Mostrando entradas con la etiqueta Exaltação a Mangueira. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta Exaltação a Mangueira. Mostrar todas las entradas

miércoles, 23 de marzo de 2011

1991 - NO TOM DA MANGUEIRA


Participación de Caetano Veloso en la grabación del álbum homónimo.

















 


2 LP´s (SACI)

 CD (SACI)
 

                                  CD (Biscoito Fino/Jobim)

1991
Álbum: NO TOM DA MANGUEIRA 
[Varios intérpretes]
Saci 2 LP’s 005/006, Vol. 2, D-1.
Saci CD, Track 12. [1993]
Jobim / Biscoito Fino CD BJ 303, Track 12. [2006]


Pout-Pourri:
a) EXALTAÇÃO À MANGUEIRA (Aloísio Augusto da Costa/Enéas de Brito)
GRA 6440 8876
b) SEI LÁ, MANGUEIRA (Paulinho da Viola/Hermínio Bello de Carvalho)
GRA 6440 8884
c) MUNDO DE ZINCO (Nássara/Wilson Batista)
GRA 6440 889
Participación Especial: Caetano Veloso / Chico Buarque / Paulinho da Viola



EXALTAÇÃO À MANGUEIRA
(Enéas Brites da Silva/Aloísio Augusto da Costa)

“A Mangueira não morreu nem morrerá
Isso não acontecerá
Tem seu nome na história
Mangueira tu és um cenário coberto de glória"
Mangueira teu cenário é uma beleza
Que a natureza criou
O morro com seus barracões de zinco
Quando amanhece que explendor
Todo mundo te conhece ao longe
Pelo som dos seus tamborins
E o rufar do teu tambor
Ô, ô, ô, ô
A Mangueira chegou, ô, ô

Mangueira teu passado de glória
Está gravado na história
É verde e rosa a cor da tua bandeira
Prá mostrar a essa gente
Que o samba é lá em Mangueira


SEI LÁ, MANGUEIRA
(Paulinho da Viola/Hermínio Bello de Carvalho)

Vista assim do alto
Mais parece um céu no chão
Sei lá,
Em Mangueira a poesia fez um mar, se alastrou
E a beleza do lugar, pra se entender
Tem que se achar
Que a vida não é só isso que se vê
É um pouco mais
Que os olhos não conseguem perceber
E as mãos não ousam tocar
E os pés recusam pisar
Sei lá não sei...
Sei lá não sei...
Não sei se toda beleza de que lhes falo
Sai tão somente do meu coração
Em Mangueira a poesia
Num sobe e desce constante
Anda descalça ensinando
Um modo novo da gente viver
De sonhar, de pensar e sofrer
Sei lá não sei, sei lá não sei não
A Mangueira é tão grande
Que nem cabe explicação


MUNDO DE ZINCO
(Antônio Nássara/Wilson Batista)

Aquele mundo de zinco
Que é Mangueira
Desperta com o apito do trem
Uma cabrocha, uma estrela
Um barracão de madeira
Qualquer malandro em Mangueira tem

Mangueira, fica pertinho do céu
Mangueira, vai assistir o meu fim
Mas deixo o nome na história
O samba foi minha glória
E sei que muita cabrocha
Vai chorar por mim


"Este disco é uma homenagem do G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira aos compositores, músicos, intérpretes e todos aqueles que cantaram sua glória"













Manuscrito original de "Piano na Mangueira"


PIANO NA MANGUEIRA, DE TOM JOBIM E CHICO BUARQUE
 
Letra original do samba, com versos escritos a quatro mãos por eles e com correções feitas por ambos. Essas correções indicam que se trata da primeira e definitiva versão da letra, assinada pelos dois parceiros e dedicada a um grande amigo e parceiro.

Naquele ano de 1992, a Mangueira homenageou Tom Jobim, fazendo dele o enredo de seu desfile no Sambódromo. Tom, em troca, compôs este samba exaltando a escola e pediu a letra ao mangueirense Chico Buarque. É um documento para a história da música brasileira.
 
Foi leiloado dia 6 de abril de 2021 e arrematado por R$ 30 mil reais, o lance inicial proposto pelo leilão.