Mostrando entradas con la etiqueta Dias dias dias. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta Dias dias dias. Mostrar todas las entradas

jueves, 2 de abril de 2015

1975 - CAIXA PRETA / 1979 - VIVA VAIA - Poesia 1949-1979

 





 
19 de dezembro 1975
AUGUSTO DE CAMPOS / JULIO PLAZA / CAETANO VELOSO
VIVA VAIA

do livro Caixa Preta (Augusto de Campos/Julio Plaza). Edições Invenções, São Paulo, 1975



 
Fotos: Ivan Cardoso


Maqueta Revista Navilouca - Archivo Lafuente - Foto: Ivan Cardoso







 


Viva Vaia - Poesia 1949-1979 (Augusto de Campos) Livraria Duas Cidades. 1979. 
A. DIAS DIAS DIAS (Caetano Veloso/Augusto de Campos) 6068 1527 / VOLTA (Lupicínio Rodrigues)
6068 1454 / 5:10 CAETANO VELOSO (Voz/Piano Eléctrico) Grabado en 1973. 
B. PULSAR (Caetano Veloso/Augusto de Campos) 6068 1462 / 1:20 
CAETANO VELOSO (Voz/Piano/Percusión) Grabado en 1975.
Philips S 7” nº 2801 034


 

 

















sábado, 7 de febrero de 2015

1973 - PARCEIROS - Augusto de Campos



São Paulo (14/2/1931).

● DIAS DIAS DIAS (Caetano Veloso/Augusto de Campos)

● PULSAR (Caetano Veloso/Augusto de Campos)



Foto: Ivan Cardoso


1983
  

Augusto de Campos, Décio Pignatari e Haroldo de Campos

Caetano sombreado na cabeça de Augusto




18/11/2011
O poeta concretista Augusto de Campos, 80 anos, é homenageado pela Balada Literária, em São Paulo


dias dias dias


"Aqui vocês estão vendo a primeira versão, ou uma das primeiras versões de um dos poemas do 'Poetamenos', feita ainda a mão, com tintas. É o "dias dias dias". O que aconteceu foi muito interessante em relação a esse poema (...)



Em 1973, houve uma exposição de Poesia Concreta na Bahia, organizada pelo (poeta e antropólogo) Antonio Risério, então ainda muito jovem. E ele, para minha surpresa, pediu ao Caetano (Veloso) que compusesse alguma coisa sobre um desses poemas. E Caetano escolheu "dias dias dias", sobre o qual eu tinha pouco conversado com ele.



Apenas tinha, naturalmente, conversado, introduzido um pouco o Webern e dito pra ele que, nessa ocasião, eu ouvia Webern ao lado de Lupicínio Rodrigues. E ele fez uma coisa extraordinária. Ele mudou o andamento da canção do Lupicínio Rodrigues.



Ele tinha um pequeno estúdio, apenas com um teclado elétrico, quatro canais, e ele deformou essa melodia, de modo que ela só aparece no final. De certa maneira, usando espaços, ele aproximou Webern do Lupicínio Rodrigues. Ele webernizou a melodia do Lupicínio Rodrigues e interpretou lindamente esse poema que diziam que não podia ser lido".

(Augusto de Campos, "showversa", no Sesc Pinheiros, 16/11/1983)