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miércoles, 15 de mayo de 2024

2021 - MARIA BETHÂNIA - Revista Elle


 Março de 2021 


Uma homenagem aos 50 anos de carreira do fotógrafo Bob Wolfenson


MARIA BETHÂNIA por BOB WOLFENSON


ELLE BRASIL #3






Maria Bethânia sendo fotografada por Bob Wolfenson 







sábado, 5 de noviembre de 2022

2022 - "CAETANO VELOSO CHEGA AOS 80 TRANSFORMADO PELO SÉCULO 21"

 

Uma bateria de livros, lançada às vésperas do aniversário do compositor, revisa e vasculha sua obra.


Por Pedro Alexandre Sanches

5 de agosto de 2022

 

O que parecia impossível está prestes a acontecer: neste domingo, 7 de agosto, o artista mais jovial e sedutor do Brasil completa 80 anos. Caetano Veloso comemorará a data redonda endereçando um presente para o exército admirador de sua eterna juventude, uma apresentação ao vivo via internet (na plataforma de streaming Globoplay) e televisão (no canal Multishow e com trecho exibido pelo Fantástico), às 20h30, ao lado dos filhos, Moreno, Zeca e Tom, e da irmã mais nova, Maria Bethânia. 

Aparentemente inesgotável, a fonte da juventude mantém-se viva e vivaz, não apenas em Caetano, mas em uma série de oitentões e pré-oitentões (majoritariamente do sexo masculino) que segue ativa nos palcos da MPB, a exemplo de Chico Buarque, Erasmo Carlos, Gal Costa, Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, Marcos Valle, Martinho da Vila, Milton Nascimento, Ney Matogrosso, Paulinho da Viola, Roberto Carlos, Tom Zé e Wanderléa, entre outros. 

Sendo o aniversariante da vez também o mais cerebral entre todos eles, é natural que um dos modos de homenageá-lo seja por meio do lançamento de uma bateria de livros que revisam e vasculham sua obra, a começar por um assinado por Caetano em pessoa. 

Letras (Companhia das Letras), organizado pelo poeta Eucanaã Ferraz, cumpre o desafio de reunir pela primeira vez a totalidade dos textos musicais compostos pelo autor, contabilizados em 390 canções desde 1965 até o momento presente. Não estão incluídas composições de que o autor participou criando apenas a melodia nem interpretações de temas de outros autores, também numerosas em 57 anos de obra gravada.





Mas a homenagem literária mais afetuosa e generosa se chama Lado C – A trajetória Musical de Caetano Veloso até a reinvenção com a bandaCê (Máquina de Livros), assinada pelo jornalista Luiz Felipe Carneiro e pelo pesquisador Tito Guedes, autor de Querem acabar comigo – Da jovem guarda ao trono, a trajetória de Roberto Carlos na visão da crítica musical. Como numa homenagem ao mito de jovialidade do muso, os dois autores fogem do lugar-comum e se dedicam a mergulhar na produção mais recente de Caetano, já no século 21. Munido de farta contextualização histórica e visitas a diversas outras fases musicais do artista, Lado C centra fogo particularmente na trilogia dita roqueira de Caetano, desenvolvida nos álbuns Cê (2006), Zii e Zie (2009) e Abraçaço (2012), todos sob direção musical do filho Moreno e de Pedro Sá e com acompanhamento do power trio formado por Sá, na guitarra, Ricardo Dias Gomes, no baixo e nos teclados, e Marcelo Callado, na bateria. Afinal batizado de bandaCê (com essa grafia), o trio conduziu Caetano à elaboração de “transrocks” influenciados por Lou Reed, Black Sabbath, The Clash, Pixies e The Strokes, dos “transambas” de Zii e Zie e de funks cariocas, raps paulistas e pagodes baianos, igualmente trans, em Abraçaço. 

Com depoimentos dos músicos e do próprio Caetano, o livro destrincha a produção do artista em seus últimos cinco álbuns de material inédito, desde Noites do Norte (2000) até o recente Meu coco (2021), coproduzido pelo ainda mais jovem Lucas Nunes, integrante das bandas Dônica e Bala Desejo. Lado C desnuda, mais que uma nova reinvenção de Caetano junto a um público igualmente rejuvenescido, uma revolução individual vivida pelo artista que entrava na casa dos 60 anos no início da fase Cê. 

As rupturas desse período foram musicais, mas não apenas. Em 2004, Caetano separou-se de Paula Lavigne, com quem foi casado desde 1986. Simultaneamente, o músico interrompia a ligação com o maestro, violoncelista, produtor musical e arranjador Jaques Morelenbaum, que vinha de trabalhos ao lado do mestre bossa-novista Tom Jobim e passou a acompanhar Caetano em 1992, após tocar violoncelo em algumas faixas do disco Circuladô (1991). A erudição de Morelenbaum compôs uma fase mais solene e sisuda do artista, marcada pelos projetos Fina estampa (1994), de cancioneiro latino-americano em espanhol, e A foreign sound (2004), em inglês.

 





Sobre Cê, disse Caetano, em 2006, no material de divulgação do álbum: “Ele me livra um pouco de mim mesmo para que eu me aproxime mais de ser quem sou”. Dono de depoimentos saborosos em Lado C, Jaques Morelenbaum interpreta no livro a separação musical: “O Caetano se separou da Paula e do seu diretor musical ao mesmo tempo, e foi viver uma segunda juventude ao lado de namoradas, de argentinas e de uma banda de garagem formada por meninos bonitos”. 

Mesmo envolta em atmosfera frequentemente depressiva (em faixas como “Minhas lágrimas”, no primeiro volume, ou “Estou triste”, no terceiro), a trilogia veio ao mundo grávida de sexo e de ira, o que certamente ajuda a explicar seu impacto junto a gerações bem mais novas, à medida que as ondas de raiva e ódio se avolumavam pela internet dos anos 2000, 2010 e 2020. 

Adentrando na terceira idade em Cê, Caetano espalhou erotismo em “Outro” (“Feliz e mau como um pau duro”), “Deusa urbana” (“Mucosa roxa, peito cor de rola”), “Musa híbrida” (“Teu buço louro/ Meu canto mestiçoso”) e “Porquê?” (“Estou-me a vir”, anunciando a chegada de um orgasmo). Em sentido diverso e complementar, exorcizou rancores em “Rocks” (“Você foi mor rata comigo”), “Odeio” (“Odeio você”, repete um refrão favorito das plateias renovadas) e outras. Na confluência das vertentes erótica e mórbida, “Homem” (“Eu sou homem/ Pele solta sobre o músculo/ Eu sou homem/ Pelo grosso no nariz”) explicitou um subtexto latente em Cê, o da investigação temerosa sobre o processo de envelhecimento: “Não tenho inveja da adiposidade/ Nem da menstruação/ Só tenho inveja da longevidade/ E dos orgasmos múltiplos”. A experimentação se expandiu nos dois álbuns seguintes, com novas explorações sexuais e/ou provocadoras, por exemplo em “Amor mais que discreto” (2007), de pendor gay, “Tarado ni você” (2009), ou “A bossa nova é foda” (2012). 


Caetano Veloso – Homem

Em 2011, o elixir rejuvenescedor da trilogia expandiu-se para um quarto elemento, o álbum Recanto, de Gal Costa, composto e produzido por Caetano com outro power trio (guitarra e violão de Pedro Baby, baixo de Bruno di Lullo, bateria e programações eletrônicas de Domenico Lancellotti), com canções experimentais como “Autotune autoerótico” e “Sexo e dinheiro” e mais um tratado sincero sobre o envelhecimento, “Tudo dói”. “Esse disco me gera até uma ansiedade. É quase como se ele estivesse me dizendo: ‘Acorda, mulher!’”, descreveu Gal, segundo os autores de Lado C. 

Outro traço forte de transformação do Caetano do século 21 aparece em “Um comunista”, canção de Abraçaço inspirada na saga do guerrilheiro Carlos Marighella. Esse é decifrado em outro livro recém-lançado, Lançar mundos no mundo: Caetano Veloso e o Brasil (Fósforo), assinado pelo arquiteto e ensaísta Guilherme Wisnik. Reedição ampliada de um trabalho originalmente lançado na série Folha Explica (Publifolha, 2005), o livro agora rebatizado percorre habilidosamente toda a produção musical de Caetano, e também avança com apetite especial na produção recente do compositor, em especial no capítulo final, “Careta, quem é você? – A potência do Brasil, 2006-22”.

Wisnik destaca a afinidade de Caetano com o ideário neoliberal dos anos 1990, sob Fernando Henrique Cardoso (“o compositor era visto por muitos como um ideólogo do governo no mundo artístico”). E retorna à reação da mãe do artista, em 2009, a declarações do filho sobre o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em termos como “analfabeto”, “cafona” e “grosseiro”. “Dona Canô prontamente respondeu na imprensa, como quem passa um pito no filho falastrão: ‘Vou me desculpar (…) não é possível que ele chamasse Lula de analfabeto, aliás, ele nem teria o direito de falar assim. Ele é apenas um cantor’”, documenta Wisnik. Por fim, retrata a perda relativa do medo do comunismo, presente não só na canção “Um comunista”, mas também em entrevista de Caetano a Pedro Bial na Globo, já em 2020. “Afastando-se elegante e incisivamente de Bial, referiu-se autocriticamente à própria posição anterior, dizendo não ser mais ‘liberaloide’ como era”, escreve Wisnik, não sem aventar a hipótese de “uma certa malandragem (…) de quem quer estar atualizado e afinado à opinião dos jovens” por trás da guiñada.




O inimaginável aconteceu, e o Peter Pan da MPB já é nosso avô.

 

Um quarto livro a comemorar os 80 anos de Caetano percorre caminhos mais leves e despretensiosos. 

Outras palavras – Seis vezes Caetano (Record), do jornalista Tom Cardoso, coleta frases, depoimentos e escritos do (e sobre o) compositor ao longo das décadas, estabelecendo nexos por vezes pitorescos. Retoma, por exemplo, os contatos desencontrados de Caetano, desde antes de se tornar celebridade, com um de seus ídolos literários, a escritora Clarice Lispector. “Assombra-me que ela tenha tido uma reação de starlet mídia-freak: atribui a Dedé, minha namorada na época, um ataque de ciúme que não se deu absolutamente”, escreveria Caetano muitos anos depois da morte de Clarice. 

Outras Palavras se desenrola entre episódios divertidos e semifofoqueiros, envolvendo João Gilberto, Bethânia, Waly Salomão, Chico Buarque, Fagner, Fernando Collor, Marcelo D2, Luana Piovani, Elis Regina, Roberto Carlos, Fidel Castro, Roberto Marinho… 

Em comparação com os outros livros, Outras Palavras serve por vezes como alívio cômico, em geral alimentando o folclore já vasto em torno do mais novo oitentão brasileiro. Em parte desprezando o mito cruel de uma juventude que nunca terminasse, Caetano Veloso responde aos novos tempos cantando “Não vou deixar” para o neto: “Eu grito e repito, eu não vou!/ o menino me ouviu e já comentou/ o vovô tá nervoso, o vovô/ nervoso, teimoso, manhoso”. O inimaginável aconteceu, e o Peter Pan da MPB já é nosso avô.






Caetano Veloso é capa da Elle Brasil de setembro 2021





redacao@aloalobahia.com

 

O cantor baiano Caetano Veloso estampa uma das capas da revista Elle Brasil, edição de setembro/2021 , que chega às bancas nesta semana. Os cliques da fotógrafa Cecília Duarte foram feitos no alto de uma das falésias de Bonifácio, um vilarejo no sul da Córsega, na França.

A alegria está nítida no artista: após nove anos sem entrar em um estúdio para lançar um disco de inéditas, Caetano quebrou o jejum de quase uma década, botou a mão na massa e gravou "Meu Coco".

Em entrevista à Elle, ele revelou os detalhes do novo álbum. “A canção que dá título ao álbum diz tudo: Meu Coco. Ou seja, é tudo o que passa na minha cabeça. É uma mirada atual sobre temas recorrentes em meu trabalho: nomes, fantasias que esboçam uma decifração do Brasil, homenagens a meus amores”, explica.

Há ainda opções de capas da mesma edição da revista com Pabllo Vittar, MJ Rodriguez e Shirley Mallmann.























viernes, 8 de diciembre de 2017

2003 - Revista ELLE


Terça, 6 de maio de 2003.

A revista Elle comemora 15 anos no Brasil com exposição




Criada por Paulo Borges, uma exposição comemora 15 anos da revista Elle no Brasil.

O evento, que foi inaugurado no Shopping Iguatemi, em São Paulo, é o primeiro de uma série de comemorações do aniversário.

A exposição conta a trajetória da moda brasileira, através de reportagens que estiveram presentes nas 180 edições da revista.

Composta de painéis, biombos e cubos iluminados, a exposição mostra imagens das capas e de celebridades que já fizeram parte de matérias.

Entre as personalidades retratadas estão Xuxa, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Gilberto Gil, João Gordo, Glória Maria, entre outros.


Caetano Veloso e Gilberto Gil são destaques da exposição 
Foto: Reinaldo Marques/Redação Terra

A exposição fica em cartaz até o dia 18 de maio. O horário de funcionamento é de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h.


















Caetano Veloso já exibiu um estilo despojado na Elle
Foto: Reinaldo Marques/Redação Terra



viernes, 1 de diciembre de 2017

2017 - Revista ELLE


A ELLE de dezembro é uma celebração da moda e da arte
Fizemos releituras de obras clássicas protagonizadas por figuras centrais da cultura brasileira em cinco capas que chegam segunda-feira às bancas.
Por Vivian Whiteman
1 dez 2017



● Zé Celso como "O grito" de Munch [Marcio Smnch/ELLE]

● Taís Araújo e Lázaro Ramos como "O beijo" de Klimt [Gustavo Zylbersztajn/ELLE]

● Sônia Braga como "Mona Lisa" de Da Vinci [Paulo Vainer/ELLE]

● Caetano Veloso em "Joiners" de David Hockney [Bob Wolfenson/ELLE]

● Lea T como a Vênus de Botticelli [Mariana Maltoni/ELLE]



A lógica racional é essencial para ler o mundo, mas tem seus limites. Quando as tragédias da realidade parecem grandes demais ou quando os bons sentimentos se agigantam, a arte tem sido, desde o princípio da história humana, um canal poderoso de expressão.

Num ano difícil para o Brasil, cheio de perdas, crise e fracassos públicos, até mesmo a arte e seu discurso se transformaram em alvo. Não estamos falando de especificidades jurídicas nem de classificações indicativas adequadas, que podem e devem ser determinadas com a participação da sociedade. O que incomoda é a tentativa de criminalizar e vilipendiar o fazer artístico, de bloquear esse fluxo ou limitá-lo segundo visões de grupos com dogmas e demandas próprios, que não representam a diversidade da população brasileira.

Acima de tudo, esta edição é sobre a grande beleza. Aquela que alimenta o pensamento insubmisso e subverte e resiste a padrões estreitos, que abre o caminho dos passos e do olhar.

Em nossa seleção, Sonia Braga, uma das maiores atrizes do mundo, encarna a Mona Lisa, de Da Vinci, a obra de arte mais reconhecida do planeta. Duas observadoras de tudo, atentas e sensíveis às sutilezas da vida. O casal de atores Taís Araújo e Lázaro Ramos refaz O Beijo, de Klimt, uma ode ao poder transformador do amor. A modelo Lea T refaz O Nascimento da Vênus, de Botticelli, nos fazendo repensar a amplitude do feminino. José Celso Martinez Corrêa, grande alquimista do teatro brasileiro, recria uma imagem do conjunto O Grito, de Munch, transformando o medo em exaltação da alegria. Por fim, Caetano Veloso se conecta com a série Joiners, de David Hockney. Dois multiartistas consagrados que investigam a riqueza do movimento e o processo de construção de perspectivas.
Acima de tudo, esta edição é sobre a grande beleza. Aquela que alimenta o pensamento insubmisso e subverte e resiste a padrões estreitos, que abre o caminho dos passos e do olhar. A beleza da arte, que é capaz de dialogar com o caos, as dúvidas, os afetos e com tudo aquilo que nos torna humanos. Antídoto contra o ódio, veneno antimonotonia.



Direção de arte: Luciano Schmitz | Edição de Moda: George Krakowiak | Beleza: Amanda Schön | Produção Executiva: Gregório Souza | Tratamento de Imagem: Thiago Auge. (Marcio Simnch/ELLE)

Direção de arte: Luciano Schmitz | Edição de Moda: Flavia Pommianosky e Davi Ramos | Beleza: Max Weber | Produção Executiva: Gregório Souza | Tratamento de Imagem: Thiago Auge. (Gustavo Zylbersztajn/ELLE)


Direção de arte: Luciano Schmitz | Edição de Moda: Marcell Maia | Beleza: Helder Rodrigues | Produção Executiva: Gregório Souza | Tratamento de Imagem: Thiago Auge. (Paulo Vainer/ELLE)


Direção de arte: Luciano Schmitz | Edição de Moda: Felipe Veloso | Beleza: Cecilia Macedo | Produção Executiva: Gregório Souza | Tratamento de Imagem: Thiago Auge. (Bob Wolfenson/ELLE)


Direção de arte: Luciano Schmitz | Edição de Moda: Renata Correa | Beleza: Rodrigo Costa | Produção Executiva: Gregório Souza | Tratamento de Imagem: Thiago Auge. (Mariana Maltoni//A ELLE de dezembro é uma celebração da moda e da arte/ELLE)










MODA

Revista recria obras clássicas com celebridades brasileiras

Taís Araújo e Lázaro Ramos, Caetano Veloso, Sonia Braga, Lea T e Zé Celso estampam os exemplares da ELLE em dezembro

Por: Correio Braziliense
Publicado em: 01/12/2017


A revista Elle Brasil reuniu artistas brasileiros para fazer releituras de clássicos da pintura mundial. O resultado são cinco capas que estampam a edição de dezembro da revista. Taís Araújo e Lázaro Ramos, Caetano Veloso, Sonia Braga, Lea T e Zé Celso, importantes personalidades brasileiras, retratam o quadro O beijo, de Gustav Klimt, a série Joiners, de David Hockney, as pinturas Mona Lisa, de Leonardo da Vinci, O nascimento de Vênus de Botticelli e O grito, de Edvard Munch.

O trabalho abre a celebração de 30 anos da revista, que ocorre em 2018. A ideia por trás do projeto é mostrar que moda e arte andam juntas, além de levantar temas de grande relevância para o Brasil. Reunindo personagens importantes no cenário nacional, as edições contam também com entrevistas, em que os artistas falam sobre o contexto atual do país e levantam bandeiras.

Na revista, os atores Taís Araújo e Lázaro Ramos abordam a vida e carreira do casal, além de falarem sobre racismo, enquanto o músico Caetano Veloso conversa sobre censura e o relançamento do libro Verdade tropical. A atriz Sonia Braga fala sobre polêmicas enfrentadas pela população brasileira, já a modelo Lea T discute arte e beleza no universo trans. A edição estampada pelo diretor de teatro Zé Celso traz uma análise do artista sobre o teatro no Brasil. As novas capas da Elle são edições especiais de colecionador e chegam às bancas na próxima segunda-feira (4).








Caetano Veloso sendo fotografado por Bob Wolfenson 



Direção de Arte @luciano_schmitz
Fotos @bobwolfenson
Edição de Moda @felipeveloso...
Beleza @cecimake
Texto @fragaronaldo
Produção Executiva @sogregs
Assessoria @unsproducoes