lunes, 8 de junio de 2026

2026 - TROPICALISMOS. Sicodelia, vanguardia y canibalismo cultural en Brasil (1967 – 1970)

 

16 Marzo – 14 junio 2026







Sala de exposiciones del CIE

Horario:
De lunes a viernes de 9:00 a 14:00h y de 16:00 a 20:00h

Coproducción: Centro de Estudios Brasileños / Servicio de Actividades Culturales.  Universidad de Salamanca

 

El tropicalismo, también conocido como Tropicália, fue un movimiento cultural que sacudió la música popular y las artes visuales brasileñas entre 1967 y 1970 -Si bien, su influencia llega hasta el presente- Surgió en un periodo convulso delimitado por la dictadura de la junta militar golpista, que ostentaba el poder en Brasil desde 1964. Sus representantes más destacados fueron los cantautores Caetano Veloso y Gilberto Gil, además de las cantantes Maria Bethania, Gal Costa y Rita Lee y el compositor Tom Zé, de la banda Os Mutantes. En Tropicália convergen en un mismo plano las letras surrealistas basadas en los juegos con el lenguaje de la poesía concreta, la samba, la bossa nova, los ritmos africanos, la psicodelia y el experimentalismo sonoro, patente en los arreglos innovadores de músicos de vanguardia como Rogério Duprat, Júlio Medaglia y Damiano Cozzela.

Pero más allá de lo musical, Tropicália fue, ante todo, un gesto de rebeldía; inspirado en el Manifiesto Antropófago (1928) del poeta Oswaldo de Andrade que promovía una suerte de “canibalismo cultural” capaz de devorar fragmentariamente las culturas foráneas con el fin de crear una identidad nacional que reflejase el crisol de culturas que se ha dado en Brasil desde hace siglos.

En este contexto, el cine –con Glauber Rocha, Nelson Pereira Dos Santos y Joaquim Pedro de Andrade–, el teatro –Zé Celso, Martinez Correa– la poesía -Augusto de Campos; el artista gráfico, compositor y poeta Rogério Duarte, Capinam y Torquato Neto- y las artes plásticas –la instalación Tropicália (1967) de Hélio Oiticica, inspiró a Caetano Veloso el nombre del movimiento– se alinean junto a la música con una modernidad cosmopolita, que, en sí misma, ya representaba una oposición frontal al régimen. Una revolución cálida y amable donde “se piensa mientras se baila y se celebra”.

La exposición Tropicalismos, que forma parte del Festival de Música Contemporánea y Arte Sonoro, [CON]TEMPO, que en 2026 se dedica a Brasil, se plantea como un palimpsesto iconográfico en el que el innovador diseño gráfico de los discos más significativos de este movimiento se fusiona con la obra plástica de los colectivos Largen & Bread y Assume Vivid Astrofocus que han diseñado una instalación audiovisual pensada para el espacio específico del CIE.



De izquierda a derecha: Sergio Zambrano, compositor de la pieza musical; la vicerrectora de Cultura, Matilde Olarte; el director del Servicio de Actividades Culturales, Javier Panera; y el director del Centro de Estudios Brasileños, José Manuel Santos - Foto: Raquel J. Santos (Comunicación USAL)









domingo, 7 de junio de 2026

1998 - BRASIL 500 ANOS

 



























25 de abril de 1998

O show "Brasil 500 anos", organizado pela Rede Globo, em São Paulo, levou ao palco 29 astros da música brasileira, que cantaram pela educação. 

Nos camarins, Gal Costa e Skank falavam sobre seus novos discos, enquanto Arnaldo Antunes elogiava a silhueta da cantora Baby do Brasil.

Djavan e Gal Costa fizeram dueto em "Pela luz dos olhos teus"



Foto: Sérgio Andrade




Gal Costa preferiu nem sair de seu camarim privado. Nele, recebeu visitas de Elba, Ivete e Zélia Duncan. Com um conjunto preto "comprado em boutique mesmo", ela passou a noite quieta, assistindo à apresentação pela TV. Provou estar cuidando da forma — a mesa permaneceu intocada — e mostrou animação sobre seu próximo projeto em estúdio: Em julho, começo a gravar um disco só com canções inéditas — disse ela, que já conta com músicas de Caetano, Chico Buarque, Djavan, Zeca Baleiro e José Miguel Wisnik

 







1980s - GAL COSTA e ALAÍDE COSTA

 


 Gal Costa e Alaíde Costa


lunes, 1 de junio de 2026

2015 - GAL COSTA - ESTRATOSFÉRICA - Programa FANTÁSTICO


 05/06/2015

Gal Costa faz show exclusivo e comemora 50 anos de carreira


Neste domingo (7) o Show da Vida recebe, em um show exclusivo, a voz cristalina de Gal Costa. A cantora está comemorando 50 anos de carreira.















Fantástico recebe a cantora Gal Costa em apresentação exclusiva

Foto: Leandro Cavalcanti/TV Globo












Duda Molinos, Gal Costa e Miro









domingo, 31 de mayo de 2026

2026 - ZECA VELOSO - Coala Festival - Portugal

 

Após uma década de história e uma curadoria dedicada à vanguarda da nova música brasileira, o Coala Festival consolidou-se como uma referência no cenário cultural do Brasil. Na sua expansão para Portugal, o festival amplia a sua proposta, trazendo consigo essa identidade com um olhar para além das fronteiras brasileiras. Com um foco na música de língua portuguesa como um todo, o Coala une as pontas do triângulo Brasil, Portugal e África (PALOPs), criando uma conexão poderosa entre culturas, celebrando as suas raízes e projetando novos diálogos sonoros. 

O Coala Festival regressa a Portugal para a sua terceira edição consecutiva como o primeiro festival do Verão, reunindo o que há de melhor da música de língua portuguesa em dois dias de evento em Cascais.









Foto: Jordan Alves




Fantasiado de pierrot, Zeca Veloso conquista público no Coala Festival em Cascais

Foto: Carol Ribas



















Maio 30, 2026


Jordan Alves - Lisboa


Cantor embalou o público com músicas de seu primeiro álbum, além do sucesso de “Todo Homem”


Entre confetes imaginários, rosto pintado e um figurino de pierrot digno de um bloco de carnaval melancólico, Zeca Veloso abriu o Coala Festival neste sábado (30), em Cascais, transformando a estreia do festival em Portugal em um espetáculo quase teatral. E foi justamente nesse clima lúdico — e um tanto poético — que o cantor foi, literalmente, se desmontando no palco ao longo da apresentação, retirando aos poucos os elementos da fantasia enquanto conduzia o público por um show intimista, solar e cheio de referências da música brasileira.

No repertório, Zeca apostou nas faixas do álbum inaugural “Boas Novas”, mas também abriu espaço para clássicos e canções afetivas. “Garota de Ipanema” apareceu como um daqueles momentos que fazem a plateia cantar em coro sem esforço, enquanto “Todo Homem” — composição assinada ao lado do irmão Moreno Veloso e do pai Caetano Veloso — trouxe um dos momentos mais emocionantes da tarde.

Após o show, Zeca recebeu a EntreRios e contou como pensou a curadoria da apresentação para o festival português.

“A ideia era trazer músicas de outros compositores que tivessem a ver com o ‘Boas Novas’. Pensei na ‘Garota de Ipanema’, que não tem tradução, do Noel Rosa, e tem a ver com o disco, músicas como ‘Desenho de Animação’, ‘Carolina’ e essa sessão bem coesa, bem legal”, explicou.

O artista também falou sobre as participações especiais presentes no disco, que reúne nomes como Xande de Pilares e Dora Morelenbaum.

“O Xande faz parte da concepção da música ‘O Sal desse Chão’. Mostrei pra ele a música ainda sem letra e ele mostrou um caminho para a segunda parte. Completei a canção sozinho e depois chamei ele pra gravar comigo. Ele nem se lembrava”, contou, aos risos. 

Abrindo o festival justamente no dia em que Caetano Veloso será a atração de encerramento, Zeca revelou que os dois sequer conversaram antes da apresentação — o que deixou a surpresa ainda melhor.

“Não falamos nada, não nos encontramos ainda. Ele não sabia nada, apareci de pierrot, com a cara toda pintada… deve ter visto na transmissão”, brincou.

Se para o público português a apresentação marcou um encontro inédito com o universo musical de Zeca, para o cantor o momento também teve sabor especial. Apaixonado por Portugal, ele celebrou a estreia no país com entusiasmo de turista apaixonado.

“Adoro o país, a comida, amêijoas à Bulhão Pato, perceves, toda gente por aí, a arquitetura…”











sábado, 30 de mayo de 2026

2026 - CAETANO VELOSO - EUROPA

 

PORTUGAL


27/5/2026 - PORTO

Super Bock Arena - Pavilhão Rosa Mota






Setlist 

“BRANQUINHA”

“GENTE”

“VACA PROFANA”

 “DIVINO MARAVILHOSO”

 “CAJUÍNA”

 “PODRES PODERES”

 “ANJOS TRONCHOS”

 “ECLIPSE OCULTO”

 “SOZINHO”

 “A ROSINHA DOS LIMÕES”

 “UM BAIANA”

 “MUITO ROMÂNTICO”

 “ALEGRIA, ALEGRIA”

 “NÃO ENCHE”

 “QUEIXA”

 “UM ÍNDIO”

 “FORA DA ORDEM”

 “DESDE QUE O SAMBA É SAMBA”

 “RECONVEXO”

 “É HOJE”

 

Encore

 “ODARA”.

 

 

 



Caetano entrou em palco de braços erguidos perante uma Super Bock Arena rendida - Foto: Ana Ribeiro.

























30/5/2026 - CASCAIS

COALA FESTIVAL - PORTUGAL

HIPÓDROMO MANUEL POSSOLO


Após uma década de história e uma curadoria dedicada à vanguarda da nova música brasileira, o Coala Festival consolidou-se como uma referência no cenário cultural do Brasil. Na sua expansão para Portugal, o festival amplia a sua proposta, trazendo consigo essa identidade com um olhar para além das fronteiras brasileiras. Com um foco na música de língua portuguesa como um todo, o Coala une as pontas do triângulo Brasil, Portugal e África (PALOPs), criando uma conexão poderosa entre culturas, celebrando as suas raízes e projetando novos diálogos sonoros.  

O Coala Festival regressa a Portugal para a sua terceira edição consecutiva como o primeiro festival do Verão, reunindo o que há de melhor da música de língua portuguesa em dois dias de evento em Cascais.