Mostrando entradas con la etiqueta Pássaro da Manhã. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta Pássaro da Manhã. Mostrar todas las entradas

martes, 15 de octubre de 2024

2025 - ALAÍDE COSTA E MARIA BETHÂNIA - DALVA DE OLIVEIRA

 

1977
Revista Romântica
n° 226
Abril de 1977


1977





1977
Revista Grande Hotel
n° 1553
Maio de 1977




1977
Revista Romântica
n° 227
 
Maio de 1977









ISTOÉ

 

 

DA REDAÇÃOi

16 de outubro de 2024

 

Cultura

Alaíde Costa e Maria Bethânia juntam as vozes em releitura de clássico eternizado por Dalva de Oliveira

Faixa vai integrar o novo álbum de Alaíde em tributo à obra de Dalva


A diva da música brasileira Alaíde Costa e a consagrada cantora Maria Bethânia unem suas vozes em uma emocionante interpretação de Ave Maria no Morro, clássico eternizado por Dalva de Oliveira. Esta colaboração especial faz parte do próximo álbum de Alaíde, uma homenagem à lendária intérprete, produzido por Thiago Marques Luiz, que desde 2004 tem sido o empresário e produtor dedicado de Alaíde. 

Realizar este álbum em tributo a Dalva de Oliveira sempre foi o maior sonho de Alaíde Costa, e finalmente, esse desejo será concretizado em 2025 em comemoração aos 90 anos de Alaíde, graças ao empenho incansável de Thiago Marques Luiz. “Eu sabia o quanto isso significava para a Alaíde, e fiz de tudo para que este projeto se tornasse realidade. Ver esse sonho dela sendo realizado é uma das maiores alegrias da minha vida”, declara Thiago Marques Luiz. 

Para Alaíde Costa, o momento é de profunda emoção: “A Dalva sempre foi uma grande inspiração para mim, e poder gravar este álbum é a realização de um sonho que carrego há muitos anos. A presença de Bethânia nessa faixa é um presente que jamais esquecerei. É uma homenagem do fundo do coração.” 

A gravação de Ave Maria no Morro aconteceu em uma data especial: 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, conferindo ainda mais significado a essa interpretação tocante. Acompanhadas pelo violonista João Camarero, Alaíde e Bethânia trazem uma leitura profunda e intimista do clássico, unindo suas trajetórias brilhantes em uma faixa que promete ser um dos momentos mais marcantes do álbum. 

Este trabalho não apenas homenageia a inigualável Dalva de Oliveira, mas também exalta a capacidade de Alaíde Costa de realizar um sonho de longa data, reunindo grandes nomes da música para celebrar o legado de Dalva. O álbum, aguardado com grande expectativa, promete ser um marco tanto na carreira de Alaíde quanto na preservação da história da música popular brasileira.



Foto: Paulo Henrique de Moura



João Camarero, Maria Bethânia e Alaíde Costa











viernes, 3 de junio de 2022

1977 - PÁSSARO DA MANHÃ

 








































13/1/1977, Teatro da Praia (RJ)  - Caetano e Dedé na estreia do show





Foto: Ricardo Tupper


Foto: Ricardo Tupper


Foto: Luiz Paulo Machado e N.M. Passos

Foto: Luiz Paulo Machado e N.M. Passos

Foto: Luiz Paulo Machado e N.M. Passos

Foto: Luiz Paulo Machado e N.M. Passos

Foto: Luiz Paulo Machado e N.M. Passos




Textos de Fauzi Arap

"Eu fui obrigada a conhecer o avesso do mundo. Pra sobreviver a dor de não entender o que tinha acontecido, à dor de te perder, tudo. Eu tive que nascer pra vida da cidade. Não a vida social, mas a vida da cidade e de seus cantos esquecidos. O lixo do lixo. Eu me perdia pela cidade, anônima, e esse anonimato era um vício. Eu não ter meu nome me absolvia de tudo. Eu me embebedava do desejo cego por qualquer um... E assim, eu me iniciei na solidão coletiva dos que não têm nada a perder. Mas, talvez, eu tenha até mais que os outros a tentação de corresponder ao bem. Uma tentação tão grande e absoluta, um desejo de corresponder de forma tão total, que paradoxalmente me tornou e me torna escrava cega de minha escuridão. E quando essa escuridão me possui, eu até a confundo com uma espécie de bem-aventurança."

Introduz "Pecado", quase ao final do 1º ato do show 



"Eu vou te contar que você não me conhece

E eu tenho que gritar isso, porque você está surdo

E não me ouve

A sedução me escraviza a você

Ao fim de tudo, você permanece comigo

Mas preso ao que eu criei

E não a mim

E quanto mais falo sobre a verdade inteira

Um abismo maior nos separa

Você não tem um nome, eu tenho

Você é um rosto na multidão

E eu sou o centro das atenções

Mas a mentira da aparência do que eu sou

E a mentira da aparência do que você é

Porque eu

Eu não sou o meu nome

E você não é ninguém.

O jogo perigoso que eu pratico aquí

Ele busca chegar ao limite possível de aproximação

Através da aceitação da distância e do reconhecimento dela

Entre eu e você existe a notícia que nos separa

Eu quero que você me veja nu

Eu me dispo da notícia

E a minha nudez parada, te denuncia e te espelha

Eu me delato

Tu me relatas

Eu nos acuso e confesso por nós

Assim me livro das palavras

Com as quais você me veste”


Introduz "Um jeito estúpido de te amar", do 1° Ato






































Revista Manchete 28/5/1977







1977
Revista Contigo
n° 226





















27 de junho de 1977 - Início de atividades do Teatro Célia Helena (SP)









































13/9/1977












































LP



EP