Maria Bethânia estreia no Canecão (Rio de Janeiro) com direção de Gabriel Villela.
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| Foto: Lívio Campos |
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| 24/3/1994 - Caetano Veloso fala sobre Bethânia: "parece a procissão do Círio de Nazaré" |
São Paulo, sexta-feira, 25 de março de 1994
Bethânia canta sob a direção de Villela
MARCELO MIGLIACCIO
DA SUCURSAL DO RIO
Show: Maria Bethânia
Direção: Gabriel Villela
Onde: Canecão (av. Wenceslau Brás, 215, Botafogo, zona sul do Rio, tel.
295-3044)
Quando: até 24 de abril, quintas às 21h30, sextas e sábados às 22h, e domingos
às 20h.
Ingressos: Setor A, CR$ 30 mil (setor B), CR$ 25 mil (mesas centrais), CR$ 20
mil (mesas laterais), CR$ 15 mil (pista) e CR$ 10 mil.
Depois de três anos, interrompidos apenas por uma breve e mágica aparição na
quadra da Mangueira antes do Carnaval, Maria Bethânia volta a cantar no Rio em
temporada de um mês no Canecão, em Botafogo (zona sul). O show, dirigido por
Gabriel Villela, está em cartaz desde ontem e passa a correr mundo a partir de
24 de abril. "Ela está muito feliz e a fim de cantar", define
Villela.
Além das músicas de seu último disco –"As Canções que Você Fez pra Mim", com repertório de Roberto Carlos–, Bethânia e Villela incluíram no show Chico Buarque ("Bárbara"), Gonzaguinha ("Explode Coração"), Ângela RoRô ("Fogueira") e outros. Mano Caetano estará presente com "Genipapo Absoluto" e a pouco ouvida homenagem à Mangueira, "Onde o Rio é Mais Baiano".
Villela concebeu um ambiente que sugere a poesia interiorana, personificada num
parque de diversões e no universo dos membembes. Uma estrela de três pontas
servirá de passarela para a cantora. Os textos fornecidos por Villela, que ela
usou para idealizar o roteiro, não apresentados.
O guitarrista Jaime Alem, também um dos pais do
show, vai dirigir uma banda de onze músicos, entre eles quatro violoncelistas
que prometem arranjos à altura de Bethânia. "Nós fizemos tudo para
deixá-la à vontade no palco. Isso basta para termos momentos
inesquecíveis", diz o diretor.
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| Foto: Lívio Campos |
Maria Bethânia apresentou espetáculo no Palace, em São Paulo, com direção de Gabriel Villela.
Com repertório elaborado durante três meses de trabalho, sempre fiel às origens musicais de Bethânia, o espetáculo recriou a atmosfera de um Brasil romântico, com canções de contemporâneos: Roberto Carlos, Chico Buarque, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Gonzaguinha, Duzek e outros. Passando por músicos, como: Mané Fogueteiro, de João de Barro, Faixa de Cetim, de Ary Barroso, Lua Branca, de Ernesto Nazaré/Chiquinha Gonzaga.
Maria Bethânia voltou a São Paulo com a mesma interpretação definitiva para cada canção, resultado de um trabalho repleto de rigor e a dedicação com que a cantora sempre conduziu sua carreira.





















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