Mostrando entradas con la etiqueta 1952. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta 1952. Mostrar todas las entradas

viernes, 5 de marzo de 2021

1957 - O “ROCK’N ROLL” DA POESIA


Primeiro número da revista que precedeu o lançamento da Poesia Concreta



 
NOIGANDRES 1. A Campos, D Pignatari, H Campos. 

São Paulo: Novembro de 1952. 72 p

Capa: Décio Pignatari



“ … A revista O Cruzeiro, nos anos 1950, apelidou, num título de reportagem, a produção dos jovens concretistas de “o rock’n’roll da poesia”. Eles se pareciam mais com a arquitetura de Brasília e com a bossa nova, mas o rock tinha chegado antes e viria a confirmar, já na última parte dos anos 1960, algo da piada da manchete. Como os tropicalistas, Augusto, representando o grupo concreto, acompanhou o interesse pelo tema, da Jovem Guarda a Jimi Hendrix e Janis Joplin. …”

[Caetano Veloso, Revista rosa 3, 26/2/2021]

 





1957
Revista O CRUZEIRO
Rio de Janeiro, 2-3-57
Ano XXIX – n° 20

 

o “Rock'n Roll" da POESIA
Luís Edgard de Andrade
Pág. 48












































jueves, 30 de agosto de 2018

1986 - 30 ANOS DA POESIA CONCRETA


Primeiro número da revista que precedeu o lançamento da Poesia Concreta





NOIGANDRES 1. A Campos, D Pignatari, H Campos. 

São Paulo: Novembro de 1952. 72 p

Capa: Décio Pignatari




4/12/1986 - Augusto de Campos, Décio Pignatari, Caetano Veloso e Haroldo de Campos no lançamento dos livros dos poetas - Foto: Homero Sérgio / Folhapress



4/12/1986 - Augusto de Campos, Décio Pignatari, Caetano Veloso e Haroldo de Campos - Foto: Homero Sérgio
 



4/12/1986










Dezembro 1986 - Caetano Veloso e Décio Pignatari
Foto: Wilson Melo / Folhapress



VIVA VAIA 
Augusto de Campos. Editora Brasiliense, São Paulo. 1986. 256 pp.



POESIA POIS É POESIA (1950 ● 1975) PO&TC (1976 ● 1986) 
Décio Pignatari. Edição com toda a obra poética do autor, um dos criadores do movimento concretista, ao longo de quase quatro décadas. Projeto gráfico de Julio Plaza. Editora Brasiliense, São Paulo. 1986. 271 pp.



GALÁXIAS 
Haroldo de Campos. Editora Ex Libris Ltda., São Paulo. 1984.






 





jueves, 27 de octubre de 2011

1952 - MÃEZINHA QUERIDA / FEITIÇO DA VILA




En 1952, se festejó por primera vez en Brasil el Día de la Madre.

Como regalo, Caetano eligió dos temas dedicados a D. Canô, uno de ellos, recién grabado por Carlos Galhardo: Mãezinha querida de Getúlio Macedo y Lourival Faissal y el otro, un clásico de Noel Rosa y Vadico: Feitiço da Vila.

Nicinha lo acompañó al piano.

Finalmente, esas históricas grabaciones de carácter familiar, no fueron incluídas en el Especial de la TV Manchete.



MÃEZINHA QUERIDA
Valsa
(Getúlio Macedo/Lourival Faissal)
1952

Minha mãezinha querida
Mãezinha do coração.
Te adorarei toda a vida
Com grande devoção.

É tua esta valsinha
Foste a inspiração
Canto, querida mãezinha,
A tua canção.

Alegria, um prazer
Uma grande emoção
Neste dia te dizer
Com muito amor e afeição

Ó minha mãe, minha santa querida,
És o tesouro que eu tenho na vida
Eu te ofereço esta linda canção,
Mãezinha do coração!



FEITIÇO DA VILA
Samba
Letra: Noel Rosa
Música: Vadico
1935

Quem nasce lá na vila
Nem sequer vacila
Ao abraçar o samba
Que faz dançar os galhos do arvoredo
E faz a lua nascer mais cedo

Lá em Vila Isabel
Quem é bacharel
Não tem medo de bamba
São Paulo dá café,
Minas dá leite
E a Vila Isabel dá samba

A Vila tem
Um feitiço sem farola
Sem vela e sem vintém
Que nos faz bem

O sol da Vila é triste
Samba não assiste
Porque a gente implora:
Sol pelo amor de Deus não venha agora
Que as morenas vão logo embora...

A Vila tem
Um feitiço sem farola
Sem vela e sem vintém
Que nos faz bem

Eu sei tudo que faço
Sei por onde passo
Paixão não me aniquila
Mas tenho que dizer,
Modéstia à parte meus senhores
Eu sou da Vila!