lunes, 14 de enero de 2019

1993 - Programa JÔ SOARES ONCE E MEIA




In Live-and-Let-Live Land, Gay People Are Slain
By JAMES BROOKE
AUG. 12, 1993


“… Transvestite shows, where many of the performers are gay, are considered family entertainment, and transvestites play an integral part of Rio's Carnival. Caetano Veloso and Gilberto Gil, two of Brazil's most famous singers, openly flaunt their bisexuality and wear dresses in public. …”




 
 


1993 - Programa Jô Soares onze e meia - SBT














 

 

 

sábado, 12 de enero de 2019

1967 - A CIGARRA






1967
Magazine a CIGARRA
Ano 53 – N° 3
Março


Página 28







 
 

1988 - RÉVEILLON





 


 


JORNAL DO BRASIL - 2/1/1989




1968 - MARIA BETHANIA GUERREIRA GUERRILHA


“Era véspera do AI-5. Com a publicação do livro, considerado justamente subversivo, fui processado. E deixei minha musa em uma posição muito delicada. Teve que prestar depoimento no DOPS. A edição foi apreendida, retirada das livrarias. Minha casa, invadida”.

[Reynaldo Jardim, SP, 13/12/1926 — Brasília, 1/2/2011]


JARDIM, Reynaldo. Maria Bethania Guerreira Guerrilha. s.l.: Cooperativa Editorial da GB, 1968.








 













 








 
 



 
 
















“O período da Ditadura Militar foi terrível. Duas horas da manhã, eles invadiram minha casa. Me levaram para um quartel, depois de rodarem por muitas horas. Fui interrogada até amanhecer. Já tinham presos Caetano e Gil, em São Paulo. Achavam que eu sabia do Vandré. Me prenderam por conta de um livro, escrito em minha homenagem, por Reynaldo Jardim. Eles queriam saber por que este cara escreveu este livro para mim. O livro é um poema lindo. Um gesto de amor. E Reynaldo já tinha sido preso. Eles me mostraram o depoimento dele. Que coincidia com o que eu dizia. Sou uma mulher de palco. Ele, um intelectual, poeta. Quis escrever um poema. E foi publicado. Depois, proibido”.

“Aquele foi um período horrível. Caetano e meus amigos, exilados. E, pela dificuldade de ele sobreviver ao exílio, por causa de sua sensibilidade diante da maneira grosseira como isto tudo aconteceu, eu sentia uma dor muito grande. Sofri demais. Meu pai se acabou, neste período. Eu fiquei no Brasil. E a maneira que eu tinha de manter o meu trabalho era receber as canções que eles faziam no exílio. Não só Caetano, mas também os amigos. Aqui, eu cantava para dar alguma notícia deles, mantendo um sentimento por eles. Mas foi o período mais triste que passei em minha vida. Foi horrível. Caetano sofreu demais também”

[1992, Maria Bethânia, em entrevista a Marília Gabriela]




2011