e coisas da infância e da adolescência. Nessa última reunião, todos os irmãos estavam presentes. Caetano, que costuma ficar em Salvador no dia 2 de fevereiro para saudar Iemanjá, em sua casa no Rio Vermelho, desta vez, também veio. E chegou dizendo que estava com fome.

Quem prepara os quitutes servidos nessas reuniões?
Bárbara e Edinha são responsáveis pela preparação da comida. Edinha é filha de uma antiga cozinheira da família, e vem sempre ajudar a Bárbara, quando nos reunimos, geralmente para almoço. Nunca pode faltar à mesa, pratos com as receitas de minha mãe, principalmente os doces.

São feitas regalias para Caetano e Bethânia?
Não tem isso, não. Talvez seja esse o grande trunfo da família. Tratamos-nos como irmãos e amigos que somos. Nos comunicamos com muita frequência. Com Caetano, menos, porque ele não tem celular e não gosta de falar ao telefone. Quando precisamos resolver alguma coisa em relação à casa, Paulinha (Paula Lavigne) é quem toma a frente. Moreno, Zeca, Tom e outros sobrinhos que moram em Salvador também costumam a aparecer por aqui.

O que você destaca em sua atuação como secretário de Cultura de Santo Amaro?
Fui secretário por duas vezes. Busquei dar ênfase ao resgate de manifestações culturais da região, que estavam enfraquecidas, como bumba-meu-boi, A burrinha e Negro fugido. Revitalizei o Bembé do Mercado, manifestação cultural centenária de Santo Amaro, ligado ao culto de matriz africana. Livros foram lançados sobre essa manifestação, que é patrimônio cultural do Brasil. Promovi, ainda ,restauração de prédios históricos, como os da Igreja do Amparo e a prefeitura.

Tanto Caetano quanto Bethânia têm difundido Santo Amaro como um polo de cultura, em função do samba de roda. No CD mais recente, Bethânia homenageou a Mangueira, mas levou a sonoridade do samba de roda para o disco. Como vê isso?
Eles vivem fora, mas o amor que têm por Santo Amaro é imenso. Nada mais natural que propague e celebre nossa música. Quando a Mangueira homenageou Bethânia, com o enredo Menina dos olhos de Oyá, fomos todos para o Rio de Janeiro e assistimos ao desfile campeão num camarote. Nos emocionamos muito com título conquistado pela Mangueira e pela reverência à nossa irmã.

A Casa de Dona Canô se tornou em ponto turístico de Santo Amaro, com direito a placa e tudo o mais. Como administra a frequência com que as pessoas a visitam?
Busco atender aos que querem conhecer a casa, que é uma referência em Santo Amaro. Vem gente de todo o país querendo conhecer a Casa de Dona Canô. Ela sempre foi uma pessoa muito ativa, mesmo na velhice, e era ligada aos trabalhos sociais. Distribuía cestas básicas para os mais carentes e peixe na semana santa para famílias pobres, além de colchões e cobertores no inverno. Ela dizia que, se fosse mais nova, queria ser prefeita da cidade.

Ela era, ao mesmo tempo, amiga de Lula e de Antônio Carlos Magalhães. Como via essa dicotomia?
Minha mãe adorava o Lula, o recebia aqui em casa para almoço e conversavam sobre política e as ações de Lula em prol dos mais necessitados. Mas, por outro lado, gostava de ACM, que também costumava visitá-la. Ela era assim.


Foto: Maria Sampaio





sábado, 4 de enero de 2020

2019 - "SAUDADE SEM FIM"



Muito bom o jantar de Natal ontem, sem árvore de Natal (que eu detesto) e com meus irmãos Mabel, Rodrigo, Roberto, Maria Bethânia, Irene, meus sobrinhos Maria e Jota, e meu sobrinho-neto Caio. Eles trouxeram cônjuges e amigos. Apesar de não haver presépio (que eu adoro), foi a noite de Natal mais linda dos últimos anos. Hoje, 25, faz 7 anos que minha mãe morreu. Termos estados juntos ontem trouxe a alegria que ela espalhou e sentiu de volta, matizando a saudade sem fim que temos dela, de meu pai, de Nicinha e, talvez principalmente, de Clara. Acho que podemos usar a expressão clichê: Feliz Natal.

[Caetano Veloso, 25/12/2019, Facebook)]




17/12/2019 - Créditos: Divulgação

Caetano e Bethânia - Créditos: Divulgação


Caetano e Bethânia - Créditos: Divulgação



Da Redação
Correio 24 horas


Caetano passa Natal com Bethânia e irmãos em Salvador e lembra Dona Canô: 'Saudade sem fim'

Neste dia 25 faz sete anos da morte da matriarca da família Velloso

O cantor e compositor baiano Caetano Veloso, 77 anos, passou a véspera de Natal em Salvador ao lado dos irmãos, Mabel, Rodrigo, Roberto, Maria Bethânia e Irene. Também estiveram presentes outros parentes e amigos da família Velloso. 
Em uma publicação, feita em seu Twitter, Caetano compartilhou alguns cliques da noite ao lado dos irmãos e classificou o momento como "a noite de Natal mais linda dos últimos anos". Ele também lembrou que neste dia 25 faz sete anos da morte de Dona Canô, matriarca da família Velloso. Completou ainda desabafando sobre a falta que a irmã Clara Maria Velloso, que morreu em junho de 2017, faz.
"Muito bom o jantar de Natal ontem, sem árvore de Natal (que eu detesto) e com meus irmãos Mabel, Rodrigo, Roberto, Maria Bethânia, Irene, meu sobrinhos Maria e Jota, e meu sobrinho-neto Caio. Eles trouxeram cônjuges e amigos. Apesar de não haver presépio (que eu adoro), foi a noite de Natal mais linda dos últimos anos. Hoje, 25, faz 7 anos que minha mãe morreu. Termos estados juntos ontem trouxe a alegria que ela espalhou e sentiu de volta, matizando a saudade sem fim que temos dela, de meu pai, de Nicinha e, talvez principalmente, de Clara. Acho que podemos usar a expressão clichê: Feliz Natal", escreveu.



Rodrigo, Bethânia e Caetano

Rodrigo, Caetano e Roberto (Bob)

Maria Velloso, Maria Bethânia e Irene

Rodrigo, Caetano e Mabel




domingo, 27 de octubre de 2019

2019 - Textos de J. VELLOSO


16/9/2019
Texto de J. Velloso [Facebook]


Claudionor Vianna Telles Velloso [D. Canô] (16/9/1907 - 25/12/2012)



Hoje era dia de festa e até hoje a gente continua festejando. Festejar a vinda de D. Canô é festejar a vida com alegria. Nesses festejos eu aprendi a expandir amorosamente minha família. Quando me lembro dos aniversários dela, vem logo a lembrança de nos juntarmos todos para a foto. Todos com sorrisos largos e olhos brilhando. Vários parentes foram se chegando ou cada um de nós foi trazendo outro.

Vou citar poucos aqui, mas é bom saber que são muito mais do que esses. Nessa foto que tirei hoje com a máquina da minha saudade eu vi nitidamente Beto, Ivonete, Dr. Lúcio, Nando, Guerreiro, Kikiki, Edneusa, Dirlene, Carlos, Alcina e, quem me faz lembrar de fotografias, Maria Sampaio.

Minha avó me ensinou muitas coisas, não sei o que deu pra aprender, mas aprendi que família não tem nada a haver com a rigidez biológica do DNA. Família é o amor da amizade reencarnando, que segue hereditário nos genes dos sentimentos e que vai se espalhando. No dia de hoje almoçávamos sempre todos juntos nos preparando para a festa que ali já começava. Mas com o desnortear da vida eu acabei sabendo agora que hoje é dia 16 de setembro, o dia dela, e eu estava num restaurante a quilo e sozinho.

O impressionante é que a tristeza não me veio, apesar de tantas saudades e do momento presente, mas o que eu senti foi uma gratidão profunda com a vida, pois o bem que meus amores me deram nunca vai deixar de estar em mim, por isso “só agradeci”. Um beijo minha avó e obrigado por sua bênção eterna.




9/10/2019
Texto de Jota Velloso [Facebook]

Eunice Souza Oliveira [Nicinha] (9/10/1928 - 26/10/2011)




Essa coisa de família grande e amorosa promove situações mais que interessantes. Minha madrinha de batismo é Iara, muito amada e que nos deixou a pouco tempo. Minha outra madrinha é Alcina, que na verdade é madrinha de minha irmã, mas isso é outra história. Mas minha Dinda Nicinha, que fazia anos hoje, é uma referência incomparável pra mim.

Eu sempre observava ela com muita admiração e adorava pedir a bênção a ela de forma particular. Ela era duma presença iluminada e marcante. Ela era toda nossa e nós todos éramos todos dela. Era como se fosse a nossa Lua, orbitando sobre todos e sabendo das nossas marés.

Faz parte das minhas lembranças a sua alegria exuberante, o costume fazer cócegas até a gente perder o fôlego, e a maneira de demonstrar fé em Nossa Senhora da Purificação e em Senhor do Bonfim de forma quase que carnal, pois ela conversava com eles com muita intimidade que chegava até a brigar.

Ela me deu vários presentes inesquecíveis, mas o pricipal foi um violão quando fiz 15 anos. Nessa época eu só gostava de jogar bola. Música eu só gostava de ouvir lendo os encartes, mas nunca pensei em fazer nada relacionado. Como eu era amigo de Cezar Mendes, depois que Nicinha me deu violão, ele começou a me dar aulas e eu comecei a gostar daquilo. Percebia que Nicinha observava tudo isso de forma muito natural.

Acredito que era pela forma dela gostar tanto de música que a fazia pensar que todo mundo gostasse da mesma forma.

Não é fácil situar Nicinha, pois ela é um amor e uma saudade diferente de tudo. Ela tem um amor singular de todos nós, pois ela foi muito singular com todos da casa. Nicinha é uma família completa.

Acredito que ela tenha me dado a lanterna pra me salvar da escuridão quando eu era adolescente e hoje, quando vemos tanta grosseria e asneira no mundo, eu agradeço ainda mais por tudo que ela fez e continua a fazer por todos nós que tivemos a sorte de amá-la e de também sermos amados por ela.

Agora vou parar pra lembrar dela; sem chorar, pois ela nunca gostou de tristeza. Vou tentar ouvir sua gargalhada, sua voz falada e cantada. Salve Babá. Onde quer que você possa estar, sei que está dentro de cada um de nós. Obrigado por tudo, minha madrinha.



14/10/2019
Texto de J. Velloso [Facebook]

José Telles Velloso [Zeca/Seu Zeca/Seu Zezinho] (14/10/1901 - 13/12/1983)

 

Acho que isso, de se observar, é coisa que vem com o tempo. Começamos a nos olhar à distância e analisar essa loucura que somos nós. Percebemos que somos muitos e em constante mutação.

O meu nome, que eu adoro, é Joviniano José. É uma combinação que meus pais fizeram juntando o nome dos pais deles. Eu me sinto muito feliz com isso apesar de alguns acharem estranho. Mas hoje é pra falar do José, meu avô Zezinho que foi o único avô que conheci. Sei que dei um azar danado em não ter conhecido o meu avô Joviniano; mas a sorte de ter conhecido, convivido e amado o meu avô José é muito determinante pra mim.

Falar de meu avô Zezinho é muito delicado, pois sua presença na minha vida é muito ampla e a sua forma de existir moldou a minha. Em todos momentos de dúvidas, principalmente morais, eu me pergunto “o que meu avô acharia disso?”. Acredito que muitos que conheceram ele possam ter também essa conversa consigo.

Depois que perdemos muitos queridos, falar deles virou uma terapia e uma forma de ainda ter eles vivos. Conversando com Mirella pra explicar como meu Avô Zezinho era, eu me vi sem encontrar um caminho pra começar a falar. Tudo que eu pensei salientar dele, como admirador apaixonado, foi se confundindo com outras lembranças e que não poderiam ficar de fora. Essa profusão de lembranças dele foram transbordando e eu, pra me proteger, chorando, me resignei, simplifiquei e acabei, sem premeditar, sendo mais profundo e preciso ao dizer: ‘ele era completamente maravilhoso’.

Sabe o que é uma pessoa que não me deixou uma queixa, um talvez ou um quem sabe? Suas histórias fazem parte dos meus dias, pois não preciso pensar para estar com ele. Assim é ele pra mim, não precisa eu parar pra lembrar dele para que ele já esteja, basta eu acordar que ele já está. Sei que hoje, que era seu aniversário, ele estaria feliz com a campanha do Bahia, mesmo ele sendo torcedor do Ypiranga; mas também estaria proporcionalmente estarrecido e triste com o que vem acontecendo no Brasil, pois ele era, acima de tudo, humanista, mas, pra simplificar tudo, basta dizer "ele era completamente maravilhoso."



16/9/2010 - 103 anos D. Canô






miércoles, 7 de noviembre de 2018

1992 - CARNAVAL - Rio de Janeiro













Foto: Raimundo Neto

Foto: Raimundo Neto










Linda Evangelista - Foto: Pedro Agilson








Foto: Pedro Agilson








Paula Lavigne, Amy Irving, Caetano Veloso e Bruno Barreto