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domingo, 9 de marzo de 2025

2023 - 1° FESTIVAL VIVA BRASIL - BELO HORIZONTE

 




Festival em BH reúne Maria Bethânia, Jorge Ben Jor, Gilberto Gil, Iza e mais

 Por Redação BHAZ

 24/08/2023


Um festival de música em Belo Horizonte vai reunir alguns dos principais nomes da MPB. Maria Bethânia, Jorge Ben Jor, Gilsons, Gilberto Gil, Iza e Natiruts se apresentam no 1º Festival Viva Brasil. É a primeira edição do evento, que promete marcar a agenda da capital mineira. 

Os celebrados nomes da música se apresentam no dia 24 de setembro no Mirante Olhos D’Água. Serão mais de 10 horas de programação, incluindo um espaço com renomados chef de cozinha nomeado Villa Gastronômica. 

O festival busca ativar diferentes sensações no público, com experiências impactantes tanto auditivas quanto olfativas e visuais. É claro que as estrelas estarão no palco em shows marcantes, como o encontro de Gilberto Gil com os filhos e netos que formam os Gilsons e na apresentação conjunta da cantora Iza com a banda Natiruts, mas quem for também será impactado pelo visual do pôr do sol no Mirante Olhos D’Água e pelos sabores gastronômicos. Uma verdadeira explosão de sensações. 

Na Villa Gastronômica, uma seleção de food trucks fará uma homenagem a diferentes vertentes da cozinha brasileira. 

E a venda de ingressos já começou! Garanta logo o seu ingresso! E fica a dica: quem fizer o cadastro pelo site garante 10% de desconto na pré-venda.

 

Serviço

O quê: 1º Festival Viva Brasil
Quando: 24 de setembro (domingo)
Horário: Abertura dos portões às 13h
Onde: Mirante Beagá – Olhos D’Água






















miércoles, 11 de diciembre de 2024

2024 - FÉ

 








"'Fé' já me atraiu e quando eu ouvi a canção com aquelas palavras, aquele enredo, eu falei: é muito sentida, muito inteligente, boa e é cara de hoje do mundo, do Brasil, de nós, da música popular brasileira. Isso é lindo!. Peguei o telefone e liguei pro Caetano (estava muito no princípio essa conversa de fazermos o show) e falei: Caetano, se a gente fizer o show, tem uma música que eu quero que entre, chama-se 'Fé', da IZA"


Maria Bethânia




Capa do single




viernes, 23 de agosto de 2024

2024 - CAETANO&BETHÂNIA - Turnê - RIO DE JANEIRO

 



3, 4, 10, 11 de agosto de 2024



4/8/2024 - Foto: Marcos Hermes


O GLOBO 

Cultura


Em ‘Caetano & Bethânia’, cantores dão ao grande público tudo o que ele quer

 

Estreia da turnê de arena dos irmãos baianos, patrimônios da MPB, revela um show cheio de sucessos, com poucas mas boas surpresas

Por Silvio Essinger

Rio de Janeiro

04/08/2024


Maria Bethânia e Caetano Veloso no show 'Caetano & Bethânia' na Farmasi Arena (Rio) — Foto: Silvio Essinger


Quem um dia sonhou ver Caetano Veloso e Maria Bethânia juntos, em uma turnê para arenas, como astros de rock, a cumprir um extenso repertório com a soma de seus sucessos e clássicos... cuidado com o que você deseja, porque “Caetano & Bethânia”, o show que estreou na noite de sábado na Farmasi Arena, no Rio, é bem isso. 

Ao longo de duas horas de apresentação, os irmãos de 81 (Caetano) e 78 anos mostraram vitalidade e disposição de agradar a um público vasto (13 mil pessoas na noite) com um repertório que reunia tudo que se poderia querer deles, algumas poucas (mas boas) surpresas e a constatação de que não restam muitos artistas capazes de fazer o que eles fazem. 

A banquinha de merchandising (com camisetas e canecas da turnê, quase como relíquias de Aparecida do Norte), a pista livre de mesas, os fãs aglomerados desde cedo na frente do palco, a discotecagem animada, tudo isso ajudava a compor o clima de noite em arena que antecedeu os primeiros acordes do show. 

Enfim, às 22h19, com a banda no palco e luzes apagadas, a abertura bombástica de “Alegria, alegria” começou a desfazer o grande mistério de “Caetano & Bethânia”: convergindo para a frente do palco a partir das rampas pensadas pela diretora Bia Lessa, os irmãos, ambos vestindo veludo, embora de diferentes cores, uniram vozes no hino tropicalista de Caetano, e foram recebidos como os Beatles do Shea Stadium: com um canto da plateia em tão alto volume que, para quem estava mais na frente, o som dos astros, saído dos alto falantes, parecia baixo. 

Com a dinâmica tradicional dos irmãos (Bethânia mais teatral e Caetano em busca das pontuações musicais e poéticas), o show seguiu, sem pausas, por “Os mais doces bárbaros”, “Gente”, “Oração ao tempo” (a partir da qual o som foi regulado), “Motriz” e um “Objeto não identificado” muito aplaudido. A banda, formada segundo a direção musical conjunta dos braços direitos de Caetano (o guitarrista Lucas Nunes) e de Bethânia (o baixista Jorge Helder), deu às canções iniciais do espetáculo uma pegada mais grandiloquente, acelerada, que aos poucos foi se diversificando e abrindo espaço para algumas delícias musicais. 

Foi o caso da parte mais Bahia e africana do show, com “Milagres do povo” e (“Isso é Gil!”, alertou Caetano) “Filhos de Ghandi”, à qual o naipe de sopros de Diogo Gomes, Joana Queiroz e Marlon Sette providenciou um sabor todo especial. A mesma impressão de que uma alquimia musical tinha sido feita se deu na dobradinha “Um índio” e “Cajuína”, a partir da qual o show adquiriu uma leveza maior, permitindo a Caetano enfim pegar um violão para cantar, sem a irmã, o seu hit “Sozinho”, de Peninha. 

A opção por entregar de bandeja ao público suas músicas mais populares, nos momentos solo, acabou rendendo alguns dos melhores momentos de “Caetano & Bethânia”. No caso do cantor, com um “Leãozinho” gostoso, em ijexá, e um “Você é linda” que foi pura radiofonia. Já no de Bethânia, foi com “Brincar de viver”, “Explode coração”, “Negue” e “As canções que você fez pra mim”, em que ela explodiu de emoção soul emoldurada pelos sopros e por backing vocals. 

De volta ao show em dupla, num palco no qual os telões foram usados com sobriedade e bom gosto, sem grandes invenções, Caetano e Bethânia passaram pelos sambas de temática mangueirense e chegaram à esperada homenagem à amiga Gal Costa, com “Baby” e “Vaca profana” (dos versos “quero que pinte um amor Bethânia”, que Maria cantou rindo). Outro dos grandes momentos do show se deu pouco depois, com “O quereres”, uma daquelas odisseias poéticas de Caetano que deu gosto de ver Bethânia percorrer, junto com o irmão, até o fim. 

Iza e Kleber Lucas

A maior surpresa de “Caetano & Bethânia” veio na sequência: os dois defendendo com firmeza a “Fé”, hit da cantora Iza (“fé pra enfrentar esses filhos da puta!” – foi bonito vê-los cantar esses versos). Um contraponto curioso para a corajosa decisão de Caetano de lutar, na parte solo de seu show, pouco antes, pelo louvor “Deus cuida de mim”, do pastor Kleber Lucas. Mesmo com o argumento de que hoje muitos brasileiros hoje são evangélicos, mesmo já tendo gravado a canção com Kleber... a verdade é que ela ficou deslocada no show. 

Inevitável e indispensável, do repertório comum a Caetano e Bethânia, o delicioso samba baiano “Reconvexo” foi o número escolhido, com sabedoria, para o espetáculo começar a dizer adeus. Mas, também, como terminar um show desses, de tantas emoções e histórias? A solução encontrada foi das boas: logo após o “Reconvexo”, um “Tudo de novo” (canção feita por Caetano para o primeiro show em dupla com a irmã, de 1978), uma rápida saída do palco e uma volta, com a banda suingando com “Odara”, para as despedidas de fato. 

Bis, não teve. E nem precisou. 

Cotação: Ótimo


Victor Chapetta / AG News

Victor Chapetta / AG News

Victor Chapetta / AG News

Victor Chapetta / AG News













Foto: Daniel Ramalho












Foto: Rodrigo Goffredo


4/8/2024



4/8/2024 - Foto: Marcos Hermes

4/8/2024 - Foto: Marcos Hermes

4/8/2024 - Foto: Marcos Hermes





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Notícia

 

Filhos de Dona Canô

Entre o sagrado e o humano: Caetano Veloso e Maria Bethânia celebram legado musical na estreia de turnê conjunta no Rio

 

Reportagem de Zero Hora assistiu ao primeiro show dos irmãos baianos, realizado nesse sábado para 13 mil pessoas. Artistas serviram um repertório de sucessos, fizeram homenagens e transmitiram vigor e irmandade aos fãs

 

04/08/2024

 

WILLIAM MANSQUE do Rio de Janeiro 

* O repórter viajou à convite da Live Nation

 

Os dois em um. O sagrado e o humano. O intenso e o suave. Quem for à Arena do Grêmio, no dia 12 de outubro, verá a comunhão de dois filhos de Dona Canô. 

Caetano Veloso, 81 anos, e Maria Bethânia, 78, cantam suas trajetórias em pouco mais de duas horas. Ao mesmo tempo, agraciam a irmandade. 

A reportagem de Zero Hora assistiu ao primeiro show da turnê Caetano & Bethânia, realizado nesse sábado (3/8), na Farmasi Arena, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro (RJ). Diante de 13 mil pessoas, as crias de Santo Amaro (BA) repassaram sucessos e transmitiram vigor. 

Embora a montagem do palco seja elegante, com oito telões verticais — que exibem as imagens do show, apresentam fotos de arquivo, vídeos e animações em concomitância da canção que está sendo cantada —, não se pode esperar pomposos efeitos especiais. Obviamente, também não se pode cobrar que Caetano e Bethânia esbanjem grandes movimentos físicos pelo palco. Só a presença dos dois já é sagrada o suficiente. 

Acompanhados de uma megabanda com 11 integrantes – o que inclui nomes como Jorge Helder, um dos baixistas mais renomados da MPB, e participação especial de Pretinho da Serrinha na percussão —, os irmãos ainda propiciam o principal: gogó e interpretação. 

Porém, quando o show abriu com Alegria, Alegria, Caetano estava um pouco contido. Parecia incomodado com algo. Era, talvez, um problema técnico: o som de sua voz estava baixo e abafado. Essa questão foi consertada ao longo do show, mas, em alguns momentos, o volume do cantor era menor. De qualquer maneira, Caetano se soltou durante a apresentação e impôs aquele seu canto afinado e suave. 

Por outro lado, Bethânia segue ostentando seu costumeiro vocal grave e potente. É como se ela preenchesse cada espaço da atmosfera do ginásio toda vez que entrasse na música. Algumas vezes, o público vibrava quando a cantora entrava nos duetos.

Depois de Alegria, Alegria, o repertório seguiu com canções como Os Mais Doces Bárbaros, Oração ao Tempo, Milagres do Povo, Dedicatória e Filhos de Gandhi (versão da música de Gilberto Gil dedicada ao cortejo de afoxé). Os dois alternavam as estrofes das músicas. 

Na vez de Tropicália, Bethânia sentou-se do lado esquerdo do palco e ficou apenas observando o irmão cantar. Na música seguinte, Marginália II, rolou o inverso:

Caetano se acomodou no canto direito para ver a irmã brilhar. Foi uma constante do show: sorrisos de admiração por quem está ao lado. 

Em seguida, enquanto cantava a inevitável Um Índio, Bethânia derrapou na letra e admitiu levemente: “Errei”. O público aplaudiu. Os dois são entidades da música brasileira, mas também são humanos. 

 

Da balada ao louvor

Depois de Cajuína, Bethânia deixou o palco. Era a vez do bloco do Caetano. Na primeira música, ele empunhou o violão para fazer todo ginásio cantar a balada romántica Sozinho. A verve pop e doce de Caetano seguiu contemplada com Leãozinho, na sequência, sendo outro triunfo recebido calorosamente pela plateia. 

Depois da desilusão amorosa de Você Não Me Ensinou a Te Esquecer, Caetano trouxe a queridinha das novelas da Globo Você É Linda (trilha dos folhetins Belíssima, Fera Ferida, Além do Tempo e Eu Prometo). A deixa para os casais dançarem abraçados. 

Para encerrar o bloco, Caetano optou por um louvor: Deus Cuida de Mim, parceria com o pastor Kleber Lucas. Regravação de uma música de 1999 lançada como single em 2022, foi a música mais recente do repertório do show. Antes, ele anunciou: 

"O fato de virem crescendo enormemente o número de evangélicos no Brasil é uma coisa que tem imensa importância para mim. Por isso vou cantar o amado louvor de Kleber Lucas". 

Uma parcela do público comemorou e acompanhou a música. Mas, neste momento do show, parte da plateia ficou mais dispersa e se movimentou – saiu para comprar bebida ou foi ao banheiro.

 

A hora da loba 

Caetano deixou o palco para a vez da irmã. Se hoje as redes sociais costumam chamar uma mulher forte e independente de loba, é de se pensar que Bethânia facilmente lidera uma alcateia. 

Em seu bloco, a cantora trouxe Brincar de Viver e Explode Coração, dando razão a um diálogo do filme Aquarius (2016), em que Clara (Sônia Braga) aconselha o sobrinho: “Toca Maria Bethânia pra ela, mostra que tu é intenso”. 

A robustez da interpretação de Bethânia é incessante. Quando ela cantou sua versão de As Canções que Você Fez pra Mim, de Roberto Carlos, é possível que tenha convencido alguns por ali a mandarem uma mensagem de “lembrei de você” para uma pessoa errada. Momento delicado. 

Quando a introdução de Negue saiu apressada, enquanto a canção anterior ainda recebia ovação, a loba sentenciou para a banda: “Podem fazer de novo?”. Um momento até esperado, dado ao histórico sempre rígido e perfeccionista da cantora no palco. Ela sabe o que faz. Para fechar o bloco, Bethânia cantou Vida, de Chico Buarque.

 

Homenagens e celebração

Com a volta do irmão, houve um momento de exaltação à escola de samba Mangueira, resgatando samba-enredo e culminando na música Onde o Rio é Mais Baiano, de Caetano. 

A homenagem seguinte foi direcionada para Gal Costa, com a dobradinha Baby e Vaca Profana. “Gal para sempre”, bradaram os irmãos. Depois do tributo à Gal, foi a vez de outro baiano ser contemplado. Os irmãos interpretaram Gita, de Raul Seixas 

Depois de O Quereres, os irmãos apresentaram uma versão de Fé, da cantora Iza. De fato, pode ser animador ver Bethânia proferir o verso “Fé pra enfrentar esses filha da p***”. 

Uma das músicas mais aguardadas da turnê veio na sequência. Reconvexo sempre faz a plateia dançar. Aqui os dois irmãos ensaiaram uns passinhos no palco. Ao final, Bethânia beijou o rosto de Caetano. 

Por fim, Tudo de Novo fecha o show. É a música que abre o disco ao vivo dos dois, de 1978. Segundo Caetano já relatou, é uma música que ele fez para cantar com Bethânia, uma celebração. 

 

Talvez seja a música que melhor traduz o sentimento desta turnê: 

“Minha mãe, meu pai, meu povo/ Eis aqui tudo de novo/ A mesma grande saudade/ A mesma grande vontade / Meu povo, sofremos tanto/ Mas sabemos o que é bom/ Vamos fazer uma festa/ Noites assim como esta/ Podem nos levar pra o tom”. 

 

Ainda há um bis com Odara cantado pelo trio de backing vocals, como uma saideira festejante. Os irmãos voltam ao palco para se despedirem, Caetano até ensaia cantar, mas não prossegue. É um momento para o público celebrar o legado que viu no palco.

  

Show em Porto Alegre 

A turnê Caetano & Bethânia chegará a Porto Alegre no dia 12 de outubro, na Arena do Grêmio.

Os ingressos custam a partir de R$ 130 (meia-entrada) e pode ser adquiridos pela plataforma da Ticketmaster e na bilheteria da Arena (de terça a sábado, das 10h às 17h – não tem funcionamento em dias de jogos, feriados e emendas de feriados)


 

 












SET LIST 

[Domingo 4 de agosto de 2024]

 

CAETANO e BETHÂNIA

1. ALEGRIA, ALEGRIA (Caetano Veloso) 1967

2. OS MAIS DOCES BÁRBAROS (Caetano Veloso) 1976

3. GENTE (Caetano Veloso) 1977

4. ORAÇÃO AO TEMPO (Caetano Veloso) 1979

5. MOTRIZ (Caetano Veloso) 1983

6. NÃO IDENTIFICADO (Caetano Veloso) 1969

7. A TUA PRESENÇA MORENA (Caetano Veloso) 1977

8. 13 DE MAIO (Caetano Veloso) 2000

9. SAMBA DE DOIS-DOIS (Roque Ferreira/Paulo César Pinheiro) 2004

10. A DONZELA SE CASOU (Moreno Veloso) 2022

11. MILAGRES DO POVO (Caetano Veloso) 1985

 

Apresentação dos músicos

12. FILHOS DE GHANDI (Gilberto Gil) 1973

13. DEDICATÓRIA (Caetano Veloso) 1985

14. EU E A ÁGUA (Caetano Veloso) 1988

15. TROPICÁLIA (Caetano Veloso) 1967

16. MARGINÁLIA II (Gilberto Gil/Torquato Neto) 1968

17. UM ÍNDIO (Caetano Veloso) 1976

18. CAJUÍNA (Caetano Veloso) 1979

 

CAETANO

19. SOZINHO (Peninha ) 1996

20. O LEÃOZINHO (Caetano Veloso) 1977

21. VOCÊ NÃO ME ENSINOU A TE ESQUECER (Fernando Mendes, José Wilson e Lucas) 1978

22. VOCÊ É LINDA (Caetano Veloso) 1983

23. DEUS CUIDA DE MIM (Kleber Lucas) 1999


BETHÂNIA

24. BRINCAR DE VIVER (Guilherme Arantes/Jon Lucien) 1983

25. EXPLODE CORAÇÃO (Gonzaguinha) 1978

26. AS CANÇÕES QUE VOCÊ FEZ PRA MIM (Roberto Carlos/Erasmo Carlos) 1966

27. NEGUE (Adelino Moreira/Enzo Almeida Passos) 1960

28. VIDA (Chico Buarque) 1980

 

CAETANO e BETHÂNIA

29. SEI LÁ, MANGUEIRA (Paulinho da Viola/Hermínio Bello de Carvalho) 1968

30. ATRÁS DA VERDE-E-ROSA SÓ NÃO VAI QUEM JÁ MORREU (David Correia, Paulinho Carvalho, Carlos Senna e Bira do Ponto (1993)

31. MARIA BETHÂNIA, A MENINA DOS OLHOS DE OYÁ (Alemão do Cavaco/Almyr/Cadu/Lacyr D Mangueira/Paulinho Bandolim/Renan Brandão) 2016

32. EXALTAÇÃO A MANGUEIRA (Aloísio Augusto da Costa/Enéas de Brito) 1955

33. ONDE O RIO É MAIS BAIANO (Caetano Veloso) 1994

34. BABY (Caetano Veloso)

35. VACA PROFANA (Caetano Veloso) 1984

36. GITA (Raul Seixas/Paulo Coelho) 1974

37. O QUERERES (Caetano Veloso) 1984

38. FÉ (IZA/Sérgio Santos/Pablo Bispo/Ruxell/Lukinhas/Henrique Bacellar/Junior Pierro/Fabinho Negramande) 2022

39. RECONVEXO (Caetano Veloso) 1989

40. TUDO DE NOVO (Caetano Veloso) 1978

 

Final

41. ODARA (Caetano Veloso) 1977



 

3/8/2024 - Carolina Dieckmann e Preta Gil (8/8/1974-20/7/2025)
Foto: Victor Chapetta / Agnews





jueves, 4 de agosto de 2022

2022 - CAETANO, 80 anos

 

No dia 7 de agosto é meu aniversário. Faço 80 anos e vou festejar assim: cantando junto aos meus filhos Moreno, Zeca, Tom e a minha irmã Maria Bethânia. 

Se quiser me dar um presente faça uma contribuição para a TV Pelourinho, que é uma organização muito boa para os jovens em Salvador.


 


24/7/2022 - Registro do nosso ensaio para o Especial Caetano Veloso 80 anos com Maria Bethânia e meus filhos Moreno, Zeca e Tom, no dia 7 de agosto, às 20h30 no Globoplay e Multishow.



27/7/2022

Caetano Veloso e Maria Bethânia compartilharam em suas redes sociais um registro do ensaio para a live que o cantor e compositor fará, em 7 de agosto, para comemorar seus 80 anos. 

A apresentação irá ao ar às 20h30 pelo Globoplay e Multishow e contará com a presença dos filhos do artista, Moreno, Zeca e Tom, além da intérprete santo-amarense. 

O programa será transmitido do teatro da Cidade das Artes, no Rio de Janeiro.



'Especial Caetano Veloso 80 anos' celebra aniversário do ídolo com transmissão simultânea no Globoplay e no Multishow

Anderson Ramos

Julho 28, 2022 

 

Do berço do Movimento Tropicalista aos dias atuais, Caetano Veloso marcou a história da música brasileira, sendo ídolo e referência para públicos de diversas gerações.

Nascido em 7 de agosto de 1942 em Santo Amaro da Purificação, na Bahia, o cantor chega aos 80 anos de idade com o que sabe fazer de melhor: caetanear. No dia de seu aniversário, ele sobe ao palco da Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, para o 'Especial Caetano Veloso 80 anos', que terá transmissão ao vivo e simultânea no Globoplay, para não assinantes logados, e no Multishow. O grande show ainda terá um trecho ao vivo durante o 'Fantástico', na Globo. 

"Decidi resumir a festa dos meus 80 anos a uma apresentação com meus filhos e minha irmã. Será um show íntimo, mas com público - e para ser visto ao vivo por internautas e telespectadores. Estamos ensaiando em casa, mas vamos para um palco grande. Temos e não temos o direito de errar acordes, versos, notas", adianta Caetano. 

A celebração, que começa às 20h30, terá o comando da cantora IZA, que irá festejar ao lado do seu grande amigo uma noite inesquecível. "É muito especial e um presente sem tamanho. Eu sou muito fã dessa lenda absurda da música brasileira. Saber que o Caetano sabe quem eu sou, já é demais para mim. Participar de um evento como esse, então, eu não sei nem o que dizer. É muita honra. Caetano me influenciou não só na musicalidade, mas também na forma como ele se posiciona durante toda a carreira, a forma como ele se mostra um artista generoso, que sempre abriu porta para novos artistas, e o quanto que ele sempre se une de forma brilhante a outros artistas. Ele sempre me inspirou muito", afirma IZA. 

O show promete revisitar os grandes clássicos do cantor e compositor, que tem uma carreira de mais de cinco décadas. Caê será o responsável por preparar o repertório exclusivo. E, para deixar a celebração ainda mais completa, o aniversariante vai reunir a família. Os filhos Moreno, Zeca e Tom, e sua irmã, Maria Bethânia, se apresentam na companhia do baiano. O especial tem direção artística de Pedro Secchin e direção de gênero de Raoni Carneiro. 

“Caetano Veloso merece toda celebração. É uma honra poder compartilhar qualquer momento com ele, poder preparar um show especial. Essa noite não será apenas uma celebração, mas a oportunidade de curtir a sua obra e vê-lo dividindo toda a sua arte com os filhos, a irmã e o público", adianta Raoni Carneiro.  

De presente de aniversário, Caetano pede doações para TV Pelourinho - instituição baiana com grande alcance social na formação de jovens para atuação no mercado audiovisual e que, neste momento, precisa de ajuda para manter o funcionamento. Com as doações, o cantor se junta à campanha #SOSTVPelourinho. Os fãs poderão contribuir através da plataforma de doações da Globo, ParaQuemDoar. 

 

ESPECIAL CAETANO VELOSO 80 ANOS 

Exibição: 7 de agosto, às 20h30, no Globoplay para não assinantes logados e no Multishow.

 


Caetano Veloso fala sobre show especial pelos seus 80 anos

Anderson Ramos

Agosto 04, 2022


Divulgação Globo - Foto: Ramón Vasconcelos


Uma celebração familiar. Esse é o desejo do cantor e compositor baiano Caetano Veloso para a comemoração de seus 80 anos de idade. Com a presença dos filhos Moreno, Zeca e Tom, e de sua irmã Maria Bethânia, o ‘Especial Caetano Veloso 80 Anos’ acontece neste domingo, dia 07, data de aniversário de Caetano, no teatro da Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, e será transmitido pelo Globoplay, para não assinantes logados, e pelo Multishow. Um trecho ao vivo da apresentação será exibido durante o 'Fantástico', na Globo. 

“Quero comemorar com meus filhos, com as mães deles, com tantos dos meus irmãos quantos possam vir, além de Beta (Maria Bethânia)”, afirma na entrevista abaixo. Marcado para começar às 20h30, o show especial, que será comandado pela cantora IZA, tem direção artística de Pedro Secchin e direção de gênero de Raoni Carneiro.  

A cantora Maria Bethânia não esconde a alegria em compartilhar esse momento tão especial ao lado do irmão. “É uma alegria muito grande participar das comemorações de 80 anos do meu irmão Caetano; ser chamada para participar da apresentação dele com os seus filhos. Eu já trabalhei com o Moreno (filho mais velho do cantor), fiz um trabalho com literatura de Clarice Lispector, é um trabalho muito forte e bonito; gravei uma canção do Zeca. Com o Tom, estou reaprendendo a cantar uma das canções que farei no show, na live dos 80 anos. É uma alegria! Já imaginou cantar com os meninos, filhos do Caetano, meus sobrinhos? Cada um demostrando sua qualidade de músico, sua beleza no encontro com a música, essa herança sagrada e divina. Estou muito feliz, muito contente, muito grata. É uma honra para mim, uma honra muito grande. E meu irmão está lindo fazendo 80 anos, um gato, gostoso, bonito, suave, delicado, inteligente... Não vamos nem falar mais né, não pertence mais ao meu reconhecimento, pertence ao mundo a genialidade de Caetano. Eu amo meu irmão e amo meus sobrinhos, estou muito feliz em estar do lado deles”, comemora a cantora. 

De presente de aniversário, Caetano pede doações para TV Pelourinho - instituição baiana com grande alcance social na formação de jovens para atuação no mercado audiovisual e que, neste momento, precisa de ajuda para manter o funcionamento. Com as doações, o cantor se junta à campanha #SOSTVPelourinho. Os fãs poderão contribuir através da plataforma de doações da Globo, ParaQuemDoar. 

 

Entrevista com o cantor Caetano Veloso:

Se pudesse dizer, em poucas palavras, como foi a trajetória do Caetano até chegar aqui, o que diria?

Caetano Veloso - Diria que foi, para mim, ao mesmo tempo coerente e surpreendente. Desde menino eu sabia que ia ser artista, mas não músico. 

Como será esse show especial dos 80 anos no Globoplay?

Caetano Veloso - Familiar. Decidi resumir a festa dos meus 80 anos a uma apresentação com meus filhos e minha irmã. Será um show íntimo, mas com público - e para ser visto ao vivo por internautas e telespectadores. Estamos ensaiando em casa, mas vamos para um palco grande. Temos e não temos o direito de errar acordes, versos, notas. 

Como está sendo selecionar o repertório entre tantos sucessos?

Caetano Veloso - Não será uma mera sucessão de sucessos. Tudo tem de ter valor histórico, mas tem também de ser consideravelmente diferente tanto do “Meu Coco” quanto do “Ofertório” ou da live que fiz com meus filhos em 2020. Em conversas com Moreno, Zeca, Tom e Bethânia, já chegamos a um roteiro que se aproxima dessas exigências. 

O que você fez questão que tivesse neste show?

Caetano Veloso - "O sopro do fole", "Irene", "Milagres do povo". 

Como gostaria de comemorar seus 80 anos e o que não pode faltar nesta data?

Caetano Veloso - Quero comemorar com meus filhos, com as mães deles, com tantos dos meus irmãos quantos possam vir, além de Beta. 

Comemorar com um show aberto, para todo púbico, tem um gosto especial? Por quê?

Caetano Veloso - Porque celebro ao mesmo tempo minha vida familiar e minha vida pública. 

Consegue citar algum momento – ou alguns – momentos mais importantes nessa trajetória musical? Ou algo que nunca fez e que gostaria de fazer ainda?

Caetano Veloso - A gente está sempre fazendo algo que nunca fez. Mesmo quando repetimos, não é nunca a mesma água do rio. Na letra de "Motriz", que escrevi pra Bethânia há muitos anos, se encontram os versos "Aquilo que eu não fiz e sempre quis/ É tudo o que eu não sei, mas a voz diz". Momento importante foi cantar com Beta, Gil, Gal, Tom Zé, Alcivando no Vila Velha; ver Bethânia cantar no Opinião; revelar ao Brasil o trio elétrico, invenção do carnaval baiano; fazer o show Circuladô ao ar livre em Realengo; trabalhar com Perinho Albuquerque; juntar A Outra Banda da Terra; juntar a Banda Nova; cantar o "Pulsar" de Augusto de Campos; gravar “Estrangeiro” com Arto Lindsay e Peter Scherer; cantar com David Byrne no Carnegie Hall; cantar “Cucurrucucú Paloma” no filme de Almodóvar; compor e produzir o álbum Recanto, de Gal; trazer Elza Soares de volta às ribaltas.

 

Como será a participação dos seus filhos e da Maria Bethânia nesta noite especial? Poderia adiantar um pouco sobre isso? Qual é a importância de tê-los com você no palco?

Caetano Veloso - O mais importante é tê-los comigo no palco. Meus filhos e eu agimos como uma banda modesta, mas com luz própria. E enfrentamos o desafio de acompanhar Bethânia.

 

O que o público pode esperar desse show especial?

Caetano Veloso - Sinceridade.

 

ESPECIAL CAETANO VELOSO 80 ANOS 


Data: 7 de agosto (domingo)

Horário: 20h30

Transmissão: no Globoplay, para não assinantes logados, e no Multishow. A TV Globo exibirá um trecho ao vivo so show durante o ‘Fantástico’.

 







7/8/2022 - ESPECIAL CAETANO VELOSO 80 ANOS
Cidade das Artes (RJ)

CAELOVERS







18,00h – Entrevista Caetano Veloso e IZA


“Sou muito fã dessa lenda absurda da música brasileira. Saber que o Caetano sabe quem eu sou, já é demais para mim. Participar de um evento como esse, então, eu não sei nem o que dizer. É muita honra”. IZA


Foto: Ellen Soares/Gshow



IZA e Caetano Veloso na Cidade das Artes pouco antes da live 

Foto: Reginaldo Teixeira/TV Globo



IZA e Caetano Veloso se abraçam antes da live
Foto: Reginaldo Teixeira / TV Globo



20:10h - IZA sauda os convidados na Grande Sala

Foto: Ellen Soares/Gshow






Nos bastidores do Especial Caetano Veloso recebendo o amigo oitentão e imortal Gilberto Gil

Em sua homenagem nós cantamos “O Seu Amor”, canção composta por ele em 1976. 

Fotos: Instagram














7/8/2022 - 20:20h  - Começando o Especial Caetano Veloso ao vivo





Regina Casé





20,35h – Início do Show