ESPELHO D'ÁGUA
(Marcelo Camelo/Thiago Camelo)
Toda sorte
de paz
Rodeia nossos passos
Não sinto mais o tempo, ó flor
Teus olhos põem um sol de amor
Eu vi a revoada
O mar, estrela e o nada
Os olhos da morena
E o nosso espelho d'água
A solidão, o sal lavou
Alcança os seus abraços
O mar cuidou do tempo, ó flor
Semeia o nosso céu de amor
Eu vi a revoada
O mar, estrela e o nada
Os olhos da morena
E o nosso espelho d'água
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| Foto: André Schiliró |
QUEM ONLINE
02 AGO 2014
Gal Costa
mostra música inédita em novo show de voz e violão
Cantora foi
convidada para inaugurar os espetáculos musicais do teatro J. Safra, na capital
paulista
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| Gal Costa - Foto: Marcos Ribas/Photo Rio News |
Gal Costa estreou, ao lado do
músico Guilherme Monteiro, o show Espelho D'Água, dirigido e roteirizado em parceria com Marcus Preto, em São Paulo, no novo teatro J. Safra.
O espetáculo foi concebido a partir do convite da casa e fica em cartaz aos
finais de semana até o dia 10 de agosto. No entanto, a cantora baiana gostou
tanto do resultado, que pretende tocar o projeto em outras capitais enquanto
grava seu novo disco, que tem canções escritas por Criolo, Milton Nascimento, Adriana
Calcanhoto, Caetano Veloso, Gilberto Gil e outras feras da música popular
brasileira.
No show apresentado ao público paulistano na sexta (1), Gal cantou canções que
já não faziam parte de suas performances ao vivo, como Vaca Profana, Caras
e Bocas, Passarinho, Você Não Entende Nada, Negro Amor, Volta e Sua
Estupidez, entre outras.
Ela também
adiantou, ao vivo, uma das canções de seu novo disco e que dá nome ao show, Espelho
D´Água, composta por Marcelo Camelo e seu irmão, Tiago Camelo.
O cantor Nando Reis e Patrícia Casé, entre outros, acompanharam a estreia.
Repertório completo do show:
CARAS
E BOCAS
PASSARINHO
MINHA VOZ, MINHA VIDA
FOLHETIM
VACA PROFANA
VOLTA
SUA ESTUPIDEZ
CORAÇÃO VAGABUNDO
NEGRO AMOR
TIGRESA
BABY
DOM DE ILUDIR
UM FAVOR
SOLITUDE
ESPELHO D’ÁGUA
MEU BEM, MEU MAL
VOCÊ NÃO ENTENDE NADA
MEU NOME É GAL
SAMBA DO GRANDE AMOR
FORÇA ESTRANHA
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| Gal Costa - Foto: Marcos Ribas/Photo Rio News |
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| Gal Costa - Foto: Marcos Ribas/Photo Rio News |
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| Marcus Preto e Nando Reis - Foto: Marcos Ribas/Photo Rio News |





























23 de janeiro de 2015
Gal Costa beira perfeição em show intimista
Espelho d'Água
Apresentação aconteceu na noite desta quinta, 22,
em São Paulo, e contou com clássicos como "Tigresa" e
"Baby"
Luciana
Rabassallo
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Quando Recanto (2011) chegou às lojas, muitos fãs
tradicionalistas de Gal Costa torceram o nariz. Julgaram a obra demasiadamente
moderna, quase uma tentativa desesperada de comunicação com as gerações mais
jovens. Com o passar do tempo (e a digestão dos puristas), o disco se tornou um
marco na carreira da cantora. Agora, ela volta aos palcos com show que faz um
contraponto exato ao que pudemos ver durante as apresentações da turnê
"Recanto".
Sem bateria eletrônica, percussão, naipe de metais, teclados ou
efeitos no microfone. O show Espelho d'Água tem um único protagonista: a
voz plena de Gal Costa. Acompanhada apenas por Guilherme Monteiro e o
violão/guitarra dele, a cantora presenteou o público que lotou o teatro do Sesc
Pinheiros, na noite desta quinta, 22, em São Paulo, com um belíssimo concerto.
Ao
som de "Caras e Bocas", parceria entre Caetano Veloso e Maria
Bethânia, que Gal lançou em 1977 no disco de mesmo nome, a voz da interprete
preencheu o palco. O cenário é simples: duas caixas de som, um pedestal, um
banco, a cadeira de Monteiro e os instrumentos dele. Nos primeiros instantes,
há uma sensação de vazio. A impressão é ainda mais forte para os que estão
acostumados aos espetáculos repletos de telões e pirotecnias que povoam os
palcos e desviam a atenção da plateia do essencial: a música. Em seguida é a
vez de "Passarinho" (Tuzé de Abreu), "Minha Voz, Minha
Vida" (Caetano Veloso) e "Folhetim" (Chico Buarque).
"Boa noite", diz Gal após uma efusiva salva de palmas.
"O repertório deste show é formado pelas canções mais importantes da minha
carreira e também por aquelas que eu mais gosto de cantar. Quero ressaltar a
importância do Guilherme para essa empreitada. Afinal somos só eu e ele
aqui", afirma. "Eu o conheci quando ele substituiu o Pedro [Baby,
guitarrista oficial da banda que a acompanha] em uma apresentação da turnê
'Recanto'. Durante os ensaios, ele fez essa cama que qualquer cantora
gosta", contou, antes de acrescentar: "Foi nessa hora que eu
gamei".
Com
interpretações irrepreensíveis, "Vaca Profana" (Caetano Veloso),
"Coração Vagabundo" (Caetano Veloso), "Negro Amor" (Bob
Dylan/ versão: Caetano Veloso e Péricles Cavalcanti) e "Tigresa"
(Caetano Veloso) emocionaram o público e arrancaram lágrimas dos mais
sensíveis. Observando o clima de comoção, Gal assumiu o microfone para dar a
sentença: "Essas aqui são grandes facadas no peito, não é?". Notável
coadjuvante durante todo o espetáculo, a belíssima iluminação foi destaque.
Cores quentes em momentos íntimos e variações de tons frios nas canções
festivas fizeram a plateia, literalmente, sentir na pele as três partes do
show.
"Vou cantar uma música que eu gravei no meu disco mais
ousado da década 1960", disse, antes de apresentar "Tuareg", de
Jorge Ben Jor. "Eu gosto muito desse álbum [Gal, de 1969]. Gosto
ainda mais dessa gravação de 'Tuareg', acho que essa versão tem uma força muito
grande. Até hoje eu me impressiono com o resultado." O show seguiu com
"Baby" (Caetano Veloso), "Um Favor" (Lupicínio Rodrigues) e
"Você Não Entende Nada" (Caetano Veloso).
Em
um novo contato com o público, Gal anunciou "Espelho d'Água",
composição de Marcelo Camelo em parceria com o irmão dele, Thiago Camelo, que
estará no novo disco de estúdio da cantora, com previsão de lançamento ainda em
2015. "O álbum está sendo mixado pelo Alexandre Kassin e pelo Moreno
Veloso lá no Rio de Janeiro", completou.
No repertório escolhido por Gal Costa e pelo jornalista Marcus
Preto, também estavam "Meu Bem, Meu Mal" (Caetano Veloso),
"Força Estranha" (Caetano Veloso) e "Modinha Para Gabriela"
(Dorival Caymmi). O ápice, contudo, ficou por conta de "Meu Nome é
Gal" (Erasmo/Roberto Carlos), em que Gal conversa com a guitarra de
Monteiro, trava uma batalha desleal contra o concorrente e sai vitoriosa.
Aos
69 anos de idade, a voz da cantora baiana pode não ser a mesma dos tempos
áureos. Mas ganha em sabedoria e em maturidade, qualidades que pouquíssimos
músicos têm no Brasil atualmente. No palco, ela é uma entidade. Cultuada por
fãs das mais variadas idades. Sem medo de arriscar e com bônus infinitos para
errar. Gal Costa é o reflexo da plenitude.
Gal Costa apresenta Espelho d'Água
Sexta-feira (23/1), sábado (24/1) e domingo (25/1), às 21h
Setlist completo
"Caras e Bocas"
"Passarinho"
"Minha Voz, Minha Vida"
"Folhetim"
"Vaca Profana"
"Volta"
"Sua Estupidez"
"Coração Vagabundo"
"Negro Amor"
"Tigresa"
"Baby"
"Dom de Iludir"
"Um Favor"
"Solitude"
"Espelho d'Água"
"Tuareg"
"Você Não Entende Nada"
"Meu Nome é Gal"
"Meu Bem, Meu Mal"
"Força Estranha"
"Modinha Para Gabriela"
O
Fuxico
23 de janeiro de 2015
Gal Costa lança o show "Espelho D’água", em
São Paulo
Gal
Costa subiu ao palco do Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, em São Paulo,
para apresentar seu show Espelho D'água, na noite de quinta-feira (22/1), com
casa lotada.
Do
alto de seus 69 anos, a baiana arretada trouxe um espetáculo de tom intimista,
que conta apenas com a cantora acompanhada pelo violonista e guitarrista
carioca Guilherme Monteiro.
Gabriel,
de 8 anos, filho da cantora, esteve por lá, com os olhos brilhando em ver a
mãezona em cena.
As
apresentações seguem até domingo (25/1), sempre às 21 horas.
Em
sua nova empreitada, Gal apresenta um repertório escolhido a dedo junto ao
jornalista Marcus Preto, que também divide com a cantora a direção do
espetáculo. O roteiro de canções faz um passeio pelos clássicos da música
popular brasileira que se eternizaram na voz da baiana, que arrasa ao soltar a
voz em Vaca Profana, de Caetano Veloso.
No
setlist estão ainda: Coração Vagabundo, Folhetim, Sua Estupidez, Volta, Baby,
entre outras.
A
canção que dá nome ao espetáculo, Espelho D'água, é inédita, fruto da parceria
do cantor Marcelo Camelo com seu irmão, o poeta Thiago Camelo.
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| Foto: Manuela Scarpa / Rio News |
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| Foto: Manuela Scarpa / Rio News |
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| Foto: Manuela Scarpa / Rio News |
Setlist
CARAS
E BOCAS
PASSARINHO
MINHA
VOZ, MINHA VIDA
FOLHETIM
VACA
PROFANA
VOLTA
SUA
ESTUPIDEZ
CORAÇÃO
VAGABUNDO
NEGRO
AMOR
TIGRESA
BABY
DOM
DE ILUDIR
UM
FAVOR
SOLITUDE
ESPELHO
D'ÁGUA
TUAREG
VOCÊ
NÃO ENTENDE NADA
MEU
NOME É GAL
MEU
BEM, MEU MAL
FORÇA
ESTRANHA
MODINHA
PARA GABRIELA
Gal Costa apresenta novo show em SP
Cantora
atraiu famosos em apresentação no HSBC Brasil na noite de sexta-feira (8/5/2015)
Gal Costa subiu ao palco com seu novo show na casa
HSBC Brasil, em São Paulo, na noite de sexta-feira (8/5). No novo espetáculo, a
cantora interpreta canções do cantor e compositor Lupicínio Rodrigues.
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| Foto: THIAGO DURAN / AGNEWS |
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| Foto: THIAGO DURAN / AGNEWS |

Fotos: MARCOS RIBAS / rIO NEWS
Após a apresentação, ela recebeu o carinho
do seu filho, Gabriel
JORNAL A VOZ DA SERRA
TERÇA-FEIRA, 21 DE JULHO DE 2015
Show gratuito de Gal Costa em Friburgo neste sábado
A consagrada artista é uma das muitas atrações do
Festival de Inverno do Sesc
 |
Gal se apresenta em formato intimista, acompanhada por Guilherme Monteiro Foto: André Schiliró |
Com
o show “Espelho d’Água”, Gal Costa apresenta o seu novo espetáculo intimista
acompanhada apenas pelo violonista e guitarrista carioca Guilherme Monteiro.
O
show será neste sábado, 25, às 20h, no Teatro Municipal Laercio Rangel Ventura,
na Praça do Suspiro, e integra a programação do Festival Sesc de Inverno.
Batiza
o espetáculo a já conhecida canção “Espelho d’Água”, a primeira parceria de
Marcelo Camelo (Los Hermanos) com seu irmão, o poeta Thiago Camelo. Apesar das
características intimistas da apresentação, Gal busca na guitarra e no violão
de Guilherme Monteiro a mesma sofisticação de seus shows com banda, conciliando
sempre delicadeza e intensidade.
Gal Costa é atração do Flamboyant In Concert, em Goiás
23 de agosto de 2016
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| Na turnê, Gal canta novas canções e sucessos eternos de 50 anos de carreira |
Gal Costa canta como quem respira. A voz cristalina
ecoa já faz 50 anos e cantou a história recente do País. “Eu vim da Bahia
cantar”, anunciava ela em seu primeiro disco, de 1965, em que ela ainda
assinava Maria da Graça. De lá para cá, o romantismo dos anos 60, o desbunde
dos 70, a cafonice dos 80, a sobriedade dos 90, a ressaca dos anos 2000 e as
modernas reinvenções desta década, o melhor repertório da música popular
brasileira passou pela boca de Gal.
E é esse repertório que Gal apresenta, hoje à noite,
no show Espelho d’Água, em que canta sucessos eternizados ao longo de sua
carreira, acompanhada apenas pelo músico Guilherme Monteiro, que se reveza
entre guitarra e violão. Sem bateria eletrônica, percussão, naipe de metais,
teclados ou efeitos no microfone. O show tem um único protagonista: a voz plena
de Gal Costa.
O repertório foi escolhido a quatro mãos pela
cantora e pelo jornalista Marcus Preto, que também divide com Gal a direção do
espetáculo. O roteiro do show se concentra nos temas que ganharam notoriedade
na voz da cantora. Entre os destaques, a primordial Coração Vagabundo, Vaca
Profana e Baby, de Caetano Veloso; Folhetim, de Chico Buarque; Sua Estupidez,
de Roberto e Erasmo Carlos; Volta, de Lupicínio Rodrigues, e Modinha para
Gabriela, de Dorival Caymmi.
A música que dá nome ao show é Espelho d’Água,
primeira parceria de Marcelo Camelo com o irmão, o poeta Thiago Camelo, e
gravada por Gal em seu mais recente álbum, Estratosférica, lançado no ano
passado. O cenário é simples: duas caixas de som, um pedestal, um banco, a
cadeira de Monteiro e os instrumentos dele. Nos primeiros instantes, há uma
sensação de vazio. A impressão é ainda mais forte para os que estão acostumados
aos espetáculos repletos de telões e pirotecnias que povoam os palcos e desviam
a atenção da plateia do essencial: a música.
Maria da Graça Pena Burgos nasceu em Salvador,
Bahia, filha de Mariah Costa Pena e Arnaldo Burgos. Como aconteceu a tantos
jovens de sua geração, em 1959, apaixonou-se pela sonoridade de João Gilberto,
que lançava sua clássica gravação de Chega de Saudade, de Tom Jobim e Vinícius
de Moraes. Nesta época, Gal já tocava e cantava, apresentando-se em festas
escolares. Seu pai também tocava violão, e tanto ele quanto a mãe a
incentivavam a seguir carreira. Em 1964, Gal, ainda com o nome de Maria da
Graça, participou do show Nós, Por Exemplo, ao lado de Caetano, Gil, Bethânia e
Tom Zé, que inaugurou o teatro Vila Velha, em Salvador.
No ano seguinte, já estava no Rio, com a cara e a coragem, e gravou seu
primeiro compacto com as músicas Eu Vim da Bahia, de Gil, e Sim, Foi Você, de
Caetano. Gravou o disco Domingo, com Caetano, e participou do antológico LP
Tropicália, com as músicas Mamãe Coragem e Baby, que foram seus primeiros
sucessos. Ainda em 68, estourou de vez no Festival de MPB da TV Record, com a
música Divino Maravilhoso, de Gil e Caetano.
De lá para cá, foram muitas as personas que Gal
encarnou e em todas elas, o papel de musa caiu muito bem. Mais de 30 discos
depois, ela continua emocionando o público a cada nota emitida. Aos 70 anos, a
voz da cantora baiana pode não ser a mesma dos tempos áureos. Mas ganha em
sabedoria e em maturidade, qualidades que pouquíssimos músicos têm no Brasil
atualmente. No palco, ela é uma entidade. Cultuada por fãs das mais variadas
idades. Sem medo de arriscar e com bônus infinitos para errar. Gal Costa é o
reflexo da plenitude.
O show de hoje à noite faz parte do projeto
Flamboyant In Concert e ocorre no estacionamento do shopping Flamboyant. Os
ingressos, adquiridos em troca de notas fiscais, já estão esgotados.
Entrevista
GAL COSTA
Você disse em entrevista recente que “cantar uma
canção pela primeira vez é como fazer amor”. E como é cantar o mesmo repertório
para públicos diferentes?
Eu disse que cantar uma música é descobrir sempre
algo novo nela e na maneira de cantá-la. Cantar o mesmo repertório para um
público que nunca me viu cantar algumas canções ao vivo, como os jovens, é um
alegria imensa.
Para
você, um show é como um rito sagrado. Há um pacto entre você e o público? Os
deuses da música são evocados ali?
Claro
que os deuses da música sempre estarão presentes enquanto houver música. Para
mim, cantar é sagrado. Música é a forma de arte que emociona as pessoas de
maneira mais profunda.
Além
das músicas de Estratosférica, o show é composto de grandes sucessos seus. Qual
é a liga entre as canções antigas e as novas?
A
liga é o clima do show, os arranjos e a modernidade eterna das canções. Neste
caso, é um show de voz, violão e guitarra. O repertório é lindo.
Em
2015, você disse para mim em uma entrevista que Estratosférica trilha
naturalmente o caminho de Recanto, álbum anterior. Já é possível vislumbrar
outro passo em seguida?
Já
estou pensando em algumas possibilidades para um novo trabalho, mas não será
para este ano. Vem aí coisa nova. Vamos esperar.
 |
| 25/9/2016 |
MAIO de 2017
P O R T U G A L
Gal Costa irá dar três
concertos em Portugal: dias 10 e 11 de novembro no Campo Pequeno e dia 12 no
Coliseu do Porto.
 |
9/11/2017 - Portugal - TVI - Jornal das 8 |
Gal Costa se apresenta com
o show ‘Espelho d’Água’, no Sesc Vila Mariana
Paulo Freitas
11 de janeiro de 2018
 |
| Gal em apresentação do show Espelho d’Água, em janeiro de 2018, no Sesc Vila Mariana - Foto: Matheus José Maria |
Gal Costa faz
show memorável em São Paulo
Amanda Pina
17 de janeiro de 2018
Entre
os dias 11 e 14 de janeiro –
todos com ingressos esgotados –, Gal Costa veio a São Paulo, no Sesc Vila Mariana,
para apresentar o show Espelho d’Água. No primeiro dia do show, Gal Costa
reuniu as músicas mais importantes dos seus 50 anos de carreira. Sem banda, a
voz potente da cantora foi protagonista do espetáculo, ao lado da melodia do
violão e guitarra de Guilherme Monteiro, tornando o concerto mais intimista.
Ambos se conheceram
em 2013, quando Monteiro substituiu o músico Pedro Baby durante a turnê
Recanto, disco lançado no ano anterior. Gal conta como o show foi criado pelos
dois: “Ele fez aquela cama harmônica que qualquer cantora deita e goza de tão
bonita e gostosa que é de ouvir. Aí eu falei: quero fazer um negócio com esse
cara”, falou de forma bem-humorada, diante dos risos do público.
Segundo a cantora,
a escolha do repertório foi para dar aos jovens a oportunidade de vê-las no
palco. Entre as canções, estavam presentes “Folhetim”, “Vaca Profana” e
“Coração Vagabundo”, todas contagiando a plateia, composta por volta de 600
pessoas. Entre as músicas que mais emocionaram o público, estavam presentes
“Tuareg”, “Tigresa” e “Negro Amor”, além da versão feita por Caetano Veloso e
Péricles Cavalcanti da música de Bob Dylan, “It’s All Over Now, Baby Blue”.
Acompanhado de uma
iluminação primorosa, o show ganhou ritmo e deu destaque à maturidade da
presença e voz da cantora baiana. Aos 72 anos, Gal Costa impressiona os novos e
antigos fãs com a mesma maestria de seus tempos áureos.
A cantora deixou
todos extasiados ao som de “Meu Nome é Gal”, composta por Erasmo e Roberto
Carlos. Com seus gritos agudos, marcou o nome “Gal” nos ouvidos e na alma de
todos os presentes, arrepiando até os mais céticos.
Após o pedido de
bis, a cantora cantou “Índia” e “Modinha Para Gabriela”, acompanhada de uma
plateia toda em pé. Por fim, os fãs, em delírio, aplaudiram a cantora, que
terminou agradecendo por mais um show em São Paulo.
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| Foto: Gustavo Alencar |
2018 - Segunda edição do FITA – Festival de Itaparica – Música e Poesia
2, 3 e 4 de novembro de 2018
Show "Espelho d'Água"
Fotos: Carlos Ventura
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