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martes, 23 de enero de 2024

2008 - 4ª VIRADA CULTURAL PAULISTA

 

A Virada Cultural, na sua quarta edição, aconteceu de 26 a 27 de abril. 

A sua maior atração foi o show “Voz e Violão”, da cantora Gal Costa, acompanhada pelo violão de Luiz Meira.




Foto: Jorge Rosenberg


Foto: Silvio Tanaka


Foto: Silvio Tanaka


Foto: Sergio Alberti








domingo, 19 de mayo de 2019

2019 - 15ª VIRADA CULTURAL






Em clima de reunião familiar, Caetano Veloso canta com os filhos na Virada Cultural

Show fez o público lotar o palco principal, no Vale do Anhangabaú.

Por Rafaela Putini, G1 SP
18/05/2019



Caetano Veloso canta com os filhos em palco da Virada Cultural — Foto: Fábio Tito/G1


Caetano Veloso trouxe um clima de reunião familiar para o palco principal da Virada Cultural de São Paulo, no Vale do Anhangabaú, no Centro, na noite deste sábado (18/5).

Foi como um convite à sala de estar da casa Veloso, onde Caetano e os filhos Tom, Zeca e Moreno fizeram um som em clima de intimidade e cumplicidade. Foi quase como sentar com eles para tomar um café depois de um almoço de domingo.

A apresentação “Ofertório” roda o país e o mundo desde 2017. Em um texto escrito por Caetano na época em que a turnê ganhou esse nome, ele chamou a reunião de “aventura familiar” e contou que o nome do espetáculo nasceu de uma missa em homenagem à mãe dele. Todos esses laços que estão por trás das criações explicam o clima de afeto e intimidade que ecoou pelo Anhangabaú.

Num intervalo, o cantor falou sobre a canção que nomeia o show. "Não sou religioso, mas canto essa música como homenagem à religiosidade dos meus três filhos", disse. Em seguida, o público, em coro, xingou o presidente Jair Bolsonaro (PSL). O cantor ficou em silêncio. Quando os xingamentos terminaram, disse: “Continuo não sendo religioso”. E emendou a música "Ofertório".

A atmosfera minimalista e familiar destoou da participação de Caetano na Virada de 2018, quando ele desfilou com o bloco de carnaval Tarado ni Você pela Rua da Consolação. Sem os filhos, o cantor chegou a cantar “Leãozinho” em ritmo carnavalesco.


Caetano Veloso e os filhos no palco do Anhangabaú — Foto: Fábio Tito/G1


Fotos: Marcelo Justo / UOL






 



 













martes, 13 de noviembre de 2018

2018 - 14ª VIRADA CULTURAL




Um dos maiores eventos do calendário cultural nacional, a Virada Cultural, promovida pela Secretaria Municipal de Cultura, está recebendo propostas de projetos artísticos e culturais para integrar a sua 14ª edição, marcada para os dias 19 e 20 de maio de 2018, na cidade de São Paulo/SP.




19 de maio
20h00 – Tarado Ni Você & Caetano Veloso


O Estado de S.Paulo

Tumulto e festa, é Caetano na Virada

Noite de sábado teve um público enorme, com direito a tumulto, para ver o cantor com o bloco Tarado Ni Você

Julio Maria e Guilherme Sobota
20 Maio 2018



Show de Caetano Veloso e o bloco Tarado Ni Você, no centro de São Paulo
Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Responsável por abrir a Virada Cultural 2018, Baby do Brasil surgiu em clima de carnaval em cima do trio elétrico que dividiu com Tulipa Ruiz e Pitty na Avenida Consolação. Pregando liberdade e cantando sucessos dos Novos Baianos e da carreira solo, o cortejo reuniu milhares de pessoas. A expectativa da prefeitura era atrair 3 milhões de pessoas para o principal evento cultural da cidade, mais do que dobro do que no ano passado.

Menino do Rio e Tinindo Trincando encerraram o set de Baby, que passou o bastão para Tulipa Ruiz e sua brasilidade indie.

Antes mesmo de Caetano Veloso subir ao trio elétrico do bloco Tarado Ni Você, na noite de sábado, na Consolação, houve confusão e um enorme empurra-empurra.

Perto das 21h30, a situação ficou próxima do desastre. Acalmado o tumulto, teve prosseguimento o cortejo de Caetano e o Tarado com destino à Rua Xavier de Toledo ao som de Vamos Comer Caetano, de Adriana Calcanhotto. Na sequência, clássicos como Odara, A Luz de Tieta e Tropicália, Alegria Alegria empolgavam o enorme público que lotava a região até a Praça Roosevelt.


Bloco Tarado Ni Você, com a participação do cantor e compositor Caetano Veloso, na primeira noite da Virada Cultural 2018 em São Paulo - Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Foto: Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo/Veja SP

Foto: Victor Ferreira / GloboNews



Caetano Veloso puxa Carnaval fora de época politizado na Virada Cultural

Caetano Veloso canta com o cortejo do bloco Tarado Ni Você na rua da Consolação, durante a Virada Cultural - Imagem: Marlene Bergamo/FolhaPress


Mateus Araújo
Colaboração para o UOL
20/05/2018 00h47

Marcado por tom politizado e euforia dos fãs, o encontro entre Caetano Veloso e o bloco Tarado Ni Você foi uma das principais apresentações deste sábado (19) na Virada Cultural. A rua da Consolação, na região central, já acostumada com festas de rua como o desfile do maior bloco da cidade, o Baixo Augusta, e da parada LGBT, foi palco do cortejo que começou pouco depois das 20h e se estendeu até meia-noite.

Caetano subiu no trio elétrico por volta das 20h30. No show, em ritmo de Carnaval, ele cantou alguns de seus maiores sucessos -- começou com “Alegria, Alegria” e seguiu com “Reconvexo”, “Leãozinho” e até “Sampa”, numa declaração de amor à capital paulista. O baiano fez sua apresentação até um pouco antes da altura da rua Dona Antônia de Queiroz e voltou a cantar em frente à Igreja da Consolação, desta vez também com o pernambucano Johnny Hooker. O desfile se encerrou próximo à rua Xavier de Toledo.

O público lotou a Consolação para acompanhar Caetano, chegando a causar pequenos tumultos durante o trajeto. A banda do Tarado Ni Você interrompeu o show algumas vezes para pedir calma às pessoas próximas à corda que isola o caminhão de som, e também para pedir ao motorista que andasse devagar

Em tom mais politizado do que o cortejo anterior, das cantoras Baby do Brasil, Pitty e Tulipa Ruiz, o show teve, por exemplo, protestos a favor da liberdade do ex-presidente Lula e contra a PEC 383/17, que altera a regulamentação do uso de agrotóxico no Brasil, pauta levantada pelos artistas em cima do trio, incluindo Caetano.

À altura da praça Roosevelt, o bloco parou a música para endossar o discurso ativista. “Não vamos esquecer que um prédio pegou fogo e pessoas moravam dentro. E as pessoas precisam de moradia”, falou uma das integrantes do grupo, do grupo, no microfone, se referindo ao desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida, no início de maio, no centro. “Quero lembrar também da Matheusa [Passareli, estudante transexual morta por traficantes no Rio, também no início do mês] e gente não pode esquecer que no ano passado, durante a Virada, houve uma ação de truculência na Cracolândia.”.

Foi a primeira vez que o Tarado Ni Você se apresentou junto com Caetano Veloso, que é tema e homenageado do bloco do Carnaval paulistano. “Esse ano, a Virada nos convidou e pediu que chamássemos um convidado de peso. Logo pensamos no Caetano. Fizemos o convite e ele aceitou”, comemorava o ator Artur Hiroyuki, um dos integrantes do Tarado.



Após tumulto inicial, cortejo com Caetano Veloso empolga público na Virada
Músico baiano participou de evento ao lado do bloco Tarado ni Você 


O bloco Tarado ni Você participa de cortejo com Caetano Veloso - Marlene Bergamo/Folhapress

Foto: Raissa Galvão - Mídia Ninja







sábado, 28 de abril de 2018

2015 - 11ª VIRADA CULTURAL


Virada Cultural acontecerá nos dias 20 e 21 de junho por toda a capital paulista. 

Durante 24 horas ininterruptas, serão mais de 1000 atrações grátis distribuídas em palcos localizados no Centro e em vários bairros, colocando a cidade de São Paulo, mais uma vez, como a capital mundial da cultura. É a maior oportunidade de convivência dos paulistanos.

No Palco Júlio Prestes, a partir das 19h do dia 20, acontece o show de abertura com a cantora baiana Margareth Menezes. No mesmo palco também haverá apresentações de Lenine, Emicida, Fábio Jr. Quem encerra a programação é o cantor e compositor Caetano Veloso no dia 21, às 18h.





"Muito feliz em estar em São Paulo, fazer o último show aqui. Para nossa história, isso vale muito", disse o cantor sobre também terminar a turnê "Abraçaço"







Foto: Celso Tavares / EGO

Foto: Celso Tavares / EGO


Foto: Carla Carniel/Frame/Estadão