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domingo, 23 de junio de 2024

1973 - CONCERTO PARA OFICINA

 


Gil comanda o show para mudar Oficina



5/2/1973














































































1973
Revista Amiga
n° 143
15 de fevereiro de 1973












1973
Revista Amiga
n° 144
20 de fevereiro de 1973




















1979



José Celso Martinez Corrêa, conhecido como Zé Celso

[30/3/1937 - 6/7/2023]

"Não posso falar sobre Zé Celso morto. Em 1967, tendo acabado de gravar "Tropicália", vi O Rei da Vela e me vi ali. A revelação de Oswald, os cenários de Eichbauer, o Brasil nu e fantasiado, as pessoas sobre o palco atuando como nunca se fizera. Depois, Roda Viva. Nos anos 70 reagi com frieza às malcriações dos atores aos espectadores. Mas logo isso cresceria para a estrada estreita e imensa imaginada por Lina Bardi em que se transformara o teatro Oficina, por onde fluiriam Cacildas e Sertões. Zé Celso era um artista, não meramente um "diretor de teatro". Um artista intenso, imenso. Precisamos de tempo para dimensionar seu legado. Ele estava orientando o começo de um espetáculo baseado na Queda do Céu de Davi Kompenawa. O fogo, não consigo continuar o pensamento sobre o fogo."

Caetano Veloso, 6/7/2023






sábado, 21 de agosto de 2021

2021 - MÁRIO LUIZ THOMPSON

 

Mário Luiz Thompson de Carvalho, fotógrafo brasileiro nascido em São Paulo.
[28 de abril de 1945 / 21 de agosto de 2021]
















jueves, 27 de mayo de 2021

2021 - NELSON SARGENTO


NELSON MATTOS [Rio de Janeiro (RJ), 25/7/1924 – Rio de Janeiro (RJ), 27/5/2021]

Compositor, cantor, ator, escritor, artista plástico.


“Desde 1965 que Nelson Sargento entrou em minha vida: vi várias vezes o show Rosa de Ouro, onde ele estava, ao lado de Elton Medeiros, Paulinho da Viola, Anescar e Jair do Cavaquinho, em roteiro de Hermínio Bello de Carvalho e direção de Kleber Santos, mostrando a vitalidade do samba - os quatro (cinco!) crioulos abrindo alas para os velhos sambas-canções na voz de Aracy Cortes e os cantos da formação de nossa Americáfrica na voz da extreante Clementina. Os sambas de Nelson Sargento são eternos. "Agoniza mas não morre" é seu testemunho de longa vida acompanhando a resistência do samba. Tenho a honra de tê-lo conhecido e de ter estado perto dele em tantas abençoadas oportunidades. Nelson morreu aos 96 anos. Estava, entre outras coisas, infectado por covid, mesmo tendo sido vacinado. Tempos cheios de tristezas. Mas o samba não morreu nem morrerá: deixa a malvada da língua do povo falar.”

 

[Caetano Veloso, 27/5/2021, Instagram]




7/8/2017 - Nelson Sargento presenteia Caetano Veloso












1965
























































Diário de Notícias - 16/5/1965