martes, 3 de febrero de 2026

2025 - MARIA BETHÂNIA - 60 anos de carreira de uma intérprete do Brasil

 

Maria Bethânia é celebrada com primeira mostra de cinema dedicada à sua obra

16 de agosto de 2025

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Maria Bethânia vai ganhar pela primeira vez uma mostra de cinema em sua homenagem. A Mostra de Cinema Maria Bethânia acontecerá em 26 e 27 de agosto, em Ouro Preto (MG), e celebrará a trajetória da cantora ícone da MPB, que completa 60 anos de carreira neste ano. 

A mostra exibirá os documentários “Bethânia bem de perto — A propósito de um show” (1966), de Júlio Bressane e Eduardo Escorel, e “Os Doces Bárbaros” (1976), de Jom Tob Azulay, que acompanha a turnê do grupo formado por Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Gal Costa. A mostra acontecerá no anexo do Museu da Inconfidência. 

Outros filmes mais íntimos também farão parte da programação da mostra. É o caso de “Pedrinha de Aruanda” (2006), documentário dirigido por Andrucha Waddington, que mostra a artista com sua família comemorando seus 60 anos. O público também poderá ver “O vento lá fora” (2014), que traz Bethânia e Cleonice Berardinelli, imortal da ABL, lendo obras de Fernando Pessoa, e “Fevereiros”, ambos de Márcio Debellian.





Jornal Voz Ativa

25 de agosto de 2025


Mostra em Ouro Preto celebra 60 anos da carreira de Maria Bethânia 

Exibições, debates e exposição fotográfica marcam homenagem à cantora baiana nos dias 26 e 27 de agosto de 2025.

 

Em 2025 a cantora Maria Bethânia completará 60 anos de carreira dedicada aos palcos, à música popular e ao ofício de cantar o Brasil e o seu povo. Trata-se de uma intérprete que, ao articular o cancioneiro popular, a literatura e o teatro, constrói uma mirada sobre o país, sua gente, suas mazelas e suas resistências. As imagens do Brasil na obra de Bethânia revelam um país que insiste em (re)existir, apesar das históricas desigualdades que o assolam. 

Nos dias 26 e 27 de agosto, no Cine Vila Rica (Ouro Preto), será realizada a Mostra de Cinema “Maria Bethânia, 60 anos de carreira de uma intérprete do Brasil”. A mostra oportunizará conhecer a história dessa intérprete atravessada pelas vivências do Recôncavo da Bahia e discutir a realidade brasileira. 

Além dos filmes, será realizada uma exposição fotográfica sobre o Bembé do Mercado (festejo popular de Santo Amaro), intervenções artísticas e debates. Haverá emissão de certificado para os participantes ao final do evento!








PROGRAMAÇÃO

26/08 | Terça-feira 

13h30 – Abertura da exposição fotográfica “Bembé do Mercado: festejo, devoção e resistência”, com Rafaela Fernandes (UECE) 

14h00 – Exibição: “O VENTO LÁ FORA”, de Márcio Debellian 
Documentário, 64min, Brasil, 2014 

O documentário apresenta o poeta português Fernando Pessoa a partir da leitura de poemas criada pela professora Cleonice Berardinelli e pela cantora Maria Bethânia. O filme também registra os ensaios para a leitura, as conversas sobre a obra do poeta e a pesquisa de manuscritos e imagens raras.

15h10 – Debate com mediação da Profa. Carolina Anglada (UFOP) 

16h10 – Exibição: “FEVEREIROS”, de Márcio Debellian 
Documentário, 73min, Brasil, 2017 

A partir do vitorioso carnaval da Mangueira em homenagem a Maria Bethânia, o filme percorre uma viagem entre o Rio de Janeiro e o Recôncavo da Bahia, acompanhando a cantora no universo familiar, festivo e religioso que inspirou o enredo.

17h30 – Intervalo 

18h00 – Exibição: “PEDRINHA DE ARUANDA”, de Andrucha Waddington 
Documentário, 61min, Brasil, 2006. 

O documentário oferece um olhar íntimo sobre Maria Bethânia, mostrando-a em diferentes contextos, como bastidores de shows, conversas familiares e momentos de celebração dos 40 anos de carreira.

19h00 – Debate com mediação do Prof. Leonardo Nogueira (UFOP) 

20h00 – Chama Bethânia: intervenção artística em homenagem à Maria Bethânia

27/08 | Quarta-feira 

15h – Recital: Quem fala de mim tem paixão, com Charles Paiva

15h10 – Exibição: “BETHÂNIA BEM DE PERTO”, de Eduardo Escorel e Júlio Bressane 
Documentário, 33min, Brasil, 1966. 

O filme acompanha a chegada de Maria Bethânia ao Rio de Janeiro em sua primeira apresentação no Show Opinião substituindo Nara Leão, além de momentos com a cantora passeando pela cidade e sua intimidade em casa com amigos como Jards Macalé, Rosinha de Valença e seu irmão Caetano Veloso.

15h40 – Apresentação: “Não ando no breu, não ando na treva”, com Andréia Roseno 

16h00 – Exibição: “OS DOCES BÁRBAROS”, de Jom Tom Azulay 
Documentário, 103min, Brasil, 1976. 

O documentário registra, no contexto da Ditadura de 1964, a comemoração dos dez anos de carreira dos cantores baianos Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Gal Costa. Eles formaram o grupo intitulado “Doces Bárbaros” para realizar uma turnê comemorativa pelo Brasil.

18h00 – Debate com mediação do Prof. Marlon de Souza Silva (UEMG)

18h40 – Recital: Quem fala de mim tem paixão, com Charles Paiva

Com informações do FIU – Festival de Inverno Universitário UFOP 2025

 


domingo, 1 de febrero de 2026

2015 - ABRAÇAR E AGRADECER - 50 anos de carreira

 


Maria Bethânia celebra 50 anos de carreira com show no Rio em janeiro


29/12/2014

 

Foi em 13 de janeiro de 1965, no Teatro Opinião, no Rio de Janeiro, que uma menina de 17 anos estreava nos palcos. Era Maria Bethânia, que chegava do interior da Bahia, por indicação de Nara Leão, para substituí-la no espetáculo Opinião. 50 anos depois Bethânia virou uma das maiores vozes do país, com talento reconhecido, aclamada pela crítica e pelo público, não só aqui, mas também lá fora. 

Meio século depois daquela noite em que ela conquistou o público após interpretar 'Carcará', a cantora celebra sua trajetória com um show em que vai celebrar seus 50 anos de carreira. Vai ser nos dias 10, 11, 15, 17 e 18 de janeiro, no Vivo Rio.

 O novo espetáculo se chama 'Abraçar e Agradecer' e nele Bethânia canta músicas de todos os tempos, inéditas em sua voz ou não, com canções compostas especialmente para ela por nomes como Paulo Cesar Pinheiro, Dori Caymmi e Chico Cesar, e trará textos de Wally Salomão, Clarice Lispector e Carmem Oliveira, além de apresentar compositores novos e uma versão inédita feita especialmente para ela por Nelson Motta. Não ficarão de fora músicas do repertório do seu último CD 'Meus Quintais', como 'Dindi' (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira), 'Xavante' (Chico César) e 'Uma Iara' (Adriana Calcanhotto e Cid Gomes). A turnê segue para São Paulo em março, com shows agendados entre os dias 14 e 22 no HSBC Brasil, e depois seguirá viagem durante todo o ano de 2015.
















Maria Bethânia canta Piaf em show de 50 anos de carreira



13/01/2015

 

Maria Bethânia deu a largada às comemorações de seus 50 anos de carreira com a estreia da turnê Abraçar e Agradecer no Vivo Rio, neste fim de semana. Dividido em dois atos, o show – que tem direção de Bia Lessa - trouxe alguns de seus grandes sucessos, como Rosa dos Ventos, A tua presença, Gostoso demais, além de canções de seu mais recente álbum, Meus Quintais. Intercalando canções com textos de Clarice Lispector, Fernando Pessoa, Wally Salomão e dela própria, Bethânia tinha algumas surpresas para o seu fiel público, entra elas, o clássico francês Non, je ne regrette rien, lançada por Edith Piaf no início dos anos 1960. A letra, que a cantora recitou trechos em português, diz “Não me arrependo de nada”. Nada mais apropriado, não? A baiana deu o seu recado.

A cantora ainda brindou o público, no bis, com Brincar de Viver, canção de Guilherme Arantes, feita para o especial infantil Plunct, Plact, Zuuum, exibido pela TV Globo em 1983. Bethânia jamais a havia cantando em um show. A tão esperada Carcará, música que a projetou nacionalmente, em 1965, aparece apenas em uma pequena brincadeira de Bethânia. A turnê Abraçar e Agradecer chega a São Paulo em março.


Foto: Alexandre Moreira

























Foto: Marcos Ramos



Foto: Marcos Ramos

Foto: Marcos Ramos





Brasília, 6 de março de 2015



Foto: Karina Zambrana



Foto: Karina Zambrana


Foto: Karina Zambrana


Foto: Karina Zambrana




Maria Bethânia comemora carreira com muito trabalho e sem arrependimentos

 
 
Flavia Guerra
Do UOL, em São Paulo
15/03/2015

 

“Tem que ser mulher! Dá trabalho fazer 50 anos”, bradou Maria Bethânia ao ser ovacionada no final da primeira apresentação de "Abraçar e Agradecer" que fez em São Paulo, na noite de sábado (14/3), no HSBC Brasil. A cantora, que comemora com a turnê (iniciada no Rio em 11 de janeiro e, em seguida com show em Brasília, no dia 06 de março) cinco décadas na estrada, presenteou seu público com um show tão espontâneo quanto bem planejado.

“Agradeço aos amigos que gostam de mim. Apesar de mim”, declamou ela logo de início. Acompanhada da banda formada por Jorge Helder (regência e contrabaixo), Túlio Mourão (piano e acordeom), Paulo Dafilim (violas e violão), Pedro Franco (violão, bandolim e guitarra), Marcio Mallard (cello). Pantico Rocha (bateria) e Marcelo Costa (percussão), Bethânia mostrou vigor e se movimentou com força e delicadeza por um repertório que variou do ‘universo exterior’, no primeiro ato, ao ‘universo interior’, no segundo.

Uma viagem pelas canções que escreveram sua carreira, iniciada oficialmente em 13 de fevereiro de 1965, quando substituiu Nara Leão no espetáculo Opinião, no Rio, com direção de Augusto Boal. Desde então, e de sua interpretação lendária de "Carcará", que a tornou famosa em todo o País, muitos foram os espetáculos. Nesta história, que ela relembra, abraça e agradece, não há espaço para saudosismo. Ela revisita seu passado, mas finca os pés descalços no presente e mira o futuro.

Vestindo dourado no primeiro ato de um show milimetricamente dirigido por Bia Lessa (direção e cenografia) e por Guto Graça Mello (direção musical), ela abriu com "Eterno em Mim" (Caetano Veloso, 1996) e seguiu com "Dona do Dom" (Chico César, 2001) para, então, cantar pela primeira vez "Gitâ" (Raul Seixas e Paulo Coelho, 1974) em versão integral. Como se ouvíssemos uma biografia musical, cada canção que sucede a outra conta um pouco da vida, dos trabalhos, dos amores, paixões, acertos, desvios, retornos, deuses e orixás desta mulher que “tem mais coragem do que homem” e que completa 69 anos em junho.

No roteiro do show idealizado pela própria Bethânia, praticamente não há pausa entre uma música e outra; e os acordes mudam também com a mesma rapidez. Vez ou outra, como já é tradição, ela declama textos de Clarice Lispector, Waly Salomão, Fernando Pessoa, e até mesmo de sua autoria. Estes, assim como as canções, dizem muito sobre ela.

Enquanto alternava clássicos como "Tatuagem" (Chico Buarque, 1973) e "Dindi" (Tom Jobim Aloysio de Oliveira, 1959) com composições novas, como "Voz de Mágoa" (Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro, 2015) e "Silêncio" (Flávia Wenceslau, 2015), sobre cada um dos músicos havia apenas uma luminária de acrílico. Sobre Bethânia e o palco, feixes de luz ora coloridos ora brancos, criavam tanto uma noção espacial quanto uma atmosfera propícia a cada música.


Chão de LED e de estrelas


Além da iluminação de Binho Schaefer, outro recurso cenográfico acertado foram os telões  de LED sob o palco, em que imagens de águas claras, cenas bucólicas, entre outras, criavam um imaginário para as canções. Para os que viram o show do alto, as imagens  dos telões também eram exibidas sob os pés de Bethânia, criando, no chão de LED, ora um tapete de rosas, ora um mar agitado, um céu cheio de nuvens ou de estrelas. Era este universo de Bethânia que se completava com o figurino criado por Gilda Midani (que também a vestiu em outras turnês e no show que fez em Santo Amaro da Purificação, em fevereiro).

A propósito, a saia, a blusa e o colete dourados que ela vestiu no primeiro ato evocam as cores de Oxum, que cantou em "Oração de Mãe Menininha" (Dorival Caymmi, 1972), no início do segundo ato. Para a segunda metade de um show longo, com 37 canções, voltou ao palco de dourado e vermelho, a cor de Iansã, a quem ela homenageou em "Vento de lá" (Roque Ferreira, 2007).

Depois de seu passeio pelo interior, foi com "Motriz" (Caetano Veloso, 1983) que ela celebrou sua força e entoou as palavras de Clarice Lispector: “Faça com que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo.”

Por fim, depois da inédita "Eu te Desejo Amor" (versão de Nelson Motta para "Que reste-t-il de nos amours", de Charles Trenet), admite, entoando Fernando Pessoa: “Sou eu, eu mesmo. Quanto fui, quanto não fui, tudo isso sou.” E encerra, sem arrependimentos, entoando "Non, Je ne Regrette Rien" (Charles Dumont e Michael Vaucair, 1935) e, em seguida, pede "Silêncio", “pra me lembrar de tanta coisa que sonhei”. E sob os acordes da vinheta de "Carcará", um presente dos músicos para ela, gesticulou: “Pega, mata e come!”
 

Esfuziante, a plateia pediu bis, mas Bethânia disse que não havia preparado nada. E emendou os primeiros versos de "O Que é, o Que é?" (Gonzaguinha). “Esta música eu vou cantar em minha vida, enquanto eu cantar, eu vou cantá-la. Gonzaguinha!  Viver… Cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz”, arrancando arrepios até dos mais céticos da plateia. “É a vida. É bonita.”


Serviço
Abraçar e Agradecer 
Local: HSBC Brasil (Rua Bragança Paulista, 1281 - Chácara Santo Antonio)
Data: 15, domingo, 19, quinta, 21 e 22 de março, sábado e domingo
Horário: sábado e quinta-feira: 22hs e domingo: 20hs
Classificação: 14 anos. Menores desta idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis
Preços: de R$ 280,00 a R$ 140,00 - INGRESSOS ESGOTADOS
Capacidade: 4 mil lugares


 

Foto: Sebastian Freire


Foto: Sebastian Freire


sábado, 31 de enero de 2026

2026 - ORAÇÃO AO TEMPO




30 de janeiro de 2026

Primeiro single do novo álbum de António Zambujo. “Oração ao Tempo”, um dueto com Caetano Veloso, autor da canção original. 

O lançamento nas plataformas digitais antecipa o disco homónimo, cuja edição está prevista para a primavera de 2026.

“Gravar com o Caetano é gravar com um cantor que achas que é o melhor cantor do mundo e que idolatras há tanto tempo, ainda por cima uma música dele que tem tanto a ver com aquilo que eu pensei para este disco”.

António Zambujo











1/9/2025 - "Tive a alegria de gravar para o novo disco de António Zambujo aqui no meu estúdio. Depois sentamos na sala e relembramos coisas bonitas da vida!"




 

jueves, 29 de enero de 2026

2026 - CAE ⟷ BTH – Caetano e Bethânia ao vivo


68ª edição do Grammy



No dia 7 de novembro de 2025, o Grammy Awards 2026 anunciou sua lista de indicados, revelando que os brasileiros Caetano Veloso e Maria Bethânia foram nomeados na categoria Melhor Álbum de Música Global com o projeto “Caetano e Bethânia Ao Vivo”. 

A cerimônia de premiação está marcada para acontecer em 1º de fevereiro de 2026, na Crypto.com Arena, em Los Angeles, Estados Unidos.




miércoles, 28 de enero de 2026

2016 - MARIA BETHÂNIA REINAUGURA CONCHA ACÚSTICA

 

Maria Bethânia em show de reabertura da Concha Acústica do TCA, 

em Salvador - Foto: Manu Dias /GOVBA



13/05/2016

Maria Bethânia reinaugura Concha Acústica com show emocionante


Apresentação foi realizada na noite desta sexta-feira (13/5), em Salvador. 

Show ainda contou com a participação de Margareth Menezes.


Maiana Belo e Lílian Marques

Do G1 BA


A cantora Maria Bethânia abriu nesta sexta-feira (13/5) o Festival "Eu sou a Concha", que marca a inauguração da nova Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador. 

A apresentação, que emocionou o público presente, começou pontualmente às 19h. Com os pés descalços e saia longa, com bastante brilho, a diva da MPB arrancou muitos aplausos do público ao iniciar a apresentação com uma interpretação impecável de "Sangrando", de Gonzaguinha.


Maria Bethânia em show de reabertura da Concha Acústica do TCA
Foto: Manu Dias / GOVBA


"Começaria tudo outra vez", também de Gonzaguinha, e "Mortal loucura", que embala o romance dos personagens Santo e Tereza na novela Velho Chico, da TV Globo, "Brincar de viver", "Reconvexo" e "Non, Je Ne Regrette Rien, de Edith Piaf, fizeram parte no repertório. 

"Que beleza ver a Concha de novo, quente, viva. Dia 13 de maio é Dia de Nossa Senhora de Fátima, o mundo precisa de misericórdia e que ela estenda seu manto de luz sobre todos nós", disse Bethânia. Logo após, ela puxou a oração à Ave Maria. O público aceitou o convite da cantora e todos, de pé, fizeram a oração. Em seguida, ela cantou a música "Yá Yá Massemba". 

Enquanto cantava "É o Amor", da dupla sertaneja Zeze Di Camargo e Luciano, Bethânia surpreendeu o público, que aplaudiu, ao também cantar o refrão da música "Vai dar Namoro", de outra dupla, Bruno e Marrone.

A cantora Margareth Menezes também subiu ao palco da Concha na noite de reinauguração do espaço e junto com Bethânia cantou "Os Mais Doces Bárbaros". Depois, Maria Bethânia deixou o palco e Margareth Menezes cantou sozinha "É d'oxum", de Gerônimo, e "Luz de Tieta".


Bethânia cantando com Margareth no show de reabertura da Concha Acústica, 

em Salvador - Foto: Maiana Belo/ G1 BA


Ao som de "O que é, o que é", Bethânia cantou junto com Margareth Menezes e deixou o palco, mas voltou e colocou todo mundo para sambar ao cantar a música "Menina dos Olhos de Oyá" enredo da Mangueira, escola de samba que a homenageou e foi campeã do Carnaval do Rio de Janeiro neste ano.



MARIA BETHÂNIA SE APRESENTA NA CONCHA ACÚSTICA EM SALVADOR

14/05/2016 

A primeira noite do Festival Eu Sou a Concha, que marca a inauguração da nova Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador (BA), contou com o show de Maria Bethânia, que recebeu no palco a cantora Margareth Menezes, nesta sexta-feira (13/5). 

Às 19h, e ao som de ‘Sangrando’, de Gonzaguinha, Bethânia reinaugurou o palco e cantou grandes sucessos de sua carreira, além das canções mais novas, como ‘Mortal Loucura’. “Parabéns, Salvador! A Concha está um show!”, disse Bethânia no palco. “Que beleza ver a Concha de novo viva, quente. Salvador merece, a Bahia merece, nós merecemos. O Brasil merece. A música merece”, completou Bethânia durante a apresentação. 

No espetáculo, a artista lembrou que dia 13 de maio é dia da abolição da escravatura e de Nossa Senhora de Fátima, afirmou que o mundo precisa de misericórdia e pediu aos espectadores que rezassem uma Ave Maria com ela.

Alternando com a anfitriã da noite, Margareth Menezes realizou mais uma apresentação na Concha, palco onde já se apresentou diversas vezes e agitou o público com canções, como Tieta e É D’Oxum. 

Margareth comemorou a entrega do equipamento e já faz planos para novas apresentações. “Hoje é um dia muito especial. A concha é um espaço que engrandece a cultura do nosso estado e toda a classe artística. Cantar aqui hoje, fazer um show com Maria Bethânia torna esse dia muito especial, estou muito feliz”, comemorou.







 











Foto: Sergio lsensee