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sábado, 13 de agosto de 2022

1969 - CAETANO E GIL RUMO AO EXÍLIO

 





Junho 1969






Caetano Veloso e Gilberto Gil gravam em Salvador (Estúdio J.S.) as vozes e os violões de seus novos discos, que receberão arranjos de Rogério Duprat e terão gravações complementares posteriormente, em São Paulo e Rio de Janeiro. 

Os discos serão lançados em agosto.


Julho 1969






Gilberto Gil, durante a sessão de gravação de Aquele Abraço

no Rio de Janeiro, pouco antes de se exilar na Europa, ao fundo, Sandra.


























23/7/1969


Caetano Veloso e Gilberto Gil 

visitam à gravadora antes do exílio


Imagens inéditas do Acervo do Estadão publicadas para celebrar os 80 anos de Caetano Veloso (7/8/2022).

Caetano Veloso, Gilberto Gil, Sandra Gadelha e o compositor Sidney Miller (RJ, 18/4/45 – RJ, 16/7/80) na sede da gravadora Philips em Rio de Janeiro.


23/7/1969 - O cantor e compositor Caetano Veloso durante entrevista

Foto: Acervo/Estadão

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23/7/1969 - Caetano Veloso com Sidney Miller, de camisa listrada, e Sandra Gadelha na sede da gravadora Phonogram no Rio de Janeiro 

Foto: Acervo/Estadão



23/7/1968 - Caetano Veloso - Foto: Acervo/Estadão



23/7/1969 - Caetano Veloso - Foto: Acervo/Estadão



Foto: Acervo/Estadão


Foto: Acervo/Estadão


Foto: Acervo/Estadão


Foto: Acervo/Estadão


23/7/1969 - Gilberto Gil na gravadora Phonogram - Foto: Acervo/Estadão





JORNAL DA TARDE

25 de julho de 1969


CAETANO VELOSO E GILBERTO GIL



RUMO AO EXÍLIO

Nota sobre Caetano Veloso e Gilberto Gil no Jornal da Tarde de 25/7/1969

Foto: Acervo Estadão





 






















27/7/1969 - Gilberto Gil e Caetano Veloso, no aeroporto, a caminho da Europa
Foto: Artur Ikissima / Divulgação



27/7/1969 - O GLOBO




jueves, 22 de septiembre de 2016

1983 - CHUVAS DE VERÃO





Programa “Festa baile” da TV Cultura de São Paulo, transmitido em rede para todo o Brasil.

Se tratava de um programa que bateu recordes de audiência com o comando do cantor Agnaldo Rayol.



Agnaldo Rayol e Caetano Veloso


Letra e música: Fernando Lobo
1949



Podemos ser amigos simplesmente
Coisas do amor nunca mais
Amores do passado, no presente
Repetem velhos temas tão banais
Ressentimentos passam com o vento
São coisas de momento
São chuvas de verão

Trazer uma aflição dentro do peito
É dar vida a um defeito
Que se extingue com a razão
Estranha no meu peito
Estranha na minha alma
Agora eu tenho calma
Não te desejo mais

Podemos ser
Amigos simplesmente
Amigos, simplesmente
E nada mais

Podemos ser
Amigos simplesmente
Amigos, simplesmente
Nada mais

Trazer uma aflição dentro do peito
É dar vida a um defeito
Que se extingue com a razão
Estranha no meu peito
Estranha na minha alma
Agora eu tenho calma
Não te desejo mais