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jueves, 29 de septiembre de 2016

1973 - CLEMENTINA DE JESUS


19/6/1973


25/7/1973


Álbum "Marinheiro só", 1973
Albino "Pé Grande" [Albino Correa da Silva - marido de Clementina]




Clementina de Jesús [7/2/1901 - 19/7/1987]



























Nascida numa região povoada por negros bantos, á epoca da escravidão colonial, Clementina de Jesus era filha de uma negra liberta sobre a lei do ventre livre, seu pai era pedreiro e violeiro. Nasceu na cidade de Valença – Marquês de Valença – estado do rio de Janeiro. Sua data de nascimento ninguém soube ao certo, em seus documentos – batismo, casamento e maternidade – haviam diferentes datas que variavam de 1900 a 1907, portanto ela nasceu em cerca de 14 anos depois da abolição.

Como ela mesma dizia, sua avó era “Mina da África”, denominação dada as negras escravizadas oriundas de São Jorge de Mina, na Costa Africana. Sua referência musical vinha desta origem. Sua mãe lavava roupas entoando cânticos católicos, bem como cantigas aprendidas com seus pais, o jongo e o caxambu.

Por volta de seus oito anos, veio com a mãe e o pai, para o Rio de Janeiro, como ela mesmo dizia: ” Meu pai vendeu tudo. Vendeu até galinha a 200 réis cada uma, meia dúzia de ovos por um tostão, e o dinheiro que juntou embarcamos para cá, onde estava meu tio, na rua Barão, 54 “.

Passou, então, a viver em Jacarepaguá, onde teve sua primeira experiência musical, como pastora nos folguedos de natal de origem portuguesa, organizados pelo senhor João Cartolinha, Mestre Pastoril e festeiro da região, de quem ganhou o apelido de Quelé. 

Cantou também no coro do orfanato Santo Antônio, onde estudava como semi – interna.
Com a morte do pai, mudou-se com sua mãe para a casa de um outro tio na Boca do Mato. Ainda amiga de João Cartolinha, Clementina fora convidada a visitar um clube chamado Moreninha de Campinas, próximo à Oswaldo Cruz, reduto do samba carioca.

Num território de samba e curimba, Clementina, de formação católica, afirmava: “Eu gostava ( das festas, dos rituais), mas nunca acreditei (…) não desfaço, cada um segue a sua linha, suas coisas”. Foi diretora da escola de Samba Unidos do Riachuelo, onde o diretor de harmonia era ninguém menos que Aniceto, que viria a ser fundador do Império Serrano.

Nessa época Clementina ganhava o mundo do samba, enquanto sua mãe era reconhecida como Dona Amélia Rezadeira, “tirava quebranto, vento virado, olho gordo e espinhela caída”.

Viveu um romance de 37 anos com Albino Correia da Silva – o Pé Grande – quinze anos mais novo, um fã apaixonado por seu trabalho, a quem chamava de Pé, e afirmava: “Não é que o pé era grande mesmo, calçava 43”. Com o casamento foi viver no morro da Mangueira, onde saia na ala das baianas, e fora eleita Princesa da Velha Guarda, em 1956. Mas era enfática; “Saio na Mangueira por causa de meu marido, mas sou Portelense”.

Entrou para o rol dos grandes artistas nacionais sob os cuidados de Hermínio Bello de Carvalho. Aos 63 anos de idade, saía da área de serviço de sua patroa para os palcos para ganhar o reconhecimento de especialistas da música nacional. De 7 de dezembro de 1964, onde fez sua primeira apresentação profissional, a 24 de maio de 1987, Quelé fez 54 shows.

As palavras de Ary Vasconcelos resumi um pouco sua história: “Em nossos ouvidos mal acostumados pela seda e pelo veludo produzido pelos cantores da época, a voz de Clementina penetrou como uma navalha. A ferida ainda está aberta e sangra, mas isso é saudável: serve para nos lembrar que a África permanece viva entre nós”.

Considerada o “oposto da introspecção de João Gilberto e Nara Leão, modelos de bossa nova, surgida seis anos antes (…) A música popular sofria confrontos estéticos, de um lado a bossa nova (…) e do outro, o ainda tímido aparecimento de compositores dos morros e subúrbios cariocas”.

Clementina encantou o Professor Mozart de Araújo, que considerava o registro de sua obra um valor patrimonial inestimável.Segundo Ney Lopes, “as mais fortes evidências da bantuidade, pelo menos musical de Clementina está no seu repertório profano. Nele vamos encontrar imemoriais jongos, corimbas, corimas ou curimás, onde pinçamos vocábulos e expressões de origem banta, como “cangoma”, “cacarecô”, “quizumba”, “saravá”. E vamos encontrar, evidentemente muito samba”, e continua: “Clementina tinha bastante afinidade com as manifestações como pastorinhas e folias de reis, características do ciclo natalino. 

E saiba-se que desde os primeiros tempos da escravidão e até muito tempo depois dela, o dia 6 de janeiro, que o calendário católico consagra à Epifania ou Adoração dos reis Magos, foi o grande dia do carnaval dos negros escravos e libertos.”

E este mesmo Ney Lopes a define: “Uma negra nascida, ainda sob os ecos dos tambores da abolição, nas proximidades do Vale do Paraíba, como os fundadores das primeiras comunidades negras cariocas, em locais como Mangueira, Salgueiro, Serrinha. Uma senhora cantora que teve seu trabalho de maior expressão construído através da recriação de jongos, corimas, lundus e sambas da tradição rural, afirmando-se assim, como uma espécie de “elo perdido” entre a ancestralidade musical banta e o samba urbano, espinha dorsal e corrente principal da música popular brasileira”.

O seu padrinho profissional, Hermínio Bello de Carvalho, diz: “Clementina de Jesus faz parte dessa galeria de artistas que constroem novas latitudes para a compreensão de um país tão prolixo em culturas como o nosso. Diria, ousando na comparação, que ela conceitualmente produziu, em nossas aldeias, impacto semelhante ao que Picasso provocou na pintura ao rascunhar, em 1907, o Les Demoiselles d’Avignon, estimulando a ruptura com arcaicos conceitos de beleza então vigentes.”

Ainda com todo esse reconhecimento, Quelé morreu no dia 19 de julho de 1987, vítima de enfarto, e foi velada no teatro João Caetano ao som do partido Clementina cadê Você? Até aí, viu-se enrolada em promessas não cumpridas de gravações e passou a percorrer bares, noites e madrugadas fazendo shows a preços baixíssimos.Apresentou-se em públio pela última vez em 24 de maio de 1987, num restaurante no Méier.

A homenagem de maior impacto- inclusive pelas críticas indignadas dos mais puristas – deu-se no teatro municipal, por iniciativa do então secretário de cultura do Estado do rio de Janeiro, Darcy Ribeiro, em agosto de 1983. “Clementina é a voz de milhões de Negros desfeitos no fazimento do Brasil” dizia.

OBRA
Toda a discografia de Clementina de Jesus, em certa medida, é conseqüência do espetáculo Rosa de Ouro – produzido por Hermínio Bello de Carvalho. Essa discografia compõe-se, basicamente, de 11 LPs, começando com o Rosa de Ouro inaugural, de 1965, pela Odeon, e culminando com o Canto dos Escravos, em 1982, pelo selo dos Estúdios Eldorado. Hermínio Bello de Carvalho produziu nove desses discos, oito pela Odeon e um para o Museu da Imagem e do Som, em 1970 – Clementina cadê Você?, expressão que desde o partido alto de Elton, torno-se um prefixo, uma marca da cantora, Já o disco Clementina e convidados, de 1979, foi produção de Fernando Faro.

miércoles, 16 de noviembre de 2011

1971 - IF YOU HOLD A STONE


  Se você segura uma pedra...


Sobre la melodía de Marinheiro Só, los versos en inglés están inspirados en Pedra e ar (1966), experimento de Lygia Clark (1920/1988).

Desde Londres otra mención: “Cadê o meu sol dourado / Cadê as coisas do meu país?” (Quero voltar p’ra Bahia, de Paulo Diniz).



Música y letra: Caetano Veloso
© 1971

If you hold a stone
Hold it in your hand
If you feel the weight
You'll never be late to understand
If you hold a stone
Hold it in your hand
If you feel the weight
You'll never be late to understand
If you hold a stone
Marinheiro só
Hold it in your hand
Marinheiro só
If you feel the weight
Marinheiro só
You'll never be late
Marinheiro só
To understand
But if you hold a stone
Marinheiro só
Hold it in your hand
Marinheiro só
If you feel the weight
Marinheiro só
You'll never be late
Marinheiro
To understand

Mas eu não sou daqui
Marinheiro
Eu não tenho amor
Marinheiro
Eu sou da Bahia
Marinheiro
De São Salvador
Marinheiro
Eu não vim aqui
Marinheiro
Para ser feliz
Marinheiro
Cadê meu sol dourado
Marinheiro
E cadê as coisas do meu país
Marinheiro




1971 - CAETANO VELOSO
6136 3014 / 6:06
Álbum "Caetano Veloso"
Grabado en Chappell’s Studios en Londres
Famous/Paramount LP SFM 1002, B-1. [Inglaterra]
Philips LP 6349 007, B-1. [Brasil]
CD 838.561-2 , Track 4.
Music Hall LP MH 12985 [Argentina, 1972] [“Si tuvieras una piedra”]


1981 – GEORGES MOUSTAKI
 / 4:30
Álbum “Moustaki - C'est là”
Polydor LP 2393 285, B-3. [Francia]






1981 – GEORGES MOUSTAKI
Álbum “Moustaki - C'est là”
Polydor LP 2417 346, B-3. [Alemania]




Álbum “Tout Moustaki ou presque...”
Polydor 10 CD’s (222 titres), CD 7 (Et pourtant dans le monde), Track 21. [Francia, 2000]



2008 - SYLVIO DE OLIVEIRA / LUCE DE OLIVEIRA
Álbum “Letra: as canções do exílio de Caetano Veloso”
2AB Editora Livro/CD 9788586695438, Track 1.



2012 - ALEXIA BOMTEMPO
Álbum “I just happen to be here”
Biscoito Fino CD bf 1102, Track 10.
Rip Curl Recordings CD RCIP-0149, Track 10. [Japón]



1969 - MARINHEIRO SÓ


" 'Marinheiro só' é folklore, domínio público. Acho que saiu em algum disco como de minha autoria. Há a tradição de dar autoria automática a quem “adapta” a obra (vem da música clássica). Mas, em casos como esse, sou contra. Miles Davis botou 'Prenda minha' como sendo de sua autoria. Pode pôr em qualquer lugar que 'Marinheiro só' não é minha. Não é não." (*)


[Caetano Veloso]


 
1969 - CAETANO VELOSO
Álbum “Irene” / ”Marinheiro só”
Philips S 7” nº 365.285-2 PB.


 
1969 - CAETANO VELOSO
6068 6782 / 3:30
Álbum "Caetano Veloso"
Philips LP R 765.086 L, A-3.
CD 838.556-2, Track 3.



1969 - BANDA DO CANECÃO
Álbum "Big Banda do Canecão nº 5"
Gravado ao vivo na maior cervejaria do mundo
Polydor LPNG 44.040, Lado B.



s/d - CARMÉLIA ALVES
Álbum “Correndo o Norte”
Cantagalo LP LPC 660, A-3.




1970 - MARIA BETHÂNIA
60.827.580 / 4:12
Álbum "Maria Bethânia ao vivo"
Gravado ao vivo em 4 de dezembro de 1969.
Odeon LP MOFB/SMOFB 3615, A-3.2.



 


1971 – LOS CUMANÁ
[Luis Tirado / Carlos Rojas / Héctor “Tito” Rojas / Eduardo “Mico” Poblete / Eddy Roa] 
[Versión en español: “El Marinero”] 
Álbum “Y… sigue el Ritmo Caliente”
RCA Victor LP CML-2865-X, A-1. [Chile]




1971 - LOS CUMANÁ

[Luis Tirado Picarte / Héctor “Tito” Rojas / Eduardo “Mico” Poblete / Juan García]

EL MARINERO [Versión en español]

RCA Victor S 7” (45 rpm) n° 95-2670 [Chile]

 



1970s - GABRIELITO con la Marimba Alma Chiapaneca

de los Hermanos Melgar

A. MARINERO MARINERO – rock [Caetano Veloso – Versión en español] 3:15

B. CARABINA 30-30ranchera (Genaro Nuñez) 2:44

Anahuac S 7” (45 rpm) n° AN-1003 [México]

 


1971 – ROSINHA DE VALENÇA
Álbum “Um violão em primeiro plano”
RCA Victor LP BSL 1527, A-6.




 
1970 - ROBERTO LIVI 
[Versión en castellano: Marinero, Marinero] 
A. MARINERO, MARINERO (Caetano Veloso) 
B. PRECISO CONVERSAR CON DIOS (Nelson Ned) 
CBS S 7” (45 rpm) n° 5353 [España]



1971 – ROBERT LIVI 
[Versión en castellano: Marinero, Marinero] 
Álbum “Preciso conversar con Dios” / “Marinero, Marinero” 
En castellano 
CBS S 7” nº 22.273-B. [Uruguay]



1971 – ROBERT LIVI 
[Versión en castellano: Marinero, Marinero] 
A. PRECISO CONVERSAR CON DIOS (Nelson Ned) 
B. MARINERO, MARINERO (Caetano Veloso)
CBS S 7” (45 rpm) n° SCMD-11016 [Chile]
 




1971 – ROBERT LIVI 
[Versión en castellano: Marinero, Marinero] 
A. PRECISO CONVERSAR CON DIOS (Nelson Ned) 
B. MARINERO, MARINERO (Caetano Veloso)
Discos Columbia CBS S 7” (45 rpm) n° 10291 [Promocional, México]




1970 – ROBERT LIVI
[Versión en castellano: “Marinero, Marinero”]
Álbum “Nos amamos”
CBS / Epic LP ES-1063, A-2. [Colombia]






1970 – ROBERT LIVI
[Versión en castellano: “Marinero, Marinero”]
Álbum “Nos amamos”
CBS LP 9032, A-2. [Argentina]




          

1971 - CARLOS ARGENTINO 
con la Sonora de Lucho Macedo
Álbum "Ay... que rico amor! 
Odeon LP ELD 2160, A-1 [Perú]


 
1971 - CARLOS ARGENTINO 
con SONORA MATANCERA [Rogelio / Yayo / Caito / Roberto]
A. MARINERO, MARINERO (Caetano Veloso) 
B. EL LEON Y LA LEONA (Carlos Argentino)
MRVA S 7” (45 rpm) n° 5003 



 
1971 - CARLOS ARGENTINO
con la Sonora de Lucho Macedo
A. MARINERO, MARINERO (Caetano Veloso) 
B. NO LLORES NENA (Rosa Martinez)
Odeon S 7” (45 rpm) n° 11684. [Perú]


 
1979 – SONORA MATANCERA
A. NO LLORES NENA (D.R.) 
B. MARINERO, MARINERO (Caetano Veloso)
Infopesa S 7” (45 rpm) n° 70-992. [Perú] 





1971 – TOMAS de SAN JULIAN
[MARINERO, MARINERO]
Álbum “Si tu me llevas”
Kubaney LP SMT-423, A-6. [EE. UU.]


 


1971 - IVAN PAULO
Álbum “Explosão bahiana”
Som/Copacabana SOLP 40.256, A-4.


1971 – JOÃO SÓ
Álbum “João Só, Na Multidão”
Odeon LP SMOFB 3703, A-1.






Contracapa do LP: "Dedico este disco ao meu Albino "Pé Grande" e ao meu amigo Caetano Veloso." Clementina de Jesus

Resposta de Caetano:

1973 - CLEMENTINA DE JESUS
Álbum "Clementina de Jesus - Marinheiro só"
Odeon LP SMOFB 3787, A-1 / B-3.



1974 – MARIA BETHÂNIA
Álbum “Nada Além" / "Samba de Roda - Marinheiro Só”
Odeon S 7” nº S7B 723-B.2.


1974 – SERGIO MENDES AND BRASIL 77
[“Lonely Sailor (Marinheiro só)”]
En la primera edición, presentado como “arreglo original” de Sergio Mendes.
Álbum “Vintage 74”
Bell Records LP 1305, A-5. [EE.UU.]
Polydor LP 2451 047, A-5. [Brasil]
BMG CD BVCM-37399, Track 5. [2003, Japón]


1974 – SERGIO MENDES & BRASIL 77
[“Lonely Sailor (Marinheiro só)”]
Álbum “Lonely Sailor” / “Don’t You Worry ‘Bout A Thing”
Del álbum “Vintage 74”
Bell Records S 7” nº 2008 263 [Francia]



1975 - MARCUS PITTER
Álbum “Marcus Pitter”
Continental LP 1-07-405-032, B-5.3.


1975 – OS BAMBUCAS
Álbum “No calor do carimbó”
Imperial / Odeon LP SIMP - 30 233, A-2.2.





1975 - OS CORUJINHAS
[Iliada / Alcione / Abigail / Arlete / Brasília]
Álbum “Os corujinhas”
Rosicler / Chantecler LP 2.12.407.193, B-2.1




1976 – ANTOINE
[“Marinier” (Versión en francés: Antoine)]
Álbum "Antoine" – “Marinier (Marinheiro so)” / “Je peux t’attendre (Além de tudo)”
RCA Victor S 7” nº 42098-A. [Francia]





1976 – ANTOINE
[“Marinier” (Versión en francés: Antoine)]
Álbum "Antoine" – “Marinier (Marinheiro so)” / “Je peux t’attendre”
RCA Victor S 7” nº PB 8052 E-A. [Portugal]




 


1977 – ANTOINE
[“Marinier” (Versión en francés: Antoine)]
Álbum “Corcovado - á Rio de Janeiro”
RCA Victor LP FPL 10145, A-1. [Francia]
Vogue Box 3 CD’s 886971219524, CD 2, Track 6. [Francia, 2007]



1978 – ANTOINE
[“Marinier” (Versión en francés: Antoine)]
Álbum "Antoine no Brasil" 
“Le Gaz” / “Je peux t’attendre” / “Marinier” / “Charlie Brown”
RCA Victor EP nº 102.7019, B.1. [Brasil]

 


1977 – CLEMENTINA DE JESUS
Álbum “João Roberto Kelly apresenta Rio dá Samba” [Varios intérpretes]
EMI-Odeon/Coronado LP SC 10.134, A-5.



1978 - FERNANDO MENDES
Participación: Luiz Gonzaga
Álbum “Fernando Mendes”
EMI-Odeon LP 062 421128, “Baião Collection”, A-2.7.



1978 - MESTRE SUASSUNA e DIRCEU
Álbum “Capoeira - Cordão de Ouro - vol. 2"
Continental LP 1 04 405 259, A-4.


1979 - AS MELINDROSAS
Álbum “Disco Baby – Vol. 3 (Alegria, Alegria)”
Músicas originais do filme "Vamos Cantar" de J. B. Tanko
Copacabana COMLP 25.046, Track 2.3.



1990 - MARÍLIA PÊRA
63.905.400
Álbum “Elas por Ela”
EMI-Odeon 2 LP’s 794035-1/794036-1, LP 2, B-6.



1995 - DAÚDE
Álbum "Daúde"
Natasha Records CD 1001-2, Track 1.


1995 - GARGANTA PROFUNDA
Álbum "Vida, Paixão e Banana - Garganta Profunda canta Tropicália"
Albatroz CD 445.008, Track 14.



 


 

1997 – PARCHIS
[Juan Pablo Kildoff / Matias Valverde / Natalia Otero Carbajo / Sandra Abellón / Julian Zucchi] 
Álbum “Acompañame”EMI Oden CD 857 835-2, Track 14. [Argentina]




 

 

 
1998 – PARCHIS
[Juan Pablo Kildoff / Matias Valverde / Natalia Otero Carbajo / Sandra Abellón / Julian Zucchi] 
Álbum “Eo-Eo – Tour-Perú”
Discos Independientes S.A. CD-9158, Track 13 [Perú]
Discos Independientes S.A. CSC-6417, B-6. [Perú]



1999 – DAÚDE
[Remix]
Álbum “Simbora”
Natasha Records CD 789700903052, Track 7.


2001 - MARCO ANTÔNIO GUIMARÃES
Instrumental
Álbum “Cirandas”
Karmim KPCD 028, Track 13.


2001 - RARO PRAZER
[Roberto Lima / Bicudinho / Carlão / Rogério / Cristiano / Juarez / Marcelo]
Álbum “Raro Prazer”
Seven Music CD 241.027, Track 12.


2002 – BARBATUQUES
Álbum “Corpo do som”
MCD CD MCD 154, Track 9.2.


2003 – PAULINHO MOSKA
/ 4:05
Álbum “Samba pras Crianças” [Varios intérpretes]
Biscoitinho/Biscoito Fino CD bf 562, Track 10.


2006 - MARIA BETHÂNIA
Álbum “Mar de Sophia”
Biscoito Fino CD bf  647, Track 3.1.


2007 – BETH CARVALHO
Participación Especial: GILBERTO GIL
Álbum “Beth Carvalho Canta o Samba da Bahia - ao vivo”
Gravado ao vivo no Teatro Castro Alves, em Salvador | Bahia, em 22 e 23 de agosto de 2006.
Andança/EMI Music DVD 5099951366995, Track 11.1.


2008 - BARBATUQUES
Álbum “Corpo do Som ao Vivo”
Gravado em 2 de outubro de 2005 no Teatro TUCA (SP)
MCD DVD 7898060833415, Track 5.2.





(*)




 
 
 
 





















O GLOBO
8/4/1971