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| Maria Bethânia e Hebe Camargo |
Acervo digitalizado de la obra de Caetano Veloso, organizado por Evangelina Maffei [Buenos Aires, Argentina] Fecha de inicio: 2/12/2010. Sitio oficial de Caetano Veloso: http://www.caetanoveloso.com.br
14 de junho de 2016
Brasileiros lança titulo voltado à cultura
A nova revista circulará mensalmente
junto à Brasileiros e terá tiragem de 40 mil exemplares
A editora Brasileiros lançou, na sexta-feira, 10, a revista Cultura!Brasileiros. O título circula mensalmente junto à Brasileiros, com tiragem de 40 mil exemplares. As áreas de cobertura são literatura, cinema, música, teatro e TV.
“Não é de agora que notamos uma diminuição das publicações de cultura ou de cadernos, seções e suplementos culturais nos diversos veículos de imprensa do País e, com isso, queremos que o novo título se torne uma referência”, diz Daniel Benevides, redator-chefe da Cultura!Brasileiros.
A edição de estreia tem na
capa Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi, finalistas do Prêmio Montblanc de la
Culture Arts Patronage.
Apesar da crise, editora Brasileiros lança revista
focada em cultura
14/06/2016
Buscando suprir a falta de publicações voltadas para a cultura, a editora Brasileiros na última semana a revista Cultura!Brasileiros.
Com periodicidade mensal, o veículo terá tiragem de 40 mil exemplares e traz na capa de estreia Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi, finalistas do Prêmio Montblanc de la Culture Arts Patronage.
Editora aposta em revista voltada para temas de
cultura
Daniel Benevides, redator-chefe da Cultura!Brasileiros, diz em que a revista nasce fruto do "golpe contra a cultura". "Se essa crise é produto de um golpe – e de um golpe que sintomaticamente atropelou a cultura num de seus primeiros atos –, o entusiasmo da criação ganha também a força da resistência. Assim nasce a CULTURA!Brasileiros".
Para a editora, o lançamento do
veículo é um ato de ousadia num momento em que a grande maioria está recuando. "Para
nós, no entanto, o momento deve ser exatamente esse: se tentam nos acuar,
avançamos".
A revista falará de temas como
cinema, literatura, televisão, mídias digitais, teatro, dança, música etc. O
primeiro número sai em junho nas bancas, junto com a Brasileiros.
Créditos: Reprodução
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Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi, finalistas do Prêmio Montblanc de la Culture Arts Patronage |
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| Maria Bethânia em poesia e prosa |
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| Sonia Braga |
“Era
muito solto, era muito livre, era muito encantado, era uma delícia, você não
pode calcular…”
Maria Bethânia
Nós, Por Exemplo… o show que uniu Gil, Caetano, Bethânia, Gal e Tom Zé, de Lucas Fróes, investiga um acontecimento fundante da música brasileira: o espetáculo que reuniu no palco do Teatro Vila Velha, pela primeira vez, jovens artistas baianos que mais tarde transformariam a cultura do país. Entre 1964 e o presente, a pesquisa articula documentos, áudios inéditos, fotografias e depoimentos para reconstruir não apenas o show, mas o ambiente cultural e político de Salvador naquele período, marcado pela efervescência artística e pela instauração da ditadura militar.
O víde-documentário é parte do projeto
“TEMPO: Disseminação Cultural e Inclusão social no Teatro Vila Velha”, projeto
21.792, que tem a parceria da Fundação Banco do Brasil. A estreia acontece no
dia 12 de maio, no Cine Glauber Rocha.
Compositor: Ary Barroso
Gravação original com Francisco Alves e orquestra
de Radamés Gnatalli, em disco 78 rpm, nº 11768, de 18 de agosto de 1939.
Direitos autorais de Irmãos Vitale S/A Industria e
Comércio.
“Es una de esas canciones de cantautor,
esas que agarro la guitarra en mi casa y empiezo a jugar. Así apareció la
figura de Caetano, que tuve la suerte en estos últimos 10 años de cruzarlo,
estar con él un par de veces. Soy muy fan de su música, de su carrera, de su
historia y todo lo que tiene que ver con él”
Emmanuel Horvilleur
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| 15 de março de 2017 - Teatro Gran Rex - Buenos Aires |

15 de março de 2017 - Teatro Gran Rex - Buenos Aires
Novembro de 2025
Uno de los tracks que más me gusta de MI AÑO GÓTICO es Caetano por que es la primera vez que grabo algo junto a @fitopaezmusica y por que es una canción inspirada por otro maestro @caetanoveloso
Así que la
emoción es total

2025 - EMMANUEL HORVILLEUR
CAETANO
(Emmanuel Horvilleur)
Emmanuel Horvilleur e Participação Especial de Fito Páez
Champan llora champan pero eso no hace a la
historia
ni a lo que cuentan de los dos.
Champan llora champan, pero eso no hace a la
historia.
Y si mi voz es de ayuda yo tengo una duda.
Si también es tu misión ver un astronauta
desafiando el sol,
y que nos encuentren en un bar riendo a través
du cristal
que está empañado...
El mar siempre es el mar y más si estamos solos
cantar quiero cantar mirar profundo a tus ojos
negros,
y si mi voz es de ayuda, sácame esta duda de
amor,
si también es tu misión ver el horizonte justo
aquí nomás
y que lo podamos atrapar con nuestras manos,
que loco todo...
Es como si fuera Caetano cantando aquí solo
para vos y yo pudiendolo espiar.
Si mi voz es de ayuda, sácame esta duda de amor
si también es tu misión ver el horizonte justo
aqui nomás,
ya que lo pudimos atrapar y no fue en vano,
fue lindo todo...
Es como si fuera Caetano cantando aquí solo
para vos y yo pudiendolo espiar.
17 de maio de 2026
"Maria Bethânia reina majestosa na roda do samba de Pretinho da Serrinha,
'movimento que representa o Brasil real'"
Mauro Ferreira
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Maria Bethânia é recepcionada por Pretinho da Serrinha na apresentação do 'Batuke do Pretinho' na casa Vivo Rio na noite de domingo, 17 de maio de 2026 Foto: Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio |
"Maria Bethânia! Maria Bethânia!”, saudou em coro o público que
lotou a pista da casa Vivo Rio na noite de domingo, 17 de maio. Feita diante da
própria cantora, presente no palco, a saudação sublinhou o fato de Maria
Bethânia ter reinado ao entrar na roda de samba de Pretinho da Serrinha com o habitual
porte majestoso.
A artista foi a convidada da apresentação de ontem
do “Batuke do Pretinho”, roda de samba em formato de show que o cantor e
percussionista carioca vem apresentando aos domingos na casa Vivo Rio, na
cidade natal do Rio de Janeiro (RJ).
A diamantina
presença de Bethânia alterou o ambiente da roda. Até
porque a cantora levou dois músicos da própria banda, o baixista Jorge Helder
(excepcionalmente no violão) e o violeiro Paulo Dafilin, alocados ao lado de um
dos naipes de percussionistas arregimentados por Pretinho para o show.
Depois de o dono da roda entreter o público com o
canto de sambas dos repertórios de Roberto Ribeiro (1940 – 1996), Jorge Aragão
e Arlindo Cruz (1958 – 2025), entre outros bambas, a cena foi preparada para a
entrada de Bethânia. Quando a voz grave da cantora foi ouvida da coxia,
entoando breves versos do samba “Alguém me avisou” (Ivone Lara, 1980), o
público vibrou e a energia mudou.
Quando efetivamente pisou no palco da casa Vivo
Rio, cantando “Sonho meu” (Ivone Lara e Delcio Carvalho, 1978), samba que
lançou há 48 anos em um dos álbuns mais bem-sucedidos dos 60 e poucos anos de
carreira, Bethânia se mostrou feliz, com a voz potente, quente.
A cantora não fez uma participação burocrática,
como em outras intervenções em shows alheios. Ficou nítido que a artista queria
estar ali na roda de Pretinho da Serrinha, saudado por Bethânia como “garoto
lindo”.
Na sequência, a cantora caiu bem no “Samba do
grande amor” (Chico Buarque, 1983) – com Pretinho no tamborim – e celebrou o
samba da Bahia natal em pot-pourri que aglutinou “Lindomar”, “Samba de dois” e
“Cosme e Damião”, preparando o terreiro para o canto de “Reconvexo” (Caetano
Veloso, 1989).
As falas de Bethânia antes e depois do canto do
samba “O que o que é” (Gonzaguinha, 1982) – “Tô muito
feliz de estar aqui. Esse rapaz é um músico extraordinário” e “Esse movimento
que o Pretinho faz me representa e representa o Brasil real” – reforçaram a
energia boa que envolveu a generosa participação da cantora no “Batuke do
Pretinho”.
Ovacionada pelo público, por Pretinho da Serrinha e
pela big banda, Bethânia saiu da roda após cantar o samba-canção “Negue”
(Adelino Moreira e Enzo Almeida Passos, 1960) a “pedido dele”, como ressaltou
Bethânia. Ele, claro, é Pretinho, menino da Serrinha que é o rei da roda, mas
ontem se portou como súdito diante de sua
majestade, a Abelha
Rainha.
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| Maria Bethânia leva o baixista Jorge Helder (ao fundo, ao violão) para a roda de samba de Pretinho da Serrinha — Foto: Ricardo Nunes / Divulgação Vivo Rio |