1992 - TV Manchete |
Letra e música: Ary Barroso
© Editora Irmãos Vitale
Encontrei o meu
pedaço na avenida
De camisa amarela
Cantando a
Florisbela, oi
A Florisbela
A Florisbela
Convidei-o a voltar
prá casa
Em minha companhia
Exibiu-me um sorriso de ironia
Exibiu-me um sorriso de ironia
E desapareceu no
turbilhão da galería
Não estava nada bom
O meu pedaço, na verdade,
Estava bem mamado
Bem chumbado, atravessado
Foi por aí cambaleando
Se acabando num cordão
O meu pedaço, na verdade,
Estava bem mamado
Bem chumbado, atravessado
Foi por aí cambaleando
Se acabando num cordão
Com o reco-reco na
mão
Mais tarde, o
encontrei num café
Zurrapa, do Largo da Lapa
Zurrapa, do Largo da Lapa
Folião de raça
Bebendo o quinto
copo de cachaça
Isso não é chalaça!
Voltou, às sete horas da manhã
Mas, só na
quarta-feira
Cantando a
Jardineira, oi
A Jardineira
A Jardineira
Me pediu, ainda
zonzo,
Um copo d'água com
bicarbonato
Meu pedaço, estava
ruim de fato
Pois caiu na cama e
não tirou nem o sapato
Roncou uma semana
Despertou mal-humorado
Quis brigar comigo
Despertou mal-humorado
Quis brigar comigo
Que perigo!
Mas não ligo
Mas não ligo
O meu pedaço me
domina, me fascina,
Ele é o tal
Por isso, não levo
a mal
Pegou a camisa, a
camisa amarela
Botou fogo nela
Gosto dele assim
Passada a
brincadeira
Ele é prá mim
(Meu Senhor do
Bonfim)
Álbum “Songbook Ary Barroso" [Varios
intérpretes]
Lumiar
Discos 3 CD’s, CD 1 LD 003/95 [107.446]
Track 4. CAMISA
AMARELA
(Ary Barroso)
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2:25
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