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lunes, 9 de junio de 2025

1999 - 6° PANORAMA PERCUSSIVO MUNDIAL - PercPan 99

 


São Paulo, Quarta-feira, 24 de Março de 1999

Soam os tambores do mundo

Começa hoje, em Salvador, a 6ª edição do Percpan, evento percussivo que reúne até o próximo sábado grupos e músicos indianos, norte-americanos, burundineses e brasileiros 


CELSO FIORAVANTE
da Reportagem Local

 

Vem gente de todo lugar para animar a festa armada por Gilberto Gil e Naná Vasconcelos para a 6ª edição do Percpan (Panorama Percussivo Mundial), que começa hoje, às 19h, na praça Campo Grande, em Salvador.

A seleção é das mais ecléticas e inusuais da história do evento. Reúne refugiados haitianos, descendentes de índios norte-americanos, índios brasileiros, tocadores de tambor de Burundi, na África (leia textos abaixo), e muitos outros.


Uma das principais atrações é o indiano Zakir Hussain, compositor da trilha de "O Pequeno Buda", de Bernardo Bertolucci. Hussain toca tabla (tambor típico indiano) e virá acompanhado por mestres da percussão de seu país.


Radicado nos EUA desde 1970, Hussain já se apresentou com nomes do porte de Joe Henderson, Van Morrison, Pharoah Sanders e George Harrison. É considerado um dos maiores percussionistas do planeta.


Os EUA oferecem uma atração insólita para o circo percussivo baiano: o grupo Silvercloud Singers, formado por descendentes de índios de várias regiões do país. Diferenciam-se de outros grupos indígenas por apresentar a tradição de várias tribos, como winnebago (Nebraska), taos (Novo México), iroquois (Nova York) e hopi (Arizona).


O Brasil também cede seus índios, os camaiurá, que se apresentam ao lado de Egberto Gismonti. Juntos tocarão músicas de rituais sagrados da tribo do Alto Xingu.


A presença brasileira é uma das forças do evento. Além dos camaiurá, a tradição do país estará representada nas participações de Zeca Baleiro, Maria Bethânia e do grupo Evocação.

Zeca Baleiro retoma as tradições do Maranhão e se apresenta ao lado de mestres do tambor de crioula, como Leonardo, Felipe e Nivô.

Maria Bethânia também cede às suas raízes e promete, além da canções do novo disco (de perfil bem regionalista), sambas de roda do Recôncavo Baiano.

Pernambuco estará presente com o grupo Evocação, criado especialmente para o evento e formado por cerca de 20 músicos de várias procedências, como mestre Salustiano e Aurinha do Coco.
Mas o festival não se resume a ritmos tradicionais. Este ano, investe também em campos como a música erudita, com a presença dos músicos de formação clássica Carlos Tarcha e Dalga Larrondo.
Também se aproxima da música eletrônica, com a presença do grupo Techno Suggestion, formado por Naná, Cyro Baptista e Leon Gruenbaum.

 

 

















domingo, 28 de enero de 2024

1996 - 3° PANORAMA PERCUSSIVO MUNDIAL - PercPan

 

Organizado por Gilberto Gil e Naná Vasconcelos.

Gal Costa, Elza Soares e D. Ivone Lara no Festival de Percussão em Salvador.








Elza Soares, Gal Costa e Gilberto Gil









29/3/1996 - Foto: Adenor Gondim





São Paulo, quinta-feira, 28 de março de 1996

PercPan cultua o samba do planeta

CARLOS CALADO
ESPECIAL PARA A FOLHA


Tambores africanos e brasileiros procuram uma língua comum, no show de abertura do 3º Panorama Percussivo Mundial, hoje à noite, em Salvador, Bahia.

Até sábado, o tradicional Teatro Castro Alves receberá atrações nacionais e estrangeiras, com destaque para o percussionista senegalês Doudou N'Diaye Rose, que toca pela primeira vez no país.

A abertura desta noite também promete uma rara atração. Dividindo a direção artística do evento, Gilberto Gil e o percussionista Naná Vasconcelos vão reeditar uma parceria que não acontecia desde o verão de 1973, quando Gil acabara de voltar do exílio em Londres.

"É uma alegria incrível poder tocar de novo com o Gil", comemora o percussionista pernambucano, que se mudou para os EUA logo após o primeiro encontro.

Depois de coordenar o PercPan do ano passado, Naná sentiu necessidade de uma edição um pouco mais voltada para a música brasileira. Já com o auxílio de Gil, escolheu para 96 o mote "Samba da Minha Terra", emprestado do clássico samba de Dorival Caymmi.

"Esse verso de Caymmi é bastante amplo para englobar a idéia de um samba do planeta, o samba de várias terras", explica Gil.

"No Senegal, você tem o 'sabá', um ritmo com o mesmo significado do samba. Foi com ele que Doudou compôs o hino nacional do seu país. Já na Nigéria, você encontra o 'juju' ", compara Naná.

Segundo o percussionista, o festival terá várias surpresas. A começar da canção, ainda sem título, que Gil acabou de compor e deve ser exibida amanhã, no segundo show da dupla. "É algo na linha de 'Filhos de Ghandi', mas com a minha levada", adianta Naná.

Surpresas também não devem faltar durante a noite de encerramento, no sábado, quando Naná e Gil pretendem provocar encontros dos músicos estrangeiros com os brasileiros, sem ensaios prévios.

Além de Doudou Rose, o elenco internacional tem mais destaques. Originário da ilha de La Reúnion (próxima a Madagascar), o africano Granmoun Lélé é autor de mais de 200 canções e também estréia em palcos brasileiros.

Já o norte-americano Glen Velez é um compositor e professor de formação erudita que se especializou em instrumentos de percussão, especialmente alguns semelhantes ao pandeiro, encontrados no Marrocos, na Argélia e na Índia.


Presença feminina


Naná diz estar satisfeito por poder realizar um festival com forte presença feminina.
 

Além das cantoras Gal Costa, Elza Soares e Dona Ivone Lara, também participam do elenco dois jovens grupos femininos de Salvador: o Bolacha Maria (formado por Carlinhos Brown) e o Didá (criado por Neguinho do samba, do Olodum).

Preocupado com o problema da educação musical, Naná fez questão de incluir dois grupos formados por crianças: o carioca Herdeiros da Vila Isabel e o pernambucano Maracatu Nação Erê. "O festival pode ajudar a abrir a cabeça dessa garotada, que é o futuro da música", diz.

O elenco brasileiro se completa com o grupo instrumental mineiro Uakti, que costuma utilizar instrumentos artesanais feitos com tubos de PVC, vidro e outros materiais.

Naná não quer perder a chance de iniciar uma parceria com os mineiros. "Também vou tocar alguma coisa com eles", promete.

Os workshops promovidos pelo festival com os artistas do elenco acontecem pelas manhãs e à tarde, até amanhã, no Castro Alves.




São Paulo, segunda-feira, 1 de abril de 1996

Ivone Lara rouba a noite em Salvador


CARLOS CALADO
ESPECIAL PARA A FOLHA, EM SALVADOR


A sambista carioca Dona Ivone Lara foi a atração mais aplaudida na segunda noite de shows do Percpan (Panorama Mundial de Percussão).

O festival vem sendo realizado no Teatro Castro Alves, em Salvador.
Com uma bela seleção de sambas, variando entre o partido alto e o pagode, Dona Ivone mostrou que as verdadeiras raízes desse gênero já estão bem distantes do samba plastificado que se ouve atualmente nas rádios.
Arrancando gritos, cada vez que exibia seu rebolado na boca do palco, a veterana sambista fechou o show com "Sonho Meu", senha para a entrada de Gal Costa.

Carisma de Gal

Em uma participação muito curta, mas com o carisma de sempre, Gal cantou uma seleção de sambas-de-roda, incluindo "Remelexo" e "Marinheiro Só". Deixou a platéia pedindo mais.

Acompanhando Gal, o grupo feminino Bolacha Maria também agradou com suas fusões de rap, repente, hip-hop e forró.

É mais uma invenção do explosivo Carlinhos Brown, com boas chances de extrapolar a cena pop baiana.


Granmoun Lélé

Outra esperada atração da noite foi o percussionista Granmoun Lélé, da ilha da Reunião (na costa oriental da África).
Seu grupo hipnotizou a platéia com ritmos e danças frenéticos, que foram proibidos durante séculos pelos colonizadores franceses.
Já o norte-americano Glen Velez, especialista em pandeiros de vários cantos do mundo, não chegou a entusiasmar, com três improvisos um tanto monótonos.
Simpáticos, os garotos do Maracatu Nação Erê (de Pernambuco) acabaram ficando mais tempo no palco do que o necessário. Precisam de mais vivência musical.


Primeira noite

O 3º PercPan foi aberto na quinta-feira à noite, com os Herdeiros de Vila Isabel, jovens ritmistas cariocas dirigidos por Armando Marçal.

Também se apresentaram Elza Soares e o Didá, grupo de garotos que combina percussão, vocais e coreografia africana.

Outra atração foi o trio mineiro Uakti e, em seguida, o senegalês Doudou N'Diaye Rose, acompanhado por 15 percussionistas.

Antes mesmo da última noite do PercPan, que prometia para sábado um encontro de todas as atrações exibidas quinta e sexta, já era possível reconhecer o sucesso desta edição.


Público mais amplo

Naná Vasconcelos e Gilberto Gil acertaram ao abrir mais o leque sonoro da programação, elegendo o tema "Samba da Minha Terra".

Esse recurso estratégico permitiu que um público bem mais amplo, embora atraído pelos vocais de Gal Costa, Dona Ivone Lara e Elza Soares, pudesse também entrar em contato com a arte de grandes percussionistas.

Foi exatamente isso que se viu no Castro Alves: um público respeitoso e sem preconceitos, curioso por culturas diferentes da sua.

O 3º PercPan provou que, neste final de século, os purismos musicais não levam a quase nada. É um festival que tem tudo para continuar. E que já poderia pensar em atingir outras capitais do país.








miércoles, 13 de septiembre de 2017

2003 - 10° PANORAMA PERCUSSIVO MUNDIAL - PercPan 2003


Agencia Estado

24 Outubro 2003.

PercPan começa hoje em Salvador

Começa hoje em Salvador a décima edição do Panorama Percussivo Mundial - PercPan.

O ministro da Cultura, Gilberto Gil, vai ser homenageado no espetáculo de abertura, que começa às 20h, no Teatro Castro Alves, e deve estar presente. Talvez cante.

Gil foi diretor do festival a partir de sua terceira edição, dividindo a responsabilidade com o percussionista Naná Vasconcelos. Naná desentendeu-se com a organização do evento e Gil afastou-se ao assumir sua atual função política. É o autor do hino oficial da festa dos tambores.

Quem responde pela direção artística, desde o ano passado, é o percussionista carioca Marcos Suzano, que faz também a seleção do elenco. As atrações de hoje são os brasileiros Duo Ello e Tato Taborda, mais o grupo cubano de Orlando Maraca Valle e a dupla jamaicana Sly and Robbie. Amanhã, apresentam-se o diretor do festival, Marcos Suzano, seguido pela banda carioca AfroReggae; chegam depois os mesmos Tato Taborda e Sly and Robbie. No domingo, último dia do PercPan, reapresentam-se Suzano, Orlando Maraca, Duo Ello e soma-se o grupo baiano A Tapa.

O festival tem um braço carioca, que se inicia na segunda-feira no Espaço Criança Esperança, em Ipanema, com participação de Gilberto Gil, Sly and Robbie, AfroReggae e Marcos Suzano. Na terça-feira, no Teatro João Caetano, um show reunirá todo o elenco que participou dos espetáculos baianos mais o compositor Zeca Pagodinho. O PercPan era realizado, tradicionalmente, em abril. Neste ano, foi adiado por dificuldades com patrocínio e sofreu baixas no elenco. Participariam Maria Bethânia e os extraordinários africanos dos Tambores do Burundi. Com o adiamento, ficaram sem data na agenda. No auge, a partir da quarta edição, o PercPan foi o mais importante festival de tambores do mundo. Chegou a ter mostra parisiense e ambicionava Nova York. Questões econômicas, sempre, atrapalharam os planos da empresária e socióloga Beth Cayres, criadora do festival. Há dois anos, nem ao menos houve edição baiana - o PercPan foi deslocado para o Recife. Pela importância que teve, é louvável o esforço em realizar a mostra pequena de agora, com olhos no futuro. Não se perde a marca. Resgate-se a qualidade.



Homenagem no PercPan emociona Gilberto Gil
25 de outubro de 2003


Margareth Menezes e Gilberto Gil se apresentaram juntos - Foto: Divulgação

O PercPan começou ontem em Salvador com uma homenagem a Gilberto Gil feita pela cantora baiana Margareth Menezes. O Ministro da Cultura, que por sete anos consecutivos foi diretor artístico do evento, não resistiu e acabou subindo ao palco do Teatro Castro Alves para, com violão em punho, interpretar o hino do festival, de sua própria autoria. Em um discurso emocionado, Gil lamentou não estar mais à frente daquele que se tornou um dos maiores festivais do gênero no mundo:

"O Percpan faz 10 anos. Quero parabenizar o menino crescidinho que ele já é. O Panorama Percussivo Mundial se consolidou como uma das coisas mais importantes da música aqui e lá fora pelo caráter único e diferenciado de ter como eixo a percussão e sua interface com as artes cênicas" disse o ministro, que confirmou presença na noite carioca do festival, terça 28, quando será homenageado por Caetano Veloso e Zeca Pagodinho.

A noite em Salvador continuou com o suíngue do grupo cubano Maraca, a virtuosismo do paulista Duo Ello, o som vigoroso da banda carioca AfroReggae e a surpreendente apresentação de Tato Taborda e sua engenhoca musical Geralda.

O maior sucesso da noite, porém, foi a aula de ritmo dada pela dupla jamaicana Sly & Robbie, considerada um dos pilares do reggae. Acompanhados pelo saxofonista Dean Fraser e um tecladista, os dois - que já colocaram sua música a serviço de feras como Mick Jagger e Bob Dylan - fizeram os 1600 espectadores levantarem da cadeira e mostraram por quê são considerados os "gêmeos do ritmo".



Babado

27/10/2003

Gilberto Gil lança edição carioca do PercPan no Rio


Gilberto Gil durante a jam session no Cantagalo

Consagrado como um dos festivais mais importantes no cenário internacional da percussão, o PercPan (Panorama Percussivo Mundial) completa sua primeira década de sucesso. Há dez anos sediado em Salvador, o festival já passou por Paris, São Paulo e Recife, e pela primeira vez terá uma edição no Rio de Janeiro, nesta terça-feira (28), no Teatro João Caetano, com renda integralmente revertida para a campanha Criança Esperança.

O lançamento oficial do festival foi realizado nesta segunda (27), no Espaço Criança Esperança, no Cantagalo. O evento começou às 10h, com uma visita do ministro da Cultura Gilberto Gil, que se uniu à banda carioca Afroreggae, à dupla jamaicana Sly & Robbie, ao cubano Maraca e ao compositor Marcos Suzano numa entusiasmada jam session.

Gil iniciou a jam com uma espécie de sapateado e, junto com os integrantes das atrações do PercPan - que o acompanharam com seus instrumentos -, cantou a música "One Love", de Bob Marley. Após um pedido de "mais um" da platéia, o ministro emendou com a música "Não Chore Mais", uma adaptação que fez da música "No woman, no cry", também de Marley.

Após assistir a um filme sobre o Criança Esperança e sobre o PercPan, o ministro ressaltou a importância de iniciativas dos dois projetos.

- Isto é um exemplo de como a arte popular da nossa gente, de como essas expressões podem trabalhar muito fortemente para que se tenha mais solidariedade e mais consciência ainda de que é necessário trabalhar ainda mais para arranjar soluções para os problemas que nos afetam, declarou.

Gilberto Gil, que foi diretor artístico do Percpan por sete anos consecutivos e abriu mão dessa função ao se tornar ministro da Cultura, fez questão também de falar do significado da parceria estabelecida entre o PercPan e o Criança Esperança.

- O PercPan veio se juntar ao Criança Esperança para, além de trazer a sua música, trazer uma mensagem de solidariedade às comunidades, avaliou.



Espaço Criança Esperança, no Cantagalo



Babado

Gilberto Gil recebe vips em homenagem
29 de outubro de 2003


 
Caetano Veloso manifestou todo o seu carinho pelo amigo Gilberto Gil
Foto: Cleomir Tavares


O ministro da Cultura Gilberto Gil foi o centro das atenções na noite desta terça-feira, no Teatro João Caetano, Rio de Janeiro: ele ganhou uma homenagem do Panorama Percussivo Mundial (PercPan), evento musical do qual ele foi diretor artístico por sete anos.

A festa celebrava os dez anos de existência do PercPan, que acontece em Salvador. No palco, Gilberto Gil cantou com Zeca Pagodinho e Caetano Veloso, de quem ganhou beijos e outras manifestações explícitas de carinho.

Entre os vips presentes na homenagem a Gil estavam Vera Fischer, que foi acompanhada da filha Rafaela; Marcelo Yuka; Beth Carvalho; Virgínia Cavendish; Paulo Betti, acompanhado da mulher, Maria Ribeiro; Jorge Mautner; entre outros.




Caetano Veloso e Gilberto Gil. Gil foi o homenageado do 10º PercPan, 

Panorama Percussivo Nacional. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 28/10/03.







ISTO É Gente

10/11/2003

Gilberto Gil e Caetano fecham
apresentação com beijo na boca


Caetano Veloso não se limitou a homenagear o ministro Gilberto Gil durante sua apresentação no festival PercPan, na terça-feira 28, no Rio de Janeiro. Além de cantar Drão, de Gil, em seu show, o compositor baiano aproveitou a presença do ministro da Cultura no palco do Teatro João Caetano para reverenciá-lo. E o fez da maneira que os artistas mais gostam. Após cantarem juntos a música Desde Que o Samba É Samba, de autoria da dupla, os dois velhos amigos trocaram um singelo beijo na boca. Para delírio da platéia.





miércoles, 20 de enero de 2016

2005 - 12° PANORAMA PERCUSSIVO MUNDIAL - TIM PercPan 05



7/4/2005, Teatro Carlos Gomes (RJ)



Idealizado desde seu início, em 1994, pela socióloga Beth Cayres e reconhecido
internacionalmente como um dos projetos mais expressivos e originais do gênero,
o PercPan passa, a partir deste ano –seu 12°-, a se chamar TIM PercPan.

A curadoria do festival é assinada, além de Cayres, pelo antropólogo Hermano
Vianna e pelo jornalista espanhol Carlos Galilea, crítico do "El País".

O evento será realizado nos dias 7 e 8 de abril no Rio de Janeiro, no Teatro Carlos
Gomes, e nos dias 9 e 10 em Salvador, no Teatro Castro Alves.

Dentre as atrações nacionais, destacam-se a parceria de Adriana Calcanhotto
com Domenico + 2 (Domenico, Moreno e Kassin) e Quito Ribeiro, as
apresentações de Gilberto Gil com Roda de Samba ¿criada especialmente para o
evento? e Lucas Santtana, cuja apresentação será apenas no Rio de Janeiro.

Grande atração da última noite do Festival Tim PercPan, Gilberto Gil reuniu muitos amigos na platéia do Teatro Carlos Gomes, no Rio, na sexta-feira 8. Regina Casé
levou a filha Benedita e o genro Darlan Cunha.

Já Caetano Veloso, que na noite anterior prestigiara o show do filho Moreno no
festival, dançou a noite toda ao som do parceiro de quatro décadas.

Sem Paula Lavigne, Caetano Veloso circulou na quinta-feira, 7, ao lado da
primeira mulher, Dedé Gadelha. Mas nada de recaída. Os dois foram juntos ao
festival Tim Perc Pan, no Teatro Carlos Gomes, no Rio. No gargarejo, eles 
assistiram ao filho, Moreno Veloso, que tocou na apresentação de Adriana
Calcanhotto. O músico foi superpaparicado pelos pais que, por sua vez, não esconderam a corujice. “Fico emocionada toda vez que vejo meu filho no palco”, disse Dedé. Caetano também foi só elogios. “Moreno é um talento nato. Essa noite foi maravilhosa, fiquei emocionado”, derramou-se.




 
Caetano Veloso e o filho Moreno Veloso

Darlan Cunha e Benedita Casé