domingo, 20 de octubre de 2013

1971 - JOÃO GILBERTO / CAETANO VELOSO / GAL COSTA - Programa Especial da TV Tupi



"Tocar violão com você eu sempre acho um absurdo"

[1971, de Caetano para João Gilberto]















































1971
Revista inTerValo
Ano IX – n° 449

Capa: Ângela Maria
Foto de Abraham Lincoln

Editora Abril






 


 









 



 
 



 

 
 




































 






















1971
Revista inTerValo
Ano IX - nº 450
Agosto

Capa: Caetano Veloso
Foto de Cynira Arruda

Editora Abril



A Tupi conseguiu reunir três “cobras” na mais importante noite de música popular brasileira dos últimos tempos


UM ENCONTRO DE AMOR
JOÃO GILBERTO
CAETANO
E GAL



 





 








 













1971
Revista Veja
Edição n° 154
18 de agosto de 1971
Editora Abril







 
 
 
 












1971
Revista inTerValo
Ano IX - N° 456

Editora Abril

Capa: Marília Pêra e José Augusto Branco
Foto de Darcy Trigo


29/9/1971






1971
Revista inTerValo
Ano IX – n° 457
Outubro

Capa: Antônio Carlos e Jocafi
Foto de Sérgio Werneck




 
 







1971
Revista O CRUZEIRO
Ano XLIII - n° 34
25 de agosto de 1971


CAETANO / J. GILBERTO / GAL






















 




 





1971
Revista Manchete
21 de agosto de 1971 - n° 1.009
Bloch Editores

Capa: Florinda Bolkan



















1971
Revista Manchete
28/8/1971 – Edição n° 1.010

Editorial Bloch



  



 
 











 








 









 
 
 










 













Revista FATOS e FOTOS








Revista FATOS e FOTOS





















































1971
Revisa VEJA
6 de outubro de 1971
Edição n° 161
Editora Abril






2/11/1971






Folha de S. Paulo

São Paulo, sexta-feira, 09 de junho de 2006.



Em disco inédito, João Gilberto canta com Caetano e Gal

Especial gravado em 1971 dificilmente será lançado.



DA SUCURSAL DO RIO

Em 1971, João Gilberto foi convencido por três amigos a gravar um especial para a TV Tupi ao lado de Caetano Veloso, que veio de Londres diretamente para o estúdio. Gal Costa também participou.

O especial foi ao ar, mas o disco que a Philips (hoje Universal) pretendia lançar com seis músicas do encontro nunca saiu. E dificilmente sairá, pois os problemas técnicos (corrigíveis) machucariam o perfeccionismo de João. A Folha teve acesso às duas fitas de rolo que contêm o material histórico.

A primeira faixa, Você Já Foi à Bahia?, é o que há de melhor, com João saboreando os versos e as notas de Caymmi, e fazendo uma brincadeira antes de passar a bola: "Pergunte a Caetano". Gal também canta, e Caetano diz ao final: "Gosto tanto de cantar essa música...".

A faixa seguinte é só de João e Gal: Largo da Lapa, a dos versos "Um samba, um sorriso de mulher / Bate-papo de café / Eis aí a Lapa".

Gal sugere que os três cantem Coração Vagabundo. "Espetacular! Mas tenho que aprender a harmonia", diz João, que pede ao autor para mostrar como é. Caetano fica inseguro diante do ídolo, mas toca, propiciando um fato raro: João cantando acompanhado de um violão que não o seu.

Caymmi volta no segundo lado, com uma significativa Saudade da Bahia: três baianos morando fora da Bahia e, nos casos de João e Caetano, fora do Brasil -o segundo por imposição dos militares.

Já sem João, Caetano canta Triste Bahia, do poema de Gregório de Mattos, e com Gal a sua Saudosismo, apropriada homenagem à bossa nova.


Temas de la grabación original

Lado A
1. VOCÊ JÁ FOI À BAHIA? (Dorival Caymmi) João Gilberto, Gal Costa y Caetano Veloso
2. LARGO DA LAPA (Marino Pinto/Wilson Batista) João Gilberto y Gal Costa
3. CORAÇÃO VAGABUNDO (Caetano Veloso) João Gilberto, Gal Costa y Caetano Veloso

Lado B
1. SAUDADE DA BAHIA (Dorival Caymmi) João Gilberto, Gal Costa y Caetano Veloso
2. TRISTE BAHIA (Caetano Veloso sobre poema de Gregório de Matos) Caetano Veloso
3. SAUDOSISMO (Caetano Veloso) Caetano Veloso y Gal Costa



















  









 

 





1972
Revista Rolling Stone
n° 1 - 1 de fevereiro de 1972


TV-71:
João Gilberto encontra seus amigos


 












1972 - Três na Música








 












Música
Jornal Zero Hora

Gravado há 45 anos, álbum com João Gilberto, Caetano Veloso e Gal Costa permanece inédito
Músicos se reuniram para gravar um programa na TV Tupi em 1971
Por: Estadão Conteúdo
10/06/2016


João, Caetano e Gal, no estúdio da Tupi

Foto: TV Tupi / Reprodução



Um tesouro da música brasileira está guardado há 45 anos. E não há previsão de que ele saia das profundezas. Em agosto de 1971, morando no exterior, João Gilberto veio a São Paulo gravar um programa na TV Tupi com Caetano Veloso e Gal Costa. Além do especial, que foi exibido em outubro, a gravadora Phonogram lançaria seus melhores momentos em um álbum produzido por Manoel Barenbein, que havia dirigido as gravações dos discos tropicalistas. João, desde sempre perfeccionista, descartou a maior parte do material e o projeto foi cancelado.


O especial de TV se perdeu, mas as fitas que captaram o áudio estão preservadas. As músicas poderiam ser comercializadas se os artistas autorizassem. A Universal Music, detentora do material, não tem previsão de lançá-las, nem de fazer edições especiais dos álbuns de João em seu poder. No início dos anos 1990, ele processou a EMI, cujo catálogo hoje está com a Universal, por adulterações em seus primeiros álbuns, o que inviabiliza reedições.


O encontro entre João, Caetano e Gal teve direção de Fernando Faro e Álvaro Moya e produção de Cyro Del Nero. Era a celebração da amizade entre o criador de um estilo e dois de seus seguidores mais fiéis. Caetano, ainda no exílio forçado, havia estado no Brasil no início de 1971 para celebrar o aniversário de casamento dos pais, sofrendo pressão dos militares. Ele já havia retornado a Londres quando recebeu uma ligação de João. "É Deus quem está me pedindo para eu lhe chamar. Ouça bem: você vai saltar do avião no Rio, todas as pessoas vão sorrir para você. Você vai ver como o Brasil te ama", disse ele a Caetano, como este transcreveu em seu livro Verdade Tropical.


Quando Caetano chegou aos estúdios da Tupi em São Paulo, no bairro do Sumaré, todos se emocionaram. "No tropicalismo vivemos muitos fatos que não haviam sido programados, como a partida de Caetano e Gil. Esse encontro era mais um, mas absolutamente especial", lembra Barenbein, que estava de mudança para a Itália. Aquele trabalho encerraria uma fase áurea de sua carreira.


Em dois dias, João relembrou Chega de Saudade, Rosa Morena, Desafinado e outros clássicos da bossa nova. Com Gal e Caetano, ele cantou duas músicas de Dorival Caymmi: Você Já Foi à Bahia? e Saudade da Bahia. Sozinho, Caetano apresentou A Tua Presença Morena, Asa Branca e Triste Bahia. Sua Saudosismo, homenagem maior ao ídolo, foi interpretada por Gal, que faz dueto com o anfitrião em Largo da Lapa.


Após as gravações, Barenbein recolheu o material e foi para o estúdio. Uma semana depois, finalizou a montagem do que seria o álbum. "Havia uma cláusula em contrato que dava a João o direito de não lançar o disco se ele não gostasse. Em um primeiro momento, soube que ele havia aprovado. Depois, já a caminho da Itália, ouvi dizer que ele não havia gostado de nada e desistiu." O produtor afirma que o material tem ótima qualidade técnica e musical e, se lançado, preencheria uma lacuna. "Todos os envolvidos no especial ficaram um pouco desapontados pelo disco não ter saído. O que eu editei é muito emocionante e merece ser lançado. Mas estamos falando de João Gilberto, que é mesmo um gênio. Ele tem um ouvido melhor que o nosso."


André Midani, que era diretor da Phonogram à época, foi quem escalou Barenbein para dirigir e montar o disco. Ele também lamenta seu ineditismo. "Sem dúvida teria um impacto artístico, pois todos eles estavam no auge. E também haveria, provavelmente, o impacto político, pois Caetano veio do exílio só para participar desse especial."











 

1971
“domingo ILUSTRADO - jornal-revista do fim de semana”

De propriedade do jornalista Samuel Wainer, editada pela Bloch.
Ano 1 / N° 7 /domingo, 5 de setembro de 1971








 
 


 
 

 






1971Caetano e Dedé, na praia do Porto da Barra, Salvador











1971
“domingo ILUSTRADO - jornal-revista do fim de semana”

De propriedade do jornalista Samuel Wainer, editada pela Bloch.
Ano 1 / N°11 / OUTUBRO 3/1971





ROCK / SEX

NA MÚSICA

DE DYLAN,

CAETANO,

GAL,

E PRESLEY











A chegada ao Rio de Janeiro










Fotos: Acervo UH/Folhapress










Gravação inédita de João Gilberto, 

Caetano e Gal juntos em 1971

 

26/01/2021

 

GG Albuquerque

Jornalista e doutorando em Estéticas e Culturas da Imagem e do Som pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Escreve na Vice Brasil, Portal Kondzilla, Outros Críticos e Revista Continente e trabalhou como repórter de cultura do Jornal do Commercio e da Folha de Pernambuco.

 

Caetano Veloso voltou do exílio em Londres em 1972. Mas, um ano antes do retorno definitivo, o músico passou cerca de um mês no Brasil. A irmã Maria Bethânia conseguiu autorização dos militares para Caetano comemorar os 40 anos de casamento de seus pais, na Bahia. A experiência foi traumática para o músico, que foi interrogado durante horas por militares assim que pisou no País.

Poucos meses depois, Caetano recebeu uma ligação de João Gilberto, convidando-o para vir ao Brasil tocar com ele em um especial de TV. Em sua biografia Verdade Tropical, Caetano recorda as palavras de João ao telefone: “É Deus quem está me pedindo para eu lhe chamar. Ouça bem: você vai saltar do avião no Rio, todas as pessoas vão sorrir para você. Você vai ver como o Brasil te ama”. E assim foi. 

Aproveitando uma brecha dos militares, João Gilberto reuniu Caetano Veloso e Gal Costa para tocar ao lado dele em um show especial para TV Tupi. “Vim porque João mandou”, disse Caetano à Folha de S. Paulo ao desembarcar no aeroporto de Congonhas no domingo, 8 de agosto de 1971. Naquele mesmo dia, os três músicos se reuniram no Teatro Tupi e gravaram por seis horas a fio. O resultado foi um programa de cerca de 1h30, com participação do guitarrista Lanny Gordin no violão. 

As gravações desse show agora estão entre nós, devido ao trabalho do produtor musical e pesquisador Pedro Fontes. Ele conseguiu uma fita k7 com o áudio do show, tratou o material e lançou no YouTube. A fita lhe foi cedida por Ion de Freitas Filho, que gravou tudo em fita de rolo direto da TV e depois passou para o k7. Você pode ouvir tudo em primeira mão nos vídeos abaixo. 

A fita de Ion de Freitas Filho, tratada por Pedro Fontes, é um material inédito e corresponde a 2/3 do show que foi exibido pela TV Tupi. Ion chegou a gravar a última parte do show, mas a fita foi perdida. 

De todo modo, as canções da parte final do show podem ser ouvidas separadamente no canal de Pedro Fontes. O áudio destas músicas é da fita que ficou com a Fundação Padre Anchieta, doada por Cyro Del Nero, cenógrafo que também trabalhou no especial junto com os produtores Fernando Faro e Alvaro de Moya. 

Enquanto a fita de Ion traz um material inédito, a parte final, do arquivo da Fundação Padre Anchieta, foi utilizada pelas rádios do grupo, a Cultura Brasil e Cultura FM. Mas no canal de Pedro Fontes o áudio está tratado e mais limpo. 

A Universal Music detém mais gravações daquela noite, porém não tem planos de lançá-las. Isso porque no, início dos anos 1990, João Gilberto processou a EMI (cujo catálogo hoje pertence à Universal) por adulterações em seus primeiros álbuns.


TRACKLIST

Lado A

1. AO VOLTAR DO SAMBA (Synval Silva) GAL COSTA / JOÃO GILBERTO

2. FALSA BAIANA (Geraldo Pereira) GAL COSTA

3. MEDITAÇÃO (Antonio Carlos Jobim/Newton Mendonça) GAL COSTA

4. BABY (Caetano Veloso) GAL COSTA

5. ASA BRANCA (Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira) CAETANO VELOSO

6. SAUDOSISMO (Caetano Veloso) GAL COSTA / CAETANO VELOSO

7. DESAFINADO (Antonio Carlos Jobim/Newton Mendonça) JOÃO GILBERTO

 

Lado B

1. CHEGA DE SAUDADE (Antonio Carlos Jobim/Vinícius de Moraes) JOÃO GILBERTO

2. RETRATO EM BRANCO E PRETO (Antonio Carlos Jobim/Chico Buarque) JOÃO GILBERTO

3. NA ASA DO VENTO (João do Valle/Luiz Vieira) CAETANO VELOSO

4. FRUTA GOGOIA (Folclore Baiano) CAETANO VELOSO

5. VOCÊ JÁ FOI À BAHIA? (Dorival Caymmi) JOÃO GILBERTO / CAETANO VELOSO / GAL COSTA

6. LARGO DA LAPA (Marino Pinto/Wilson Batista) JOÃO GILBERTO / GAL COSTA

7. DE NOITE NA CAMA (Caetano Veloso) CAETANO VELOSO

8. A TUA PRESENÇA MORENA (Caetano Veloso) CAETANO VELOSO





1971
Revista
FATOS e FOTOS
Ano XI – n° 553



















lunes, 14 de octubre de 2013

2006 - CAYETANO


Tema dedicado a Caetano Veloso por la cantante española Rosario Flores.


"Nada... Una cosilla que nos pasó en Brasil con una guitarra y que se ha convertido en una historia graciosa. No hace falta dar nombres. La música sale de lo que te pasa". (Rosario Flores)


"Tuvimos un disgusto tras la desaparición de una guitarra que nos prestó, y aunque le compramos una nueva y le enviamos otra desde España, tenía una deuda pendiente. Esta canción la interpreto con mucho respeto y cariño". (Rosario Flores, 29/3/2006)

 
 
"Va para canción del verano, es un tema muy divertido que hice a raíz de una cosa que nos pasó cuando estábamos en Bahía con Carlinhos (Brown) y él. Nos robaron una guitarra que nos prestó y me llevé un disgusto muy grande. Le compramos una nueva y se la mandamos desde España, pero me quedé con la cosa. De eso hice con Juan Maya esta canción, con mucha guasa, pero con todo el respeto". (Rosario Flores, 3/4/2006, el correo digital, España)

"... ¿Anécdotas transoceánicas?
En Salvador de Bahía di una fiesta, invité a Caetano Veloso y Carlinhos Brown, y alguien le robó la guitarra a Caetano. Me cogí un disgusto terrible porque era su guitarra más querida. No sabía qué hacer para disculparme. Ahora le he dedicado una canción, y, al menos, de lo malo va a salir algo bueno." (Rosario Flores, 20/5/2006, El Pais, España)



Letra y música: Rosario Flores y Juan Maya

Y que pasó con el gitano
y la guitarra de Cayetano
Y que pasó con el gitano
y la guitarra de Cayetano

allí en la playa el mu flamenco
y la guitarra se la lleva el viento
hay que alegría de ser gitano
aquí en Bahía con mis hermanos
vaya disgusto que nos llevamos con la guitarra de Cayetano

Cuando a la Rosi se le ocurrió
en que momento nos la dejo
Y que paso Con el gitano
Por la mañana nos levantamos
Y la guitarra no la encontramos
Tu sabes mucho
No dices nada
La pestañitis en la mañana
Alguien muy listo
Que lo sabía
Que en ropero estaba metía
Donde estará, quien lo sabrá
Es un misterio sin aclarar
Ay en la playa mu flamenco
Y la guitarra se la lleva el viento
Ay en la playa mu flamenco
Y la guitarra se la lleva el viento

Y que paso con el gitano
y la guitarra de Cayetano
Y que paso con el gitano
y la guitarra de Cayetano

Y es el brasil que me gusta a mi y es el brasil que me gusta a mi, Brasil
Y es el brasil que me gusta a mí y es el brasil que me gusta a mí, Brasil

Carliño Brawn también estaba
Pues solo sabe de tu imbalada
En los papeles también salió
Y a todo el mundo le sorprendió

Que yo te juro, que por mis niños
Que la guitarra que no la he visto
Que los gitanos no la choramos
Que somos primos, primos hermanos

Y que paso con el gitano
y la guitarra de Cayetano
Y que paso con el gitano
y la guitarra de Cayetano
Ay gugu gurugugugu ay gurugu gurugu gugu
Ay gugu gurugugugu ay gurugu gurugu gugu
Ay gugu gurugugugu ay gurugu gurugu gugu
Ay gugu gurugugugu ay gurugu gurugu gugu

Y que pasó con el gitano
y la guitarra de Cayetano
Y que pasó con el gitano
y la guitarra de Cayetano

Y es el brasil que me gusta a mi y es el brasil que me gusta a mí, Brasil
Y es el brasil que me gusta a mí y es el brasil que me gusta a mí, Brasil

Ay gugu gurugugugu ay gurugu gurugu gugu
Ay gugu gurugugugu ay gurugu gurugu gugu
Ay gugu gurugugugu ay gurugu gurugu gugu

que pasó con el gitano
que pasó



2006 – ROSARIO [FLORES]
Álbum “Contigo me voy”
Sony Music CD 28768 27442, Track 6. [España]










martes, 8 de octubre de 2013

2013 - MORRO, AMOR


Primera canción compuesta por Caetano Veloso con Arnaldo Antunes para una película de Guel Arraes.

Morro, amor
Todo dia eu sei que vou morrer de ti
E que amanhã de novo eu estarei aqui
Pra não cicatrizar essa ferida
Até aonde a morte nos permita
Morro, amor
Morro, amor
Morro, amor
Morro, amor
Todo dia eu sei que vou morrer de amor
Como se diz morrer de rir ou de calor?
Mas sei também que o amor um dia morre
Contra todo amante o tempo corre
Morre o amor
Morre o amor
Morre o amor
Morre o amor
Driblando esse destino nosso amor se faz
A cada sol a pino eu peço um dia a mais
Pra não acreditar na despedida
Até aonde nos levar a vida
Morro, amor
Morro, amor
Morro, amor
Morro, amor
No palco de um teatro, no hall, no saguão
No quarto de um apartamento ou num portão
Num brinde, numa brincadeira sem razão
Não há como blindar um coração
Pra não acreditar na despedida
Até aonde nos levar a vida
Morro, amor
Morro, amor
Morro, amor
Morro, amor
No palco de um teatro, no hall, no saguão
No quarto de um apartamento ou num portão
Num brinde, numa brincadeira sem razão
Não há como blindar um coração





2013 – ARNALDO ANTUNES
Álbum “Disco”
Rosa Celeste / Radar Records CD 7899340742601, Track 7.



Febrero de 2012


 
2014 – MARIANA DE MORAES
Álbum “Desejo”
Grabado en febrero de 2012 en Salvador, Bahia
Biscoito Fino CD BF 3112, Track 6.