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lunes, 4 de marzo de 2024

2009 - GAL COSTA & ROMERO LUBAMBO - Turnê ESTADOS UNIDOS / CANADÁ

 

Depois de uma temporada afastada do show business para se dedicar integralmente ao filho que adotou, Gal Costa está de volta aos palcos.

Turnê pelos Estados Unidos [Flórida, Califórnia (Los Angeles), Washington DC) e Canadá (Toronto)] entre outubro e novembro, ela dividirá o palco com o violonista brasileiro Romero Lubambo.



A G E N D A


29/10/2009 - Knight Concert Hall do Adrienne Arsht Center for the Performing Arts, em Miami

30/10/2009 - Reynolds Theater in the Bryan Center of Duke University, North Carolina. 

7/11/2009 - Hill Auditorium, University Musical Society of the University of Michigan

10/11/2009 - Blue Note Jazz Club, New York City

13/11/2009 - The Zeiterion Performing Arts Center, New Bedford, Massachusetts

15/11/2009 – Massey Hall, Toronto, Canadá.


Gazeta Admininstrator

20 de outubro de 2009


O NOME DELA É GAL


A experiência de estar presente num show de Gal Costa é para guardar a vida
toda. Belo, original, enlevado, primoroso, expressivo, são adjetivos sempre ligados a seu canto.
 

Gal nos presenteia, agora, com seu novo show onde, acompanhada somente
do violonista Romero Lubambo, canta clássicos como Coisa Mais Linda (Carlos
Lyra/ Vinícius de Moraes), Meu Bem, Meu Mal (Caetano Veloso), Vapor Barato (Jars Macalé), Aquarela do Brasil (Ary Barroso) e novos sucessos, como Ruas de Outono (Ana Carolina/Antônio Villeroy) e Mulher Eu Sei (Chico César).

 

GAL COSTA

Certas pessoas nascem predestinadas. É o caso de Maria da Graça Costa Penna Burgos, a quem o Brasil e o mundo aprenderam a chamar de Gal Costa. 

Maior cantora do Brasil nas palavras de João Gilberto e Elis Regina, a vida de Gal sempre foi pontuada pela música: os discos de música clássica que sua mãe ouvia durante sua gravidez; a certeza de que seria cantora já aos dois anos de idade; os ensaios sozinha em sua casa na adolescência, com uma panela na cabeça como retorno sonoro; as apresentações ao violão para os amigos e família; o trabalho aos 17 anos como vendedora na loja Roni Discos. 

Fã de Dalva de Oliveira e Ângela Maria, Gal tem em João Gilberto sua maior infl uência e Caetano, Maria Bethânia, Gilberto Gil, Tom Zé como sua turma, com os quais participou de seu primeiro show, “Nós, por exemplo”, em 1964. Em 1965, grava seu primeiro compacto, com as músicas “Eu vim da Bahia” de Gil e “Sim, foi você” de Caetano, emendando com sua estreia no teatro musical “Arena Canta Bahia”. 

De lá para cá, são 36 discos, 3 DVD´s, músicas imortalizadas em sua voz, shows por todo o mundo, sempre com enorme sucesso de público e crítica, como os elogios do crítico Ben Ratliff, do “New York Times”, sobre sua apresentação no Blue Note em New York, em 30 de setembro de 2008. Segundo o crítico, a voz de Gal está mais “sombria e suave”. A entonação da cantora “brilha dramaticamente e, de repente, a linguagem se torna puro som”.

 

ROMERO LUBAMBO

 Violonista carioca formado pela escola de música Villa Lobos, Romero é um dos artistas mais requisitados por artistas populares para gravar em seus discos. Graças a seu domínio sobre diferentes estilos, profundo conhecimento e criatividade harmônica, além de uma técnica autêntica, o instrumentista foi apontado por alguns críticos como “um dos melhores músicos em seu instrumento em atividade no mundo”. Radicado, desde 1985, em New York, tocou e gravou com diversos nomes de peso da música brasileira e internacional, tais como, Rafael Rabello, Leny Andrade, Naná Vasconcelos, Astrud Gilberto, Airto Moreira, Flora Purim, Paquito D’Rivera, Michel Brecker, e Diane Reeves, entre outros. Em 2002 juntou-se a outro mestre da música instrumental brasileira, César Camargo Mariano, para gravar um dueto de piano e violão.

 


ENTREVISTA

Gazeta: Você já cantou nos maiores teatros e festivais do mundo. Em 2006, você fez uma serie de shows no famoso Blue Note de New York. Como foi a experiência de cantar em um espaço tão íntimo, tão próximo ao público?

Gal: Cantei em lugares pequenos ainda em Salvador, aonde nasci e vivi até ir para SP e RJ trabalhar. Gosto de cantar em lugares pequenos porque me
sinto perto das pessoas. Também gosto de cantar em lugares grandes. São experiências diferentes e igualmente prazerosas.

 

Gazeta: Sabemos que você gosta muito das canções de Tom Jobim, Chico Buarque, Dorival Caymmi e outros gigantes da nossa música. Tem compositores mais novos que você admira? Algum que você gostaria de gravar?

Gal: Fui muito influenciada pela Bossa-Nova e Tom Jobim foi o grande arranjador e compositor das canções que João Gilberto cantava. Adoro Tom Jobim como amigo e compositor. Trabalhamos muito juntos. Neste concerto que farei com Romero Lubambo canto músicas de vários importantes compositores brasileiros.

 

Gazeta: Você dedicou um projeto inteiro para as músicas de Tom Jobim e também participou de vários tributos a ele. Sua música faz parte do seu repertório a muitos anos. O que representa Tom Jobim para você e para a música brasileira, especialmente no exterior?

Gal: Gosto muito de cantar canções compostas pelo Tom Jobim e da Bossa-Nova. Identifico-me com elas porque sou radicalmente influenciada pela Bossa Nova. Tom Jobim é um dos maiores compositores brasileiros e o mais conhecido no mundo. Adoro cantar suas músicas.

 

Gazeta: Como será o repertório para esse show de Miami?

Gal: Cantarei canções da Bossa-Nova, sucessos do meu repertório. Cantarei músicas que gravei ao longo da minha carreira. Cantarei também alguma canção americana que gosto porque adoro cantar em inglês. Será um concerto simples e minha voz será acompanhada pelo violão de Romero Lubambo.

 

Gazeta: Como foi o seu primeiro encontro com Romero Lubambo e a ideia de fazer esta turnê com voz e violão?

Gal: Faço um show no Brasil apenas acompanhada do violão. Conheci Romero em New York, alguns anos atrás, e adoro o estilo do violão tocado por ele. Resolvi fazer esse show com Romero nos EUA, uma turnê grande mesmo. Acho que as pessoas gostam de ouvir a minha voz sem o acompanhamento de muitos instrumentos.

 

Gazeta: Em 2001 houve a volta dos Doces Bárbaros com grandes shows no Rio e São Paulo e também um DVD que saiu um tempo depois. Você acha possível uma outra apresentação ou gravação com Bethania, Gil e Caetano?

Gal: Acho praticamente impossível que isso aconteça porque temos nossas carreiras individuais e trabalhamos muito. Será impossível agendar nossos encontros para ensaios e turnê.

 

Gazeta: Quais são seus planos para 2010, mais shows, um novo CD?

Gal: Um novo show, com CD e DVD.

 

Gazeta: Qual o seu recado para o público de Miami que está ansioso para lhe ver depois de tantos anos?

Gal: Diga que também estou ansiosa e querendo muito cantar para o público de Miami. Vai ser uma maravilha, um grande prazer.

 




7 de novembro de 2009


Hill Auditorium, University Musical Society of the University of Michigan










10 de novembro de 2009

Gal Costa & Romero Lubambo Duo at The Blue Note Jazz Club

 





13 de novembro de 2009

The Zeiterion Performing Arts Center (New Bedford, Massachusetts)


Uma noite com Gal Costa em New Bedford - MA


Gal Costa é uma das divas da música brasileira. Ela começou a fazer sucesso juntamente com outros grandes nomes da música brasileira, como Caetano Veloso, Maria Bethania, Gilberto Gil e Jorge Ben. Gal gravou canções compostas pela maioria dos compositores populares brasileiros, principalmente Tom Jobim. Em 1982, o single "Festa Do Interior", do álbum duplo Fantasia, tornou-se seu maior sucesso, ganhando o disco de platina daquele ano. 

Ela apareceu no filme O Mandarim, de 1995, interpretando a cantora Carmen Miranda. Durante várias décadas, Gal Costa tem sido considerada a superstar internacional da música pop brasileira e da brazilian fusion, sendo uma das mais importantes cantoras de estilo próprio do Brasil. 

Nesta apresentação especial em New Bedford, Gal estará acompanhada pelo legendário guitarrista brasileiro, Romero Lubambo. 

Em 1985, Romero veio para Nova York, onde o sucesso já o esperava, não somente pela qualidade do seu som brasileiro autêntico, mas também pela sua forma de tocar e na variedade de estilos que apresenta em seu repertório. 

Romero também estabeleceu-se como um compositor e intérprete dos seus próprios projetos pessoais de gravação, recebendo a colaboração de artistas famosos como Wynston Marsalis, Jane Monheit, Grover Washington Jr., Harry Belafonte, Larry Coryell e Gato Barbieri.











2009
Revista Wave
Ano 7 - Número 26
Inverno 2009
Publicação bilíngue e bimensal no Canadá
























sábado, 2 de marzo de 2024

2006 - 2007 - 2008 - GAL COSTA - Blue Note - New York

 


Blue Note New York


Remembering a legend:

 

Gal Costa 💙 


An icon of tropicália, Gal Costa was a legendary Bossa Nova singer. 

She recorded Gal Costa, Live at the Blue Note in 2006. 

We are honored to have been part of her contributions to jazz and we send our condolences to her family.


9/11/2022




16, 17, 18, 19, 20 e 21 de maio de 2006

Blue Note


16/5/2006 - The Brazilian singer Gal Costa at the Blue Note on Tuesday night

 Photo: Rahav Segev / The New York Times



30/9/2008 - Gal Costa e Romero Lubambo
 
Foto: 
Michelle V. Agins / The New York Times









May 18, 2006

Ben Ratliff







  

POP REVIEW | GAL COSTA


Gal Costa Sings Bossa Nova at the Blue Note


May 18, 2006

Ben Ratliff


The Brazilian singer Gal Costa came to the Blue Note this week with a small band and did what great, experienced pop singers often promise to do but rarely pull off: she rescaled her performance to jazz-club dimensions. Her opening set on Tuesday was like one long, well-balanced exhalation, warm and quiet and cathartic. She had a sound in mind and got to the point.

For the most part she chose the comfort of a bossa nova repertory that slightly predated her own career — which began in the mid-1960's — but that she has gracefully inherited, mostly songs associated with the twin powerhouses of Antonio Carlos Jobim and João Gilberto. They are famously subtle, but their secrets remain pretty open: they have gorgeous moving harmonies, and they are lavish with a rhythm that pulsates beneath the surface. 

Ms. Costa met their demands. Her voice has minimal vibrato and a little bit of Billie Holiday's midregister honk; it has thickened slightly over the years, and she favors the full, true, airy note, held just long enough for its significance to settle in. 

Taking the idea of jazz-club music seriously — she usually plays bigger concerts on the rare occasions that she comes here — Ms. Costa and her four-piece band revealed bossa nova in its old, first-wave style. Marcus Teixeira played Gilberto-like guitar chords and asymmetrical rhythms. Zé Canuto wound counterpoint passages on alto saxophone and flute around Ms. Costa's vocal lines. The drummer Jurim Moreira played Brazilian rhythms with hands and brushes on a minimal kit, occasionally giving the bass drum a hard, resonant kick to insinuate the low beat of the surdo drum in samba.

The band's sound also benefited from an acoustic bass, or something close, anyway, played by Adriano Giffoni: it was a fretless semi-acoustic upright. All this was a relief. Ms. Costa had the courage to use simple ingredients. 








Of the Jobim repertory, she knocked off several of the big ones: "Fotografia," "Desafinado," "Chega de Saudade," "Vou Te Contar," "Corcovado" and "Garota de Ipanema." She sang "I Fall in Love Too Easily" demonstrating that she had put in some hard listening to Chet Baker's version; she also sang "As Time Goes By" and three songs from the 1930's and 1940's by Ary Barroso, including the devastating "Prá Machucar Meu Coração".

Ms. Costa gave just enough of herself. She began the set warily, and her first few songs were tentative. Then she consolidated her strengths and everything clicked. Her stagecraft, which here wasn't much more than a natural, sexy-maternal manner of moving, smiling and serially locking eyes with front-row patrons, was fully on. She owned the music, easily and contentedly.



































São Paulo, sexta-feira, 28 de setembro de 2007 

  

Com standards, Gal Costa reafirma condição de diva

Repertório de CD ao vivo se concentra em Tom Jobim com arranjo renovador


LUIZ FERNANDO VIANNA
Da sucursal do Rio de Janeiro

 

Gal Costa vem se equilibrando entre dois pólos: renovar o repertório de vez em quando, como fez no disco de inéditas "Hoje" (2005), e reafirmar seu posto de diva, interpretando clássicos da música brasileira. É neste segundo pólo que se encaixa "Gal Costa Live at the Blue Note", que chega aqui depois de ser lançado nos EUA. 

Para os norte-americanos e brasileiros que estavam em 19 de maio do ano passado na mais famosa casa de jazz nova-iorquina, deve ter sido prazeroso reencontrar em voz tão perfeita as jobinianas "Desafinado", "Chega de Saudade", "Corcovado" e "Wave" -não faltou nem "Garota de Ipanema". 

Já para ouvidos nacionais que vivem no Brasil, o repertório é mais do mesmo, no sentido de que só tem standards gravados e regravados à mancheia. O que soa mais renovador é a formação intimista que acompanha a cantora: violão (Marcus Teixeira), baixo (Adriano Giffoni), bateria (Jurim Moreira), sax e flauta (Zé Canuto). 

É muito bom ouvir Gal sem que ela tenha por trás uma orquestra ou vários instrumentos elétricos e percussões. Sua voz esquece os extremos -o agudo final de "Ave Maria do Morro" (Herivelto Martins) é uma exceção- e as interpretações cobrem as músicas de um veludo muito agradável. É claro que também contribui para isso a grande intimidade de Gal com o repertório.  

"Triste" com suingue 

Das 19 músicas, nove são de Tom Jobim, de quem ela é uma antiga e exímia intérprete. Vale destacar "Fotografia", que abre o show indicando o clima que ele terá, e "Triste", que ganha uma versão mais sacudida do que as habituais, com muito suingue. 

Entre as de Ary Barroso, a seqüência de "Camisa Amarela" -com intervalos muito bem marcados pelo sax- e "Pra Machucar o Coração" ("devastadora", segundo o texto do crítico Ben Ratliff, do "New York Times", que consta do encarte), forma o melhor momento da apresentação. Já o encerramento com "Aquarela do Brasil" é um pouco para-gringo-ver, com um arranjo não muito inventivo. 

Outro grande momento é "Nada Além", o fox de Custódio Mesquita e Mário Lago que é cantado por Gal com o acompanhamento apenas do baixo e de estalos de dedos.

Antes da moça de Ipanema, ela reverencia com adequada suavidade o outro bairro carioca conhecido internacionalmente em "Sábado em Copacabana", de Dorival Caymmi, e "Copacabana" (João de Barro/Alberto Ribeiro). 

Gal ainda se lança em standards norte-americanos: muito bem em "I Fall in Love Too Easily", reverência a seu ídolo Chet Baker, e sem injetar muita vida nova em "As Time Goes By", o tema de "Casablanca". O CD confirma que, embora não precise ser seu único, o papel de diva cai bem na Gal de hoje.

 

 

 








MUSIC REVIEW | GAL COSTA


On a Visit From Brazil, a Certain Vowel in Tow



Gal Costa and Romero Lubambo performing at the Blue Note

Foto: Michelle V. Agins/The New York Times




Oct 1, 2008

Ben Ratliff

Whenever Gal Costa draws out a flat “a” at the end of a Portuguese word, she wins. She can do this as much as she wants, and it always works. She doesn’t use it showily; she’s in her early 60s now, and her voice has become darker and softer. But the corners of her mouth widen so that you can see her back teeth, her tone dramatically brightens, and suddenly what was language becomes purely sound. 

Halfway through her first set at the Blue Note on Tuesday, where she plays through the week with only the guitarist Romero Lubambo accompanying her, she sang a version of Caetano Veloso’s “Lindeza". It’s a love song without a specific object - maybe just the idea of beauty itself - and as she sang the opening line coisa linda (beautiful thing), she won twice. After that came “louca,” “boca,” “acreditar,” and then, a bit later, the line she had clearly been waiting for: in a downward stepwise melody, “lua lua lua lua.” It meant “moon,” four times, but it was as if she had cracked open the word, had thrown away the shell of meaning and had shown us the viscous stuff inside it. 

Singing this particular vowel pulls her face into a smile, and that was good too because Ms. Costa seemed otherwise preoccupied and slightly downcast between songs. For someone who clearly cares about sound, she had reason to be anxious: a show this intimate was an experiment. 

In her American appearances over the last several years she has compressed her performance style: big concerts have given way to appearances with a small jazzlike ensemble, and now, unprecedentedly, this. In the set’s ballads, and in bossa novas done the right way - as miniaturized adaptations of percussive samba, with strong and subtle swing - there was a great deal of intricacy. Shell need the week to get used to the room and to Mr. Lubambo, with whom she hasn’t played much in the past. 

But the signs are promising. Ms. Costa has chosen some of the most durable songs from Brazilian popular music - songs by Chico Buarque, Antonio Carlos Jobím, Ary Barroso and Mr. Veloso, among others. (The Girl From Ipanema was among them, delivered half in Portuguese and half, unnecessarily, in English.) For his part, Mr. Lubambo was working hard. A highly fluent guitarist with a lot of jazz knowledge but enough taste to leave bossa novas uncluttered, he brought his own remarkable introductions and arrangements of Jobím’s “Wave” and Barroso’s “Aquarela do Brasil.” At the best points of the set they both gave off an intense affection for the songs, and you could grasp it more clearly without other musicians around them.  


Gal Costa and Romero Lubambo will perform through Sunday at the Blue Note, 131 West 3rd Street, West Village, bluenote.net.



Gal Costa é elogiada pelo New York Times

02/10/2008 


Gal Costa faz shows em Nova York nesta semana e recebe elogios

O "New York Times" elogiou em sua edição desta quinta-feira a apresentação que a cantora Gal Costa fez na casa de shows Blue Note na noite da última terça (30/9).

Segundo o crítico Ben Ratliff, a voz da cantora está mais "sombria e suave". A entonação da cantora "brilha dramaticamente e, de repente, a linguagem se torna puro som", escreveu ele.





São Paulo, sexta-feira, 03 de outubro de 2008 


"New York Times" elogia show de Gal Costa

DA REPORTAGEM LOCAL

O jornal "The New York Times" fez uma crítica elogiosa à cantora Gal Costa, sobre sua performance da última terça-feira no Blue Note, conceituado clube de jazz no West Village, acompanhada por Romero Lubambo. O "NYT" diz que sua voz se tornou "profunda e suave" com a idade e que os tons que alcança são "dramaticamente brilhantes" transformando o que era "linguagem em puro som". 

A crítica diz que a cantora parecia preocupada entre uma canção e outra, mas ela tinha razões para isso, pois "um show tão íntimo como esse é um experimento". Gal Costa fica em cartaz até domingo em NY.