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martes, 23 de octubre de 2018

1996 - JOÃO UBALDO RIBEIRO / TIETA DO AGRESTE






São Paulo, quinta-feira, 29 de agosto de 1996.

Caetano e Ubaldo falam de 'Tieta', Glauber e cinema

E de merchandising e mais; filme 
de Cacá Diegues, com João
Ubaldo Ribeiro, estréia amanha 
em 117 salas; show de 
Caetano e Gal Costa com a trilha 
sonora começa hoje em São Paulo


SÉRGIO DÁVILA
EDITOR DA ILUSTRADA


O filme brasileiro "Tieta do Agreste", do diretor Carlos Diegues, estréia amanhã em 117 salas espalhadas pelo Brasil, e este é apenas um dos seus feitos.

Outro: custou US$ 5 milhões -dez "Carlota Joaquina", o filme de Carla Camurati de 1995 que começou a tirar o cinema local da lama em que havia se metido desde o governo Collor (1990-1992).

Mais: tem Jorge Amado de narrador, Sonia Braga e Marília Pêra na tela, Ocimar Versolato no figurino principal e Sony na produção.

E não é ruim este "Tieta do Agreste". Pelo menos é o que dizem em entrevista à Folha João Ubaldo Ribeiro, roteirista, e Caetano Veloso, autor da trilha.

Escritor e músico conversaram por duas horas e meia na casa do último, na cobertura de um prédio antigo do Leblon, bairro da zona sul do Rio de Janeiro; leia trechos:

Folha - Caetano Veloso fez a trilha sonora e João Ubaldo é um dos roteiristas de "Tieta do Agreste". Vocês assistiram ao filme?
Caetano Veloso - Sim.
João Ubaldo Ribeiro - Sim.

Folha - E é bom?
Caetano - É muito bom.
João Ubaldo - Também gostei. Funcionei mais como consultor de "baianês", fazedor de diálogos.
Caetano - Entre outras virtudes, "Tieta" tem uma dicção já amadurecida do cinema brasileiro. Você não faz um esforço brutal como foi o do cinema novo, iniciado heroicamente por Glauber Rocha nos anos 60, sem que depois veja frutos. "Tieta" é a prova contrária. E o roteiro, os diálogos são fundamentais. "Serviu?", diz Sonia Braga, quando dá o uniforme da Seleção Brasileira ao sobrinho. "Deu", diz ele. "Deu direitinho". Tem essas graças.
João Ubaldo - É, esse eu acho que é meu. (Risos)





22/8/1996 - Fotos: Patrícia Santos/Folhapress















 
 
 







Fotos: Adriana Zehbrauskas / Folhapress - 27/8/1996






















Caetano Veloso e Gal Costa, durante show de lançamento da trilha do filme "Tieta do Agreste" - Fotos: Eder Chiodetto - Folhapress












sábado, 14 de octubre de 2017

1997 - TIGRESA


Fundada em 1993 pelo mestre Neguinho do Samba (Antonio Luís Alves de Sousa, 1945/2009) –que também foi o criador desse ritmo que marcou a Bahia no mapa do mundo-, a banda Didá, foi a primeira de percussão formada apenas por mulheres, negras e humildes, dando a elas os instrumentos necessários para sua reafirmação na sociedade.




1997 – DIDÁ BANDA FEMININA
Participación Especial: CAETANO VELOSO
Álbum “A Mulher Gera o Mundo”
BMG/Ariola CD 7432154359-2.

Track 11. TIGRESA (Caetano Veloso)



martes, 11 de septiembre de 2012

1997 - TROPICÁLIA 30 anos


     



    
1997
TROPICÁLIA 30 anos
uma homenagem ao carnaval da Bahia
[Varios intérpretes]
Natasha Records CD 289.122


01. TROPICÁLIA (Caetano Veloso) CAETANO VELOSO, GILBERTO GIL e TOM ZÉ
02. DIVINO MARAVILHOSO (Gilberto Gil/Caetano Veloso) GAL COSTA
03. SUPERBACANA (Caetano Veloso) ASA DE ÁGUIA
04. ATRÁS DO TRIO ELÉTRICO (Caetano Veloso) MORAES MOREIRA
Participación Especial: ARMANDINHO e PEPEU GOMES
05. ALEGRIA, ALEGRIA (Caetano Veloso) DANIELA MERCURY
06. O MAIS DOCE DOS BÁRBAROS (Caetano Veloso) CARLINHOS BROWN
07. PROCISSÃO (Gilberto Gil) DIDÁ BANDA FEMININA
08. SOY LOCO POR TI, AMÉRICA (Gilberto Gil/José Carlos Capinam) ARAKETU
09. NÃO IDENTIFICADO (Caetano Veloso) BANDA EVA
10. GELÉIA GERAL (Gilberto Gil/Torquato Neto) BANDA CHEIRO DE AMOR
11. DOMINGO NO PARQUE (Gilberto Gil) MARGARETH MENEZES
12. BATMAKUMBA (Caetano Veloso/Gilberto Gil) ILÊ AYÊ
13. HINO DO SEHNOR DO BONFIM (João Antonio Wanderley) VIRGÍNIA RODRIGUES e LAZZO