sábado, 31 de marzo de 2018

2016 - BEATRIZ AZEVEDO - Antropofagia — palimpsesto selvagem


“AntroPOPhagia é a mais potente metáfora na cultura brasileira moderna. Beatriz Azevedo também pertence à linhagem das grandes cantoras-compositoras; ela pertence também à grande tradição dos canibais brasileiros, de Gregório de Matos a Oswald de Andrade, de Caetano Veloso, Zé Celso, a, sim, Carmen Miranda”.
[Christopher Dunn – crítico e curador norte-americano] 






2014
Álbum "antroPOPhagia"
Beatriz Azevedo ao vivo em Nova York
Biscoito Fino CD 299-2



2016
“Antropofagia — palimpsesto selvagem”
Beatriz Azevedo
Cosac Naify
240 páginas






Show antroPOPhagia no Teatro Oi Futuro Ipanema
com Matheus Nachtergaele e Moreno Veloso
30 de agosto de 2016
Fotos: Rogerio von Kruger
Fonte: Site Oficial de Beatriz Azevedo



  











POR O GLOBO
30/08/2016

RIO — Desde que foi lido pela primeira vez, em 1928, o Manifesto Antropófago de Oswald de Andrade norteou alguns dos principais artistas e movimentos culturais do país, do tropicalismo ao mangue bit. Hoje, porém, a real amplitude dos seus conceitos não é sempre compreendida, acredita a atriz, poeta e compositora Beatriz Azevedo. Fascinada pelo tema há 20 anos, ela decidiu pesquisar a fundo as ideias do agitador modernista, escrevendo aquela que considera a primeira “leitura microscópica” já feita sobre o manifesto.

O resultado está no livro “Antropofagia — palimpsesto selvagem” (última obra editada pela Cosac Naify), em que esquadrinha e contextualiza os aforismos de Oswald. O livro será lançado hoje, às 21h, no Oi Futuro, junto com o show “antroPOPhagia”, com o repertório do disco homônimo, de 2014.

— Eu sentia falta de um estudo mais aprofundado sobre o manifesto — diz a autora. —

Faltava um livro que explicasse a própria história dele. Percebi que havia uma confusão entre o rito antropofágico dos ameríndios em si e como isso foi parar no texto de 1928. Queria preencher esses elos vagos.

Ao abordar as perspectivas históricas do manifesto, Beatriz lembra a sua atualidade, tanto no que diz respeito à cultura de compartilhamento digital, quanto na defesa de uma política do matriarcado. Já o show, que terá participação de Moreno Veloso e Matheus Nachtergaele e faz parte do festival A.ota, transforma as ideias de Oswald em música e performance. O antropofagismo já começa na composição da banda, com músicos de diferentes universos — do consagrado pianista Cristovão Bastos ao jovem saxofonista Angelo Ursini — num conceito oswaldiano de pluralidade.





Show Teatro da Caixa Cultural Brasília
30/9/2016
Fonte: Site Oficial de Beatriz Azevedo










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